Saiba a importância do instrumentador para cirurgias seguras

Um bom instrumentador é essencial para a segurança das cirurgias, sejam elas hospitalares ou odontológicas. Em 2008 foi lançada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma campanha focada no tema: “Cirurgias seguras salvam vidas”, e desde então hospitais do mundo todo adotam estratégias para isso, com manuais, protocolos e listas de verificação para procedimentos. A campanha surgiu da necessidade de tornar os inúmeros procedimentos mais seguros, já que uma pesquisa feita em 2004 apontou que em 56 países o volume estimado de cirurgias maiores foi de 187 a 281 milhões de operações, ou seja, uma cirurgia para cada 25 pessoas. São muitos e variados procedimentos. Com inúmeras vidas ‘em jogo’ as estratégias para as cirurgias com resultados satisfatórios são diversas. E elas são apontadas de acordo com os ‘problemas’ que os procedimentos podem acarretar. A anestesia é um dos pontos mais críticos das cirurgias, mas a OMS aponta outros, como as equipes cirúrgicas e os processos. Equipes cirúrgicas alinhadas com o processo As equipes cirúrgicas devem estar alinhadas em torno do bem estar dos pacientes. Cirurgião, anestesistas, auxiliares e instrumentadores. A união destes profissionais em torno de um objetivo comum é o que faz deles uma equipe. Cada um exercendo função específica e fundamental para o processo. E qual o papel específico do instrumentador para cirurgias seguras? Este profissional aparece como peça fundamental da equipe. Para o cirurgião atuar com tranquilidade, ele dependerá integralmente da presteza e dedicação do instrumentador cirúrgico. Não há como o cirurgião operar com segurança se tiver que, a cada momento, procurar o próximo equipamento que tiver que utilizar. O instrumentador cirúrgico deve se adiantar ao processo e entregar os materiais no momento em que o cirurgião necessitar. Checar se o ambiente higienizado é função do instrumentador Além da atuação no momento da intervenção, o instrumentador cirúrgico atua em outras etapas do processo. Aí também podemos verificar o papel essencial do instrumentador para cirurgias seguras. Este profissional é o primeiro a chegar e o último a sair do centro cirúrgico. Depende de sua atuação a separação de todos os materiais que o cirurgião precisará utilizar. E ainda a verificação do ambiente, se ele está devidamente preparado e higienizado para receber o paciente e o restante de sua equipe. Preparação do paciente “Paciente certo no local certo” é um dos princípios do programa ‘cirurgia segura’. O profissional da instrumentação deve verificar se o paciente tomou as precauções necessárias para o procedimento e se não há riscos conhecidos quanto a ocorrência de alergias. O instrumentador deve ainda fazer a certificação da cirurgia que será realizada. Prevenção de infecções Uma vez que os ambientes e materiais estejam preparados, o papel do instrumentador para cirurgias seguras não para por aí. É ele o responsável pela manutenção dos equipamentos e instrumentos cirúrgicos, bem como sua higienização e esterilização, ações essenciais para minimizar o risco de infecções. Entre os demais objetivos apontados pela OMS para a cirurgia segura está ainda que a “equipe impedirá a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas feridas cirúrgicas”. Neste ponto, o instrumentador também aparece como peça fundamental, já que estará atuando diretamente junto com o cirurgião. Estas são algumas das funções do instrumentador para cirurgias seguras. Como podemos perceber, este profissional tem papel importantíssimo para o sucesso das intervenções. Quero ingressar no Curso ASB!
Vacinas para equipe odontológica

As vacinas para equipe odontológica devem estar entre as maiores preocupações dos dentistas e auxiliares de saúde bucal. E por que? Por segurança, uma vez que várias doenças têm no sangue e na saliva uma das principais formas de transmissão. A vacinação é considerada fundamental na prevenção de diversas doenças. Mas, apesar disso, há algumas enfermidades que não apareciam há décadas, e que estão de volta. As campanhas de vacinação para as crianças, em muitos casos, não atingem 100% do público a que se destina. Várias vacinas, principalmente as mais comuns, exigem que o paciente tome mais de uma dose, porque necessitam de todo um ciclo para que tenham o efeito desejado. Como muita gente acaba tomando apenas a primeira dose, a população acaba desprotegida. Os profissionais de saúde devem seguir um calendário de vacinação e ter a sua carteirinha com todos os carimbos possíveis, por estarem frequentemente sob risco de serem infectados. Mas, apesar de ser regida pela legislação, e de proteger os trabalhadores, a imunização por parte dos profissionais de saúde ainda apresenta baixa adesão. Entre os profissionais da área da saúde, as vacinas para equipe odontológica são muito importantes. Veja quais devem ser tomadas: Hepatite B A Hepatite B é uma das doenças que os profissionais da saúde mais correm o risco de contrair se não forem imunizados. A vacina protege de 90 a 95% e deve ser tomada em três doses. A doença é transmitida pelo contato com o sangue contaminado, e ataca o fígado com consequências graves caso não seja tratada corretamente. Possui como sintomas: amarelamento dos olhos, dores abdominais e urina mais escura. Com o tempo, podem ainda causar tumores no fígado. O risco de profissionais da saúde contraírem a hepatite B chega a ser cinco vezes maior que o da população em geral, por isso está entre as mais importantes vacinas para equipe odontológica. Tuberculose Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que todo ano são dez milhões de novos casos no mundo e que levam mais de um milhão de pessoas a óbito. Somente no Brasil são 70 mil novos casos, com 4,5 mil óbitos. Diante destes números alarmantes, a imunização contra o bacilo de Koch deve ser uma das primordiais vacinas para equipe odontológica. Para o controle da doença em todo o mundo, a OMS definiu países prioritários de atuação, entre eles o Brasil. No total, trinta países compõem a lista da Organização, e que representam 87% do número de casos de tuberculose no mundo. Influenza A gripe é a doença mais comum a que os profissionais da saúde ficam expostos, por este motivo deve ser tomada anualmente. O contato frequente com diversos pacientes, que podem estar infectados, faz com que esta seja uma das vacinas para equipe odontológica. Difteria e Tétano Essas doenças podem ser evitadas com a vacina dupla Dt. E deve estar no calendário de vacinação dos profissionais de saúde a cada dez anos. A difteria e o tétano, assim como diversas outras enfermidades, contam com mais riscos de se desenvolver entre os profissionais da área da saúde. Estas são algumas das vacinas altamente recomendadas às pessoas que atuam em prol da saúde humana. Além das citadas acima há ainda as que previnem a rubéola, o sarampo, a caxumba e a varicela. Há ainda vacinas para equipe odontológica dependendo de sua área de atuação e os riscos apresentados, como a hepatite A e a meningite, por exemplo. Quero ingressar no Curso ASB!
Saiba quais as cirurgias odontológicas mais comuns

Cirurgias odontológicas ou cirurgias orais são todas aquelas realizadas pelo cirurgião-dentista na cavidade bucal. Elas são indicadas pelos profissionais da Odontologia para prevenir ou reabilitar a saúde bucal dos pacientes. São muitos os procedimentos possíveis de serem realizados pelos cirurgiões-dentistas. Neste post vamos citar algumas das cirurgias odontológicas mais comuns: Cirurgia oral menor A cirurgia oral menor é aquela que pode ser realizada no próprio consultório ou clínica odontológica. São aquelas que envolvem um risco menor e são bem cotidianas. É o caso da extração dentária, por meio da exodontia. A extração do dente do siso é a mais recorrente. O dente do siso aparece após a evolução da arcada dentária dos indivíduos, o que pode trazer complicações aos pacientes. Por este motivo, a retirada está entre as cirurgias odontológicas mais comuns. A cirurgia oral menor geralmente é realizada somente com a aplicação da anestesia local pelo próprio cirurgião-dentista e a recuperação dos pacientes ocorre de forma rápida. Remoções de cistos Os cistos na cavidade bucal podem ter origem congênita (desde o nascimento) ou com o desenvolvimento das estruturas bucais, como dentes e gengivas, por exemplo. Mas em ambos os casos, a remoção é necessária por meio das cirurgias odontológicas. A retirada de um cisto também é um procedimento considerado simples, com a diferença de que este deve ser enviado para biópsia a fim de investigação. O tratamento posterior dependerá do resultado desta análise. Cirurgias odontológicas gengivais As cirurgias odontológicas gengivais são indicadas para os pacientes que desenvolveram doenças periodontais, que são aquelas nas quais a infecção bacteriana afeta os tecidos gengivais e estruturas ósseas dos dentes. Com o avanço das doenças periodontais ocorre o desenvolvimento da chamada bolsa periodontal, desenvolvida com o acúmulo da placa bacteriana abaixo da linha da gengiva. Nestes casos, a indicação mais comum entre os cirurgiões-dentistas é a realização do ‘retalho gengival’, para limpeza e redução da bolsa. Outras cirurgias odontológicas realizadas em casos de doenças periodontais envolvem a gengivectomia para remoção do excesso do tecido gengival, e a gengivoplastia para remodelagem do tecido gengival que permaneceu saudável após o desenvolvimento da doença. Enxertos ósseos para implantes dentários A colocação de implantes dentários tem crescido bastante entre as cirurgias odontológicas. Esta nova estrutura no osso maxilar envolve diversos cuidados do cirurgião-dentista e sua equipe. Isso porque o osso deve estar bem posicionado e adequado para receber o implante, que envolve o pino metálico e a colocação da coroa. O enxerto ósseo é o procedimento indicado para preparar a boca para receber o implante dentário. Em caso de ossos mandibulares ‘muito finos ou moles’, o implante pode ser malsucedido. Cirurgia ortognática As cirurgias odontológicas ortognáticas são aquelas que alteram a posição da mandíbula dos pacientes. Estas geralmente são realizadas em adultos, já que crianças e jovens podem contar com correções por meio dos aparelhos ortodônticos. A correção se faz necessária quando a posição inadequada causa dores mandibulares e também alterações na mordida dos pacientes. Para o reposicionamento, os cirurgiões-dentistas utilizam placas e parafusos de titânio, mesmo material dos implantes dentários. Quero ingressar no Curso ASB!
Você sabe lavar as mãos corretamente?

Lavar as mãos já é parte do nosso dia a dia. Se você trabalha na área de saúde, é fundamental. Essa é a medida mais simples e mais barata para evitar todo tipo de contaminação, tanto para os pacientes quanto para os profissionais. Na maioria do tempo, quem atua com saúde bucal está usando luvas. Mas isso não diminui a importância de se lavar as mãos corretamente e nos momentos adequados. Tem técnica para lavar as mãos e respeitar esse passo a passo faz toda diferença. Mas antes de explicar – ou relembrar – essa técnica, vamos falar sobre os 5 momentos em que o profissional de saúde deve fazer essa higienização. A orientação é da ANVISA, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Quando lavar as mãos? Antes de tocar o paciente Antes de realizar procedimento limpo Após exposição a fluidos corporais Depois que tocar o paciente Sempre depois que tocar superfícies próximas ao paciente Em qualquer uma dessas situações, o profissional de saúde – seja ele o próprio dentista ou o auxiliar de saúde bucal – deve lavar as mãos corretamente, uma vez que a higienização protege a equipe dos riscos de contaminação. Pesquisas científicas apontam uma grande variação na adesão dos profissionais de saúde aos procedimentos básicos de limpeza das mãos, entre 16 e 81% das equipes, o que pode favorecer a transmissão cruzada das infecções. Estudos mostram também que quanto maior a necessidade dessa higiene, menor a probabilidade dela ser feita. Os consultórios odontológicos estão no topo dessa exigência, junto com serviços de atendimento de urgência, que também têm contato direto com sangue, saliva e outros fluidos corporais. O que não pode faltar na correta higienização das mãos De acordo com a ANVISA, há basicamente dois tipos de procedimentos para higienizar as mãos, que devem ser seguidos por quem trabalha na área de saúde: usando água e sabonete e usando preparações alcoólicas (como o álcool 70 ou álcool em gel). Vamos explicar como fazer em cada uma delas. 1. Lavar as mãos com água e sabonete – 40 a 60 segundos Molhe as mãos com água. Aplique na palma da mão quantidade suficiente de sabonete líquido para cobrir todas as superfícies das mãos. Friccione as palmas das mãos entre si. Friccione a palma direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa. Entrelace os dedos e friccione os espaços interdigitais. Friccione o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai-e-vem e vice-versa. Friccione o polegar esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando-se de movimento circular e vice-versa. Friccione as polpas digitais e unhas da mão direita contra a palma da mão esquerda, fazendo movimento circular e vice-versa. Enxágüe bem as mãos com água. Seque as mãos com papel toalha descartável. No caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre utilize papel toalha. E pronto, suas mãos estão limpas. 2. Lavar as mãos preparações alcoólicas – 20 a 30 segundos Aplique uma quantidade suficiente de preparação alcoólica em uma mão em forma de concha para cobrir todas as superfícies das mãos. Friccione as palmas das mãos entre si. Friccione a palma direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa. Entrelace os dedos e friccione os espaços interdigitais. Friccione o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai-e-vem e vice-versa. Friccione o polegar esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando-se de movimento circular e vice-versa. Friccione as polpas digitais e unhas da mão direita contra a palma da mão esquerda, fazendo movimento circular e vice-versa. Quando estiverem secas, suas mãos estarão seguras. Esse vídeo foi feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária especialmente para profissionais de saúde: Veja também: https://cursoasb.com.br/blog/2019/07/01/tsb-pode-atuar-como-asb/
3 dicas para o ASB receber os pacientes

A gente sempre volta a uma casa em que é bem recebido. No consultório odontológico, não é diferente. E uma das funções do Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) dentro dos consultórios e clínicas odontológicas é receber os pacientes. Este profissional geralmente é o primeiro contato dos clientes antes da consulta com o dentista. Inclusive antes da visita ao consultório, já que o ASB também pode desempenhar a função de agendar as consultas de uma clínica. Portanto, sua atuação é de suma importância para a manutenção dos empreendimentos de saúde bucal. Se for mal atendido, o paciente certamente não repetirá a experiência, ou então nem chegará a marcar a consulta, e muito menos fará uma indicação do profissional. Pelo contrário, fará um marketing boca a boca negativo, o que pode deixar a clientela longe do empreendimento. Uma pesquisa realizada entre as pessoas que costumam ir frequentemente ao dentista constatou que a indicação é a forma mais utilizada para a escolha do profissional. Então, é função do ASB receber os pacientes da melhor forma possível. O bom atendimento deve ser prioridade também na área da saúde. Para que este atendimento seja de qualidade em todas as etapas, preparamos algumas dicas de como o ASB receber os pacientes em uma clínica odontológica. Certamente uma primeira impressão adequada, aliada a uma postura profissional qualificada do dentista e do restante de sua equipe, pode fazer toda a diferença. 1. Tenha postura profissional para receber os pacientes Acabamos de citar a postura profissional do dentista. É de fundamental importância o Auxiliar também manter esta postura em sua atuação. Claro que o ASB deve receber o paciente com simpatia, mas nada de exageros. As conversas devem ser pautadas pelos interesses mostrados pelos pacientes. Cuidado com a intimidade forçada. Se o assunto for relacionado a Odontologia, melhor ainda. Assim o Auxiliar de Saúde Bucal pode exercer outra de suas funções: o desenvolvimento de ações de promoção à saúde, mostrando, dessa maneira, as melhores maneiras de manter uma boca saudável. 2. Comunique-se claramente Ao passar as informações de promoção à saúde bucal, ohttp://blog.cursoasb.com.br/odontologia-preventiva-dentes-saudaveis/ Auxiliar deve o fazer de forma mais clara possível. Não é recomendado o ASB receber os pacientes com uma linguagem rebuscada ou técnica demais. A comunicação deve ser adequada a todos os tipos de clientes. 3. Cuide da sua imagem Outra dica para o ASB receber os pacientes nas clínicas e consultórios odontológicos é apostar na sua imagem pessoal. E aqui novamente não podemos deixar de lado a postura profissional. O profissional Auxiliar de Saúde Bucal está em uma área que exige asseio, e deve mostrar isso já na sua aparência. Uniforme alinhado e limpo são requisitos básicos na área da saúde. A organização também é necessária. Além da imagem pessoal, o local de trabalho deve mostrar este asseio e também a maneira de atuação de determinada equipe. Se o atendimento preza pelo bem-estar dos pacientes, o ambiente de espera deve se mostrar acolhedor, da mesma forma que o ASB. As dicas são simples, mas essenciais para manter a fidelidade dos clientes. Com um mercado com tantas opções de profissionais da Odontologia, a retenção dos pacientes é fundamental. Aposte em um atendimento de qualidade, que encante seus pacientes. Quero ingressar no Curso ASB!
Ética do ASB: qual a postura adequada?

Faz parte do dia a dia do consultório odontológico: é comum o Auxiliar de Saúde Bucal se deparar com situações em que fica na dúvida de que postura adotar. Claro que a ética do ASB não é diferente da ética de outros profissionais, mas existem algumas orientações que podem ajudar e outras bem específicas. Não somente na vida profissional, a ética deve pautar as atitudes de todo ser humano no seu dia a dia em sociedade, pois é composta basicamente de um conjunto de valores que visa estabelecer uma convivência saudável. A ética do ASB, especificamente, está sujeita também ao código de ética da odontologia. Ela serve para todos os profissionais ligados a saúde bucal, sejam eles os cirurgiões dentistas, técnicos ou auxiliares. O Código de Ética da Odontologia está em vigor desde 2012, mas já há uma discussão para atualizar essa norma e “adequá-lo aos costumes atuais da sociedade, ao mercado de trabalho e aos novos procedimentos e técnicas odontológicas, e para dirimir interpretações dúbias, excluir incongruências e contemplar temas omitidos”. Apesar das mudanças estarem acontecendo de forma cada vez mais rápida, há valores morais que não podem ser alterados. Neste artigo vamos debater sobre o papel do Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e as posturas que são adequadas à profissão. A ética do ASB é essencial para manter a qualidade na área 1. Atuar em condições dignas e seguras Os índices de desemprego no Brasil bateram recordes nos últimos meses no Brasil. Mas mesmo com as dificuldades de se encontrar uma colocação no mercado de trabalho, o ASB não deve aceitar atuar em estabelecimentos que não lhe deem condições dignas. Conforme o Código de Ética da Odontologia é um direito do profissional da área “recusar-se exercer a profissão em âmbito privado ou público, onde as condições de trabalho não sejam dignas, seguras e salubres”. Deve-se destacar que a segurança e a salubridade são essenciais em ambientes de saúde, podendo colocar em risco a saúde de pacientes e da equipe de profissionais. Portanto o ASB não deve aceitar atuar contra seus princípios de colocar o bem estar dos pacientes em primeiro lugar. Atuar da melhor maneira dentro dos princípios do ASB na ética odontológica é dever deste profissional. Outro dever do Auxiliar é que – ao se deparar com situações como as apontadas acima, além de recusar atuar – é comunicar aos Conselhos Regionais de Odontologia (CRO) sobre o exercício ilegal. 2. Trabalhar com registro profissional Desde 2008, o Auxiliar de Saúde Bucal deve contar com registro profissional do Conselho Federal de Odontologia (CFO) para atuar na área. Portanto o trabalho sem tal registro é uma das práticas não condizentes do ASB na ética odontológica. O registro profissional é conseguido após a realização e conclusão de um curso profissionalizante, que deve contar com um mínimo de carga horária e com a realização de um estágio supervisionado na área. De acordo com o Código de Ética os profissionais devem manter atualizados os conhecimentos para seu exercício, além de conhecimentos técnico-científicos, e culturais necessários a seu pleno desempenho. 3. Realizar atividades condizentes com sua profissão Com a regulamentação da profissão do ASB vieram as delimitações de suas atividades. Portanto, os Auxiliares devem respeitar o que diz a legislação profissional sobre as suas atividades em consultórios odontológicos, ou outros ambientes voltados à saúde bucal, e se negar a realizar atividades que não sejam de sua competência. 4. Manter sigilo profissional Comentar sobre os casos ou sobre os assuntos conversados durante uma consulta odontológica. Esse comportamento é contrário ao que se espera da ética do ASB. O sigilo profissional deve pautar a atuação de todos, e na saúde essa é uma das premissas básicas, já que pode comprometer a vida dos pacientes atendidos. Quero ingressar no Curso ASB!
3 motivos para contratar um ASB recém-formado

Um auxiliar de saúde bucal mais experiente ou um recém formado? Muitos dentistas enfrentam essa dúvida na hora de contratar. A reclamação comum entre os jovens que não conseguem colocação no mercado de trabalho é que os contratantes exigem experiência para a contratação. E como estão em busca do primeiro emprego, ainda não contam com este pré-requisito do mundo profissional. Não é a toa que os índices de desemprego são maiores entre os jovens de 15 a 24 anos. Nesta idade, o índice de desemprego é três vezes maior do que entre os adultos. Se a reclamação dos jovens é a falta de experiência, por outro lado a queixa dos contratantes é a baixa autoestima dos jovens – que acham que não são capazes de concorrer com os demais pelas vagas de trabalho – além da falta de qualificação profissional. Já citamos aqui em nosso blog a possibilidade dos jovens se inserirem no mercado de trabalho por meio de cursos de formação profissional, pois estes preparam o aluno para vagas específicas e que necessitam de trabalhadores. Uma das possibilidades é a realização de um curso de formação de Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). Mas porque os dentistas ou clínicas odontológicas irão contratar um ASB recém-formado, em vez de um que já conta com experiência e já saberá muito sobre a atividade profissional? Neste artigo elencamos alguns motivos: 1. Conhecimentos ‘fresquinhos’ O ASB recém-formado acabou de concluir o seu curso de formação de Auxiliar de Saúde Bucal, portanto acabou de adquirir novos conhecimentos. Conhecimentos que estarão ‘fresquinhos’ em sua memória. No curso de formação, ele aprendeu sobre todos os aspectos de sua nova profissão no mercado de trabalho, onde inicia e onde finaliza a sua atuação no consultório odontológico. Ele ainda adquiriu conhecimentos sobre a anatomia bucal, sobre urgências e emergências e os aspectos éticos da sua profissão. Alguns dentistas ainda podem ter um certo receio de contratar outros profissionais da odontologia para exercer atividades em suas empresas, mas tais funções surgiram para facilitar o trabalho do profissional graduado e otimizar o atendimento junto aos pacientes. Além disso, o ASB recém-formado conta com a certificação adequada para exercer legalmente a sua atividade, com certificado e carteira profissional junto ao Conselho Regional de Odontologia (CRO) de seu estado de atuação. 2. ASB recém-formado estará ávido por aprender Além de contar com os conhecimentos repassados por professores e tutores dos cursos de formação profissional, o ASB recém-formado estará ávido por obter mais conhecimento junto à sua equipe odontológica, e, principalmente, junto ao cirurgião dentista. Um profissional que acabou por entrar no mercado de trabalho certamente pretende atuar da melhor maneira possível. E para isso quer contar com informações privilegiadas provenientes do cirurgião-dentista. 3. Dentista ensinará da sua forma Com um ASB recém-formado ávido em aprender, o dentista lhe ensinará a forma que ele costuma atuar em sua clínica ou consultório odontológico. Desta maneira o seu colaborador atuará em consonância com a sua equipe, otimizando os serviços prestados junto ao paciente. Este sincronismo será benéfico não somente ao cirurgião-dentista, mas também aos pacientes atendidos, que, com certeza, perceberão as atividades em conjunto. Viu só como a contratação de um ASB recém-formado pode valer a pena em seu consultório ou clínica odontológica? Fique atento, pois pode ter um profissional aguardando essa oportunidade para atuar da melhor maneira possível e ajudar seu empreendimento a se destacar. Quero ingressar no Curso ASB!
Anatomia Bucal: O que o ASB precisa saber

ASB precisa saber Lábios, dentes, gengiva, língua, bochechas, palato duro, palato mole. Basicamente é essa a composição da anatomia bucal de todos os indivíduos. E a sua composição é de conhecimento da grande maioria das pessoas, já que a cavidade bucal é bem visível. O básico é de conhecimento geral, mas as pessoas que atuam em prol da saúde bucal dos indivíduos devem ter um conhecimento mais aprofundado sobre o assunto, além das partes em que a boca é dividida. E quando falamos de pessoas que atuam em prol da saúde bucal, não estamos nos referindo somente aos dentistas. Toda a equipe odontológica deve contar com conhecimentos acerca das estruturas bucais. Ainda mais nos tempos da atualidade, em que os pacientes fazem toda uma pesquisa antes de procurar pelos profissionais da saúde. E nos consultórios e clínicas odontológicas, a primeira pessoa que o paciente irá se deparar e questionar não será o cirurgião-dentista, e sim o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). Não ficará uma situação muito confortável se o paciente souber mais que o profissional. Não queremos dizer que o ASB deve ter conhecimento sobre tudo que diz respeito à Odontologia, mas ao menos os aspectos relacionados a anatomia e saúde bucal dos pacientes. E quando não souber, sem problemas. Basta falar ao paciente que saberá a resposta o mais breve possível. Deixa-lo em dúvida, e com a confiança abalada quanto ao profissional escolhido, não está entre as opções. Por isso preparamos este artigo para mostrar as informações básicas que o ASB precisa saber sobre a Anatomia Bucal. Acompanhe: Início do sistema digestivo É na cavidade bucal que tem início o sistema digestivo dos indivíduos. Ao colocarmos os alimentos na boca, os dentes iniciam a sua função neste sistema. E cada grupo deles apresenta uma função específica, que o ASB precisa saber. Os dentes incisivos servem para cortar os alimentos, os pré-molares para o processo de trituração, e os molares para a chamada pulverização dos alimentos, quando estes se tornam minúsculas partículas antes da formação do bolo alimentar. Aqui lembramos que os indivíduos adultos costumam contar com 32 dentes (sendo 12 molares, contando os quatro sisos; oito incisivos, oito pré-molares e quatro caninos). Ainda se tratando do sistema digestivo, a língua tem grande contribuição. É com ela que conseguimos mover os alimentos e fazer sua trituração adequada. É também por meio dela e suas papilas gustativas que as pessoas conseguem sentir o gosto dos alimentos. A língua é o músculo mais forte do organismo humano. O ASB precisa saber sobre as partes limitantes da cavidade bucal Entre outras questões que o ASB precisa saber, são os limites da cavidade bucal. Os limites laterais são as bochechas, o inferior é o assoalho da boca, no qual a língua está ligada. Já o limite superior da cavidade bucal está no palato duro – mais conhecido como céu da boca -, e mole – parte posterior onde está localizada a úvula e os arcos palatoglosso e palatofaríngeo, antes da chegada do istmo da garganta. Também há o limite frontal com os lábios. Glândulas salivares A saliva exerce função importantíssima na boca das pessoas, e não somente para ajudar no seu sistema digestivo. O ASB precisa saber a importância da saliva para a saúde bucal de seus pacientes. Ela ajuda na limpeza natural dos dentes, evitando o aparecimento de cáries, e também evita o mau-hálito. Desde, é claro, que os cuidados com a higiene sejam mantidos regularmente. A produção de salivas na cavidade bucal só é possível devido às glândulas salivares, que compõe a cavidade bucal. São diversos os grupos de glândulas salivares, e elas são divididas em sublingual, submandibular e a parótida, a maior delas. Essas são questões básicas sobre a anatomia da boca que o ASB precisa saber. É claro que existem outras estruturas, e ainda a dinâmica delas que devem ser apreendidas. Mas isso requer estudos por parte do Auxiliar de Saúde Bucal, ou a experiência ao atuar ao lado do dentista. Quero ingressar no Curso ASB!
Você já ouviu falar da Odontologia Desportiva?

Odontologia Desportiva Com certeza você já viu algum dos jogadores de futebol dos grandes times ou os boxeadores utilizando protetores bucais. Essa prática começou a ser utilizada a pouco tempo com a Odontologia Desportiva, mas vem se popularizando entre os atletas, e não somente os do futebol ou do boxe. Elas servem para reduzir os riscos do impacto com o esporte, mas também tem outras funções. Estudos apontam que problemas de saúde bucal prejudicam o desempenho dos atletas durante a prática esportiva. Pesquisadores da Unicamp dizem que o desempenho dos esportistas pode diminuir em até 21% se houver alguma alteração na cavidade bucal. Uma das alterações que pode diminuir o desempenho dos atletas, e que é corrigida com o uso da placa dentária que citamos no início desse artigo, é a má-oclusão. Uma disfunção na mordida acarreta alterações em todo o corpo do atleta. Até as dores na coluna podem ter sua causa iniciada na boca. Respiração bucal exige esforço extra Além disso, a respiração é afetada com a má-oclusão, e o uso da placa auxilia com uma melhoria significativa. Ao contar com dificuldade na respiração, as pessoas acabam por respirar pela boca, o que exige um esforço extra. Situação nada favorável para os atletas, que devem concentrar todos os seus esforços nas competições. O protetor bucal e a redução dos riscos do impacto Como destacamos, o uso do protetor bucal pelos atletas ajuda a reduzir, e muito, os riscos do impacto que algumas modalidades esportivas trazem. Conforme a Academia Norte-Americana de Odontologia Desportiva, o uso de protetores bucais reduz em até 80% o risco de perda dentária durante a prática esportiva. Apesar deste dado, ainda são poucos os atletas que utilizam os protetores bucais. No Brasil, o uso só é obrigatório na prática esportiva do boxe. Países da Europa e também os Estados Unidos já ampliaram a obrigatoriedade para outros esportes que oferecem riscos. Esportes acarretam traumas orofaciais E por ainda não ser uma prática convencional nos esportes é que ocorre grande parte dos traumas orofaciais. Sendo a terceira maior causa vista nos hospitais. Conforme a Associação Brasileira de Odontologia Desportiva (Abrodesp), varia de 33% a 56% as chances dos atletas contarem com contusões ao longo da carreira. Número esse que poderia diminuir significativamente se o uso dos protetores bucais fosse mais recorrente entre os atletas. Importante ressaltar que os protetores bucais mais adequados são aqueles confeccionados pelos profissionais da Odontologia, respeitando os moldes da cavidade bucal de cada atleta. Odontologia Desportiva além dos protetores bucais Apesar de importantíssimo, não é somente quanto ao uso de protetores bucais que o trabalho da Odontologia Desportiva tem relevância. A saúde geral do indivíduo depende de todos os demais sistemas do organismo, e também de sua saúde bucal. Especialistas apontam que a simples rotina de higiene bucal pode afetar a vida dos atletas. Isso porque uma boca mais propensa a infecções pode acarretar em uma pré-disposição para outras infecções do organismo e ainda prejudicar a recuperação em casos de lesões, por exemplo. Focando no melhor desempenho dos atletas, e em todas as situações relatadas no artigo, é que muitos profissionais estão se especializando na Odontologia Desportiva. No Brasil, a discussão ainda é recente, mas está tomando corpo por meio da Abrodesp, e das Comissões criadas para debater o tema nos Conselhos Regionais de Odontologia (CRO’s). Quero ingressar no Curso ASB!
ASB: Saiba como manter o estoque do consultório odontológico

estoque do consultório odontológico Eles geralmente estão escondidos nos consultórios e nas clínicas odontológicas. Mas os estoques são imprescindíveis para o bom funcionamento deles. Imagina um dentista ter que parar uma consulta ou tratamento no meio pela falta de algum tipo de material. Não tem condições, não é? Assim como todos os demais processos nos consultórios odontológicos, a manutenção dos estoques necessita de organização e planejamento. Isso para que não faltem materiais, e também para que não haja desperdício no estoque do consultório odontológico. Nos consultórios que contam com uma equipe formada, composta pelo cirurgião-dentista e pelo Auxiliar de Saúde Bucal (ASB), é o segundo profissional o responsável pela manutenção do estoque. Mas isso deve ser feito, pelo menos nas primeiras vezes, com a ajuda do profissional responsável pela clínica, pois este deve avaliar e conhecer as entradas e saídas de seu empreendimento de saúde bucal. Controle do tempo de duração do estoque do consultório odontológico O planejamento das entradas e saídas de materiais do estoque do consultório odontológico será imprescindível para seu controle. O ASB deve manter todas as informações atualizadas de quando o fornecedor entregou os materiais e o tempo em que o dentista os utilizou, ou quantas consultas puderam ser realizadas com aquele determinado fornecimento. Com este controle em mãos é possível saber a hora certa de contatar o fornecedor. Isso já contando com possíveis atrasos na entrega dos materiais. Para isso, os profissionais podem utilizar planilhas, ou contar com a ajuda de aplicativos, que estão facilitando os processos nos empreendimentos de saúde bucal. Negociação com fornecedores de materiais odontológicos Um planejamento adequado permitirá ainda uma boa negociação com os fornecedores de materiais odontológicos para a manutenção do estoque do consultório odontológico. Uma compra de última hora pode significar preços mais altos, ou até mesmo o risco de não encontrar o material em questão. Já as compras planejadas, com fornecedores de confiança podem significar economia e otimização de recursos. Mas devemos ressaltar que compras planejadas não significam um estoque que não acaba mais. Essa situação pode acarretar muitos desperdícios. Prazos de validade devem ser monitorados Uma das questões importantíssimas que devem ser levadas em conta na organização do estoque do consultório odontológico é o prazo de validade dos materiais a serem comprados e armazenados. Os materiais que contam com prazos menores de validade não devem contar com grandes estoques, para que os profissionais não corram o risco do desperdício. Jogar material fora será o mesmo que jogar dinheiro fora. Na hora da organização desses materiais é importante que o ASB deixe os materiais que contam com prazos de validade menores mais a frente no estoque do consultório odontológico, assim eles serão utilizados antes que aqueles que contam com prazos um pouco maiores. Materiais e medicamentos com versões mais atualizadas Uma compra muito grande pode ser prejudicial ao deixar os materiais do estoque do consultório odontológico obsoletos. Com muitas pesquisas sendo realizadas diariamente, o dentista corre o risco de seu fornecimento já contar com versões melhores no mercado, o que o deixará atrás do concorrente que tiver utilizando material ou medicamento mais moderno. A organização e o planejamento na compra de materiais do estoque do consultório odontológico pode trazer economia e otimização de recursos. Para não correr riscos, o ASB deve estabelecer uma rotina para realizar verificação. Quero ingressar no Curso ASB!