ASB e secretariado: como conciliar as duas funções

A divisão de tarefas, assim como em qualquer empresa, é também importante nos consultórios odontológicos. Só que há clínicas que não têm recursos suficientes para contratar um Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e uma secretária (o) ao mesmo tempo. Não é o fim do mundo, viu?! Separamos dicas para conciliar as funções de ASB e secretariado. Uma das tarefas de secretariado que o Auxiliar de Saúde Bucal pode desempenhar é o acolhimento e a preparação de quem chega ao consultório para ser atendido. Antes da consulta, o profissional deve coletar um breve histórico do paciente para que o dentista saiba o que o espera. Esse bate-papo prévio pode otimizar o tempo na clínica. Outra atividade compartilhada por ASB e secretariado é a organização da agenda da clínica. O dentista que tem uma programação organizada tem controle sobre a sua rotina. E, como já vimos no blog, organização é sinônimo de tempo otimizado! Sem contar que ajudar na gestão da clínica faz parte, desde sempre, do papel do Auxiliar de Saúde Bucal. Então, nos horários vagos, se for possível, o ASB pode ainda confirmar ou agendar novas consultas. Uma terceira função que pode ser comum entre ASB e secretariado é o controle financeiro: separar e catalogar as contas do consultório odontológico, cuidar da receita, registrar o que entra e o que sai do caixa… A recomendação é a de, antes, uma boa conversa com o dentista para que a melhor forma de administrar o dinheiro seja definida. Apesar de ASB e secretariado terem, cada uma, a sua importância em uma clínica, não podemos esquecer que um ASB pode cumprir tarefas de uma secretária, mas uma secretária não pode cumprir todas as tarefas de um ASB. A profissão de Auxiliar de Saúde Bucal é regulamentada e exige registro junto ao Conselho Regional de Odontologia (CRO). Para ter a inscrição no CRO, é preciso formação em um curso específico. Agora, se você atua no secretariado e quer investir na carreira de ASB, nós ajudamos! Leia mais no nosso blog sobre como impulsionar a sua vida profissional. Quero ingressar no Curso ASB!
Contaminação cruzada: veja 4 dicas para evitá-la

O paciente que procura um consultório odontológico está preocupado com a saúde bucal. Agora, já imaginou se ele, que foi à clínica para tratar uma cárie, volta de lá com uma doença mais grave, como hepatite ou HIV?! Não, não é exagero. A contaminação cruzada pode ser perigosa, mas a gente explica como prevenir. Mas, antes das dicas, o que é contaminação cruzada? É quando o dentista, o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) ou outro profissional da área de saúde bucal faz o transporte de micro-organismos (vírus e bactérias, por exemplo) de um objeto infectado para outro que não está. Separamos quatro orientações para você colocar em prática e evitar a contaminação cruzada: 1. Equipe-se! Use equipamentos de proteção individual: luvas, batas, máscaras, óculos… É importante usá-los, principalmente, quando você entrar em contato com secreções do paciente. Também evite tocar os objetos limpos, como uma maçaneta, com as luvas sujas. 2. Abuse das barreiras impermeáveis Coloque barreiras impermeáveis nos móveis do consultório. A cadeira odontológica deve ser um deles. Depois do atendimento, jogue as barreiras impermeáveis no lixo e limpe os móveis em que elas estavam com desinfetante. 3. Esterilize corretamente Separe todos os instrumentos odontológicos contaminados para que eles sejam esterilizados. A higienização deve ser feita logo depois da consulta. Veja aqui 5 dicas para uma esterilização eficiente e muito cuidado na hora de guardar os materiais! 4. Lave bem as mãos Lave bem as mãos antes de tocar o paciente e de qualquer procedimento; depois da exposição a fluidos corporais e de tocar o paciente; e sempre que tocar superfícies próximas ao paciente. Você pode limpá-las com água e sabonete e também com preparações alcoólicas. Leia mais aqui sobre como lavar as mãos corretamente. Prevenir a contaminação cruzada é importante não só para a saúde dos pacientes, mas também para quem trabalha no consultório odontológico, viu?! Veja ainda no nosso blog dicas de como manter a clínica organizada.
4 siglas que o ASB deve saber de cor

ASB, TSB, CRO, CFO… O Auxiliar de Saúde Bucal pode até saber o significado literal de cada sigla. Mas como surgiu a nomenclatura ASB? Quais as diferenças entre um ASB e um TSB? Para quê serve o CRO? Quem faz parte do CFO? Veja abaixo quatro siglas que o ASB deve saber de cor (e uma breve explicação sobre elas): ASB – Auxiliar de Saúde Bucal ASB é a primeira das três siglas que o ASB deve saber de cor. Parece óbvio um ASB saber o que significa ABS, não é mesmo?! Mas e como surgiu o termo Auxiliar de Saúde Bucal? O ASB já recebeu diferentes nomes durante toda a história da profissão: Auxiliar de Odontologia, Auxiliar de Consultório Dentário (ACD), Auxiliar de Higiene Dental (AHD), Auxiliar de Dentista…. Em 2008, com a regulamentação do trabalho, a categoria ganhou nova nomenclatura. Além da regularização da atividade, a opção de trabalhar em outros lugares que não sejam consultórios odontológicos influenciou essa mudança de nome. Hoje, por exemplo, um ASB pode atuar em uma clínica especializada em radiologia odontológica. TSB – Técnico de Saúde Bucal Auxiliar em Saúde Bucal e Técnico em Saúde Bucal (TSB) não são a mesma profissão. Vamos às principais diferenças? O tempo de formação: o curso para TSB requer um período maior de dedicação. As atividades: a função do ASB é mais de preparação. É ele quem separa e higieniza os materiais odontológicos e também recepciona e organiza os documentos dos pacientes. Já o TSB faz pequenos procedimentos em pacientes, como a aplicação de flúor e remoção de sutura. O salário: a remuneração de um TSB pode ser de R$ 200 a R$ 500 mais alta do que a de um ASB. O curso de Auxiliar de Saúde Bucal pode ser a porta de entrada para quem quer seguir a carreira como Técnico em Saúde Bucal. Por isso, TSB é uma das siglas que o ASB deve saber de cor. CRO – Conselho Regional de Odontologia / CFO – Conselho Federal de Odontologia No Brasil, cada estado e o Distrito Federal têm o seu próprio Conselho Regional de Odontologia (CRO). Eles regulam as atividades ligadas à odontologia e integram o Conselho Federal de Odontologia (CFO). Dentistas, Auxiliares de Saúde Bucal e Técnicos de Saúde Bucal (TSB) estão entre os profissionais que devem ‘prestar contas’ a eles. O fiscais do CRO fazem visitas aos consultórios odontológicos para verificar se todos os profissionais têm a qualificação e o registro exigidos. Caso não possuam, cabe multa aos empreendimentos e a trabalha no local. O Conselho Regional de Odontologia também tem como objetivo fortalecer e valorizar os profissionais da odontologia. De que jeito? Organizando campanhas, atos normativos e encontro de profissionais. O CRO ainda oferece a opção de pesquisa. No site de cada regional (e também do CFO), é possível consultar o registro de todos os profissionais da área. Por conta de tanta importância, CRO e CFO são duas siglas que o ASB deve saber na ponta da língua! Quero ingressar no Curso ASB!
5 dicas para uma esterilização eficiente

A esterilização eficiente dos instrumentos odontológicos deve ser feita logo depois de cada consulta. Já foi provado que itens que ficam na bandeja do dentista – para cirurgia ou outro tratamento qualquer – podem ser contaminados por micróbios mesmo que nem tenham sido usados! Assim, gripe, pneumonia, herpes, hepatite, HIV e outras doenças podem passar da boca de um paciente para a de outro! Já pensou?! Então, para ter uma esterilização eficiente, tarefa de responsabilidade do Auxiliar de Saúde Bucal (ASB), é importante seguir algumas dicas: Limpeza A limpeza rigorosa dos materiais odontológicos é indispensável para uma esterilização eficiente. A presença de óleos, gorduras, sangue, pus e outras secreções protege os micro-organismos contaminantes do esterilizante. Por isso, antes de tudo, com as mãos sempre limpas, é preciso lavar todos os itens com soluções desencrostantes e fazer o enxágue abundante em água potável e corrente. Uma dica é observar a natureza dos artigos e o grau de sujeira, evitando misturá-los. Seleção da embalagem Os utensílios devem estar limpos, secos e separados antes de serem embalados; os que tiverem defeitos precisam ser substituídos, viu?! Os invólucros devem permitir o contato dos artigos com o esterilizante, bem como mantê-los livres de micróbios durante a estocagem. As características que devem orientar a seleção de uma embalagem para uma esterilização eficiente são: impermeabilidade a partículas microscópicas, resistência à ruptura e flexibilidade. Montagem dos pacotes Os materiais devem ser preparados, montados e embalados conforme o tipo de invólucro e o processo de esterilização indicado. Na confecção das embalagens, é preciso tomar alguns cuidados. Para uma esterilização eficiente, é importante não misturar instrumentos metálicos, bandejas, bacias e artigos de borracha com roupas. Também é recomendado desmontar seringas e empacotar luvas com uma gaze dentro do punho. Pinças, tesouras e outros instrumentais de hastes duplas precisam ficar abertos com ganchos especiais. A montagem dos pacotes também deve incluir a identificação na parte externa. Como fazer a esterilização? O método físico mais usado e indicado para uma esterilização eficiente na odontologia é o calor úmido, por meio de autoclave. Métodos químicos devem ser utilizados apenas quando os físicos não puderem ser realizados. Estocagem Depois da esterilização, a estocagem dos pacotes precisa ser feita em condições ambientais adequadas. Os pacotes esterilizados devem ter a data de vencimento da esterilização; os de vencimentos mais próximos devem sair primeiro do estoque. É recomendado que o ASB, todos os dias, avalie as condições de estocagem e faça o reprocessamento dos pacotes que estiverem vencidos. ! Quero ingressar no Curso ASB!
Veja 5 dicas para o ASB otimizar o tempo

O trabalho do Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) está diretamente ligado à eficiência da clínica odontológica. Um ASB que quer otimizar o tempo no consultório é organizado: mantém em ordem a agenda, as documentações, os equipamentos e os instrumentos, o estoque, as finanças… Abaixo, listamos dicas de como organizar tudo isso e otimizar o tempo no consultório! 1. Manter a agenda organizada O dentista que tem uma agenda organizada tem controle sobre a sua rotina. E o Auxiliar de Saúde Bucal pode ser o responsável por mantê-la atualizada, já que também auxilia na gestão do consultório odontológico. Uma dica para otimizar o tempo no consultório é anotar, além do nome e do telefone do paciente, o que deve ser feito durante a consulta e quanto tempo, em média, ela deve durar. Assim, a probabilidade de um efeito cascata – ou seja, um atendimento atrasado prejudicando todos os outros – é quase nula. O ASB também pode separar um tempinho entre as consultas. Às vezes, surgem situações de última hora, como um paciente que fraturou um dente e precisa ser atendido imediatamente. Sem o intervalo, os horários seguintes podem ser comprometidos. Caso o tempo não seja usado em uma emergência, o dentista e a equipe podem aproveitar para resolver assuntos pendentes da clínica. 2. Manter a documentação dos pacientes organizada O prontuário odontológico de um paciente pode ter inúmeros documentos, especialmente se são anos e anos de acompanhamento com o mesmo dentista ou se o tratamento odontológico é complexo. Para organizá-los, o ideal é encontrar um local específico para guardar tudo. Depois, basta arrumar os documentos por paciente e utilizar pastas específicas para cada um. O ASB moderninho também encontra soluções de ordenação na internet. É possível salvar os documentos na nuvem (cloud computing) e também recorrer a softwares específicos, como o Simples Dental, que é de graça! 3. Manter o estoque organizado Organizar o estoque é extremamente importante para que o consultório odontológico ofereça um atendimento de qualidade. Já pensou se, minutos antes de extrair um dente do paciente, o dentista nota que o anestésico acabou? Então, #partiu conferir resina, cimento, alginato, clareadores, medicamentos, instrumentais, películas, descartáveis, saneantes… De quanto em quanto tempo? Cada consultório odontológico tem uma rotina. Por isso, a frequência deve ser estabelecida conforme cada realidade. 4. Manter os equipamentos e os instrumentos odontológicos organizados A organização dos equipamentos e dos instrumentos odontológicos também é responsabilidade do ASB – quando não há um instrumentador cirúrgico odontológico. Durante um mesmo atendimento, muitos materiais são usados. Por isso, eles devem estar acessíveis e organizados para otimizar o tempo no consultório. Uma maneira de arrumá-los é separando por setor: ortodontia, limpeza bucal, reconstrução etc. É fundamental que o ASB também fique atento à higienização dos objetos, que deve ser imediata. Sem preguiça, viu?! A sujeira endurece e o sangue coagula, o que pode deixar a limpeza mais difícil. 5. Manter as finanças organizadas As tarefas acima fazem parte do trabalho diário ASB. Pode caber a esse profissional, ainda, a organização financeira da empresa. Separar e catalogar as contas do consultório odontológico, cuidar da receita, registrar o que entra e o que sai do caixa são métodos para cuidar do dinheiro da empresa. A recomendação é a de que haja uma boa conversa com o dentista para que ambos estabeleçam a melhor forma de manter a organização financeira da clínica. Quero ingressar no Curso ASB!
ASB irregular: quais as consequências?

Você sabia que, além de prejudicar os pacientes e o dentista, o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) que atua informalmente também prejudica a si mesmo? As consequências são sérias para o ASB irregular e envolvem desde a proibição de trabalhar na área até multas e prisão. Também tem prejuízo no bolso! Veja abaixo outros quatro problemas que o ASB irregular – que não é formado no curso específico e devidamente registrado no Conselho Regional de Odontologia (CRO) – pode enfrentar: 1. Aposentadoria O ASB irregular perde o direito de contagem de tempo para a aposentadoria, já que o emprego informal não consta na sua Carteira de Trabalho. Assim, a atividade não conta, oficialmente, como exercida. 2. Seguro Desemprego O Seguro Desemprego é um dos mais importantes benefícios que o trabalhador tem direito. Quando a Carteira de Trabalho de um empregado é assinada, o empregador paga impostos; parte deles é para essa assistência financeira temporária. Na situação do ASB irregular, a contribuição não é feita e a renda que seria destinada para o Auxiliar de Saúde Bucal simplesmente não existe. 3. Licença-maternidade No caso do ASB irregular, não há um vínculo empregatício formal. Desamparada legalmente, a Auxiliar de Saúde Bucal grávida pode até ser demitida. 4. Trabalho dobrado O Auxiliar de Saúde Bucal que trabalha legalmente tem as atividades pré-determinadas pela descrição do cargo, assim que Carteira de Trabalho é assinada. Quem contrata, muitas vezes, sabe muito bem quais são elas. Entretanto, há empregadores que insistem em adicionar à rotina do empregado tarefas que envolvem secretariado e limpeza geral, por exemplo. O acúmulo de funções é ilegal! Porém, o ASB irregular não pode fazer uma reclamação oficial e nem exigir uma indenização pelo trabalho dobrado. Fique legal! 🙂 Viu só como trabalhar informalmente como Auxiliar de Saúde Bucal pode trazer um baita prejuízo financeiro? A dica é evitar trabalhar em locais que não exigem o certificado de ASB. Não coloque sua carreira (e o seu orçamento) em risco! Hoje, já é possível fazer o curso de Auxiliar de Saúde Bucal sem sair de casa. Quero ingressar no Curso ASB!
O que faz o Auxiliar de Saúde Bucal antes, durante e depois da consulta?

Sob supervisão de um dentista, o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) trabalha na promoção, na prevenção e na recuperação da saúde bucal. A profissão é regulamentada pela Lei 11.889/2008 e exige registro junto ao Conselho Regional de Odontologia (CRO). Para ter a inscrição, é preciso fazer o curso de Auxiliar em Saúde Bucal. E depois de formado no curso, o que, na prática, faz um ASB? Veja algumas atividades desempenhadas pelos profissionais antes, durante e depois de uma consulta odontológica: Antes: acolhimento e preparação do paciente é função do auxiliar de saúde bucal O Auxiliar de Saúde Bucal acolhe e prepara o paciente assim que ele chega ao consultório. Coletar um breve histórico para que o dentista saiba o que o espera é fundamental. O ASB deve sempre ouvir os medos e anotar as dúvidas do paciente! As necessidades de quem procura um tratamento de canal são diferentes das do paciente que pretende alinhar o sorriso com um aparelho ortodôntico, por exemplo. E essas especificidades podem ser facilmente descobertas em um bate-papo entre o Auxiliar de Saúde Bucal e o paciente. Toda essa preparação antes da consulta otimiza o tempo do dentista. Também deixa o atendimento mais dinâmico e pessoal. Durante: auxílio ao dentista nas consultas e nos procedimentos O ASB também auxilia (e muito!) o dentista durante a consulta. Fazer o molde da arcada dentária do paciente é só um dos exemplos de procedimentos que podem ser feitos pelo profissional. Em geral, durante o atendimento odontológico, o Auxiliar de Saúde Bucal ajuda o paciente em atividades de higiene bucal; auxilia e instrumenta o dentista nas intervenções clínicas; e também manipula materiais de uso odontológico sempre que necessário. Depois: assistência na gestão do consultório O trabalho do ASB não termina quando a consulta do paciente acaba! Agora, é hora de dar uma assistência na gestão do consultório. Um jeito de ajudar é organizando os arquivos dos pacientes. Manter os dados atualizados colabora na administração do consultório e também facilita o trabalho do dentista. Depois da consulta, o profissional também fica responsável por medidas de biossegurança no armazenamento, no transporte, no manuseio e no descarte de produtos usados na consulta. O Auxiliar de Saúde Bucal ainda investe em ações para evitar infecções na clínica. É importantíssimo minimizar os riscos de contaminação do paciente e de quem trabalha no local.
ASB: como encantar os clientes dos consultórios

Encantar os clientes é missão de todo mundo que trabalha com atendimento, seja na área do comércio ou na prestação de serviços. Desde para comprar um sapato ou ser atendido em um consultório odontológico, os clientes querem boas experiências. No comércio, os vendedores cada vez mais tem a função de otimizar a experiência dos consumidores. E nos consultórios odontológicos? Lá, o atendimento diferenciado irá depender de toda a equipe de saúde bucal, da secretária até o cirurgião dentista. Mas o profissional que mais realiza o contato direto com os pacientes hoje nas clínicas e consultórios dentários é o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB), responsável pelo seu acolhimento. Este acolhimento pode fazer toda a diferença no atendimento do paciente como um todo. Mais do que acolher, o ASB pode encantar os clientes de uma clínica ou consultório odontológico, otimizando assim a sua experiência e fidelizando-os como clientes. É claro que esta atuação do Auxiliar deve estar em consonância com a postura dos demais profissionais do estabelecimento, mas o ‘encantamento’ pode fazer toda a diferença. O foco é o paciente Nada de empurrar tratamentos, desmarcar consultas em cima da hora ou ignorar a chegada do paciente na clínica. Os pacientes são o principal motivo do consultório ou clínica odontológica estar em funcionamento e o cirurgião-dentista necessitar de um ASB para auxiliar. Portanto, valorizar o paciente e focar o seu trabalho nele é fundamental. Em nosso blog já demos algumas dicas de como receber os pacientes e qual a postura adequada do ASB para isso. Aposte nelas e lembre-se que o cliente sempre busca por boas experiências, mesmo que elas venham junto com brocas e seringas carpules. Encantar os clientes começa pelos detalhes Verificar o nome do paciente que chegará a seguir é o mínimo que o Auxiliar de Saúde Bucal pode fazer. Mas há detalhes que este profissional pode se atentar para encantar a sua clientela. Um cartão de aniversário, de natal – ou até uma simples lembrancinha -pode agradar o paciente, e também fazê-lo lembrar de que está na hora de marcar novamente uma limpeza, por exemplo. Hoje, as redes sociais facilitaram e muito esse trabalho de aproximação com os pacientes. O ASB pode desfrutar desse tipo de comunicação. Dicas de saúde bucal também podem ser enviadas aos pacientes. Esses gestos podem mostrar que a sua empresa se preocupa e valoriza os clientes. Equipe em sincronia Como citamos acima, de nada adianta o ASB fazer um trabalho brilhante de encantamento e o cirurgião dentista tratar mal o paciente na hora do atendimento odontológico. A equipe de saúde bucal deve estar sincronizada no foco ao cliente. Treinamentos em equipe podem ser uma boa estratégia, assim como definir a missão do consultório, por exemplo: “Encantar os clientes” ou “Otimizar experiência dos pacientes”. E tudo isso aliado, é claro, a um trabalho sério, de qualidade. Importante ressaltar que um paciente encantado com os serviços de saúde bucal pode se tornar promotor de ‘venda’ do consultório odontológico que proporcionou a experiência diferenciada. O famoso marketing boca a boca pode alavancar os negócios, além de valorizar os serviços de toda a equipe odontológica, inclusive do ASB. Quero ingressar no Curso ASB!
Você sabe a importância da radioproteção para o ASB?

Mesmo que a tomada de raio x não esteja entre as funções do Auxiliar de Saúde Bucal (ASB), seja nos consultórios e clínicas odontológicas ou nos ambientes hospitalares, a radioproteção para o ASB é de suma importância. Isso porque o auxiliar, assim como os demais profissionais da equipe odontológica, fica frequentemente exposto à radiação. Na Odontologia, as radiografias auxiliam no diagnóstico e tratamento em diversas situações, na ortodontia, no pré e pós operatório, na exodontia. Enfim, em grande parte das especialidades, já que a maioria das doenças bucais encontra-se em tecidos duros, sendo difícil sua avaliação somente no exame clínico. Por este motivo é que em junho 1998 o Ministério da Saúde definiu a Portaria 453 que dispõe sobre as “Diretrizes de Radioproteção em Radiodiagnóstico Médico e Odontológico”, que deve pautar os trabalhos dos profissionais da saúde expostos às radiações, para que problemas não venham a ocorrer. Entre as diretrizes básicas da radioproteção para o ASB e para demais profissionais da saúde está a blindagem – com os aventais de chumbo, o tempo de exposição e a distância que o profissional deve ficar da radiação. Apesar de estudos apontarem que os níveis de radiação na odontologia são baixos, a frequente exposição pode sim trazer danos à saúde dos profissionais e pacientes, pois sua utilização inadvertida pode causar mutações do DNA contido nas células. Tipos de dispositivo utilizados para o raio X Além das regrinhas básicas da radioproteção para o ASB e demais profissionais, há outras que envolvem o tipo dos aparelhos de Raio X utilizados na Odontologia. As novas tecnologias, que dispõem de controle maior, estão disponíveis no mercado, mas não são todos os consultórios que já se adequaram a elas, por conta dos custos. Como é o caso do aparelho de raio X intraoral que deve ter um diâmetro de campo determinado, além de um cilindro localizador. Tudo isso para diminuir a dose de radiação nos pacientes. Além disso, o dispositivo de tempo mecânico não é mais permitido. E o cabo disparador deve contar com no mínimo dois metros, isso para garantir a radioproteção para o ASB e para o dentista. A Portaria 453/1998 também prevê o Controle de Qualidade dos Equipamentos de Raios-X Odontológicos. Menor tempo de exposição garante radioproteção do ASB e demais profissionais Apesar das novas tecnologias e dos cuidados tanto para a radioproteção do ASB e demais profissionais, quanto dos pacientes, ter aumentado, ainda percebe-se um alto tempo de exposição de radiação na Odontologia. Estudo realizado pelo Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD) apontou que 30% dos profissionais ainda utilizam tempo de exposição e doses maiores do que o necessário para garantir uma imagem satisfatória. Esses números já foram piores, mas há muito o que evoluir. Em 1990, eram 90% dos profissionais que utilizavam doses maiores que o necessário. Papel do ASB O papel do ASB vai além do auxílio ao cirurgião-dentista para dispor o paciente da melhor forma para a tomada radiográfica. Entre as funções deste profissional, disposta em lei, está o processamento radiográfico. E este é essencial para garantir a radioproteção de todos os envolvidos, já que erros podem demandar trabalho e radiação dobrados. Como verificamos a radioproteção do ASB é um assunto que deve ser debatido, mesmo não sendo função específica deste profissional a tomada de radiografias. Todos os profissionais envolvidos devem prezar pela sua saúde assim como prezam pela dos pacientes.
Tire suas dúvidas sobre as funções ASB e TSB

ASB e TSB: você sabe a diferença entre as responsabilidades do Auxiliar de Saúde Bucal e do Técnico de Saúde Bucal? Nesse post vamos relembrar as funções do ASB e do TSB dentro do consultório odontológico. Com a mudança na legislação desde 2008, aumentou a procura pela formação de quem sempre trabalhou dando suporte ao dentista nos atendimentos dos pacientes. Ambas são profissões relativamente novas e muito promissoras. Mas entender a diferença na atuação de cada um pode te ajudar a decidir o que é melhor pra você. É importante frisar que as duas formações podem ser complementares e fazer parte do seu plano de carreira ao longo do tempo. O papel do Auxiliar e do Técnico de saúde bucal O ASB é responsável por atividades mais preparatórias: é ele quem separa e higieniza os materiais que serão aproveitados nos procedimentos. É dele também a responsabilidade por limpar ou descartar os materiais usados. O Auxiliar em Saúde Bucal também recebe os pacientes e separa ou organiza seus documentos, como a ficha de atendimento e histórico. Já o Técnico em Saúde Bucal é responsável por pequenos procedimentos realizados no paciente: pode aplicar o flúor para limpeza dentária ou remover uma sutura, por exemplo. Ele também pode tirar as fotografias da arcada dentária, usadas para guiar os procedimentos do Cirurgião-Dentista. Diferenças salariais entre ASB e TSB Além das responsabilidades serem diferentes, há uma diferença salarial entre os dois tipos de profissional. Normalmente, na maioria dos estados, um técnico ganha um pouco a mais do que um auxiliar. E a gente explica por que: a formação exigida ao Técnico de Saúde Bucal é mais longa e suas atividades envolvem maior risco biológico e de contaminação, pois estão diretamente em contato com o paciente. Por esse motivo, a faixa salarial de um Técnico de Saúde Bucal é no mínimo de R$ 200,00 a R$ 500,00 mais alta do que a faixa salarial de um Auxiliar de Saúde Bucal. Essa característica, entretanto, não desvaloriza a atuação do ASB, que pode crescer na carreira, aumentar seu salário e se tornar ainda mais indispensável para a rotina de um atendimento odontológico. Semelhanças entre ASB e TSB Apesar das diferenças, estas duas carreiras também apresentam muitos aspectos em comum nas suas atuações. Para começar, ambas exigem o registro no Conselho Federal de Odontologia e no Conselho Regional de Odontologia. Sem este registro, não é permitido trabalhar como Auxiliar de Saúde Bucal ou Técnico. Além disso, os dois profissionais desempenham suas tarefas sempre sob a supervisão do odontologista, que é responsável pelo bem-estar e atendimento ao paciente. Escolhendo a melhor profissão para você O caminho mais fácil e natural, especialmente para quem está começando a pensar em atuar nesse ramo da saúde, seria começar trabalhando como um Auxiliar de Saúde Bucal. Essa é a porta de entrada para quem quer seguir a carreira como Técnico em Saúde Bucal ou até mesmo como odontologista. Para quem não ambiciona atender diretamente o paciente, mas gosta de atuar com foco em saúde, a carreira de Auxiliar de Saúde Bucal pode promover essa oportunidade de aprender e crescer no mercado profissional. Nos dois casos, realizar um curso preparatório é uma exigência, mas também uma forma de se destacar no mercado. Considere esse curso como um investimento no seu próprio futuro e aproveite que, neste momento, essas carreiras ainda proporcionam mais demanda do que oferta de profissionais como os odontologistas. Quem tiver a formação e o registro vai sair na frente e conquistar as melhores vagas – e é nesta posição privilegiada que você quer estar. Quero ingressar no Curso ASB!