Cirurgia bucomaxilofacial. Quem precisa?

Cirurgia bucomaxilofacial. Quem precisa?

  A procura por cirurgia bucomaxilofacial tem crescido no Brasil, como um tratamento eficaz para corrigir a arcada dentária. Em 2010, o Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial apontou que 60% da população do país necessitava de tratamento ortodôntico, sendo que 5% teria seus problemas resolvidos somente com esse tipo de cirurgia. São muitos os casos em que o tratamento deve ser indicado. Entretanto, problemas moderados em pessoas ainda em fase de crescimento tendem a ter mais êxito com o uso de aparelhos. Além disso, é possível que a melhor escolha seja aliar o uso de aparelho com a realização da cirurgia bucomaxilofacial, que atua na correção tanto dos dentes quanto dos ossos da face. Entre elas há os procedimentos voltados a traumas, cirurgia oral menor, implantodontia, ATM, cirurgias pré-protéticas e as ortognáticas. Mas quem precisa do procedimento? Contar com um queixo muito proeminente, ou queixo curto; ter apneia, enxaqueca ou dores na articulação mandibular podem apontar disfunções que podem ser corrigidas com a cirurgia bucomaxilofacial. Além da melhora estética, a saúde em geral será beneficiada com os tratamentos apontados e realizados pelos cirurgiões-dentistas e sua equipe. Cirurgia ortognática é um dos procedimentos do grupo bucomaxilofacial Como destacamos, a cirurgia ortognática é somente um dos procedimentos que pode ser tratado pelo profissional bucomaxilofacial. Esta cirurgia bucomaxilofacial é realizada para correções de deformidades dento-faciais, sendo o micrognatismo e o prognatismo. O micrognatismo é mais conhecido como a deformidade de classe II, que é quando a pessoa apresenta o queixo curto. A mandíbula, que é a parte inferior, é menor em relação a maxila. Nestes casos, o ronco noturno pode ser comum. Já o prognatismo, deformidade de classe III, é quando o queixo apresenta-se mais projetado a frente, proeminente. Em ambos os casos, a função mastigatória pode ser alterada, acarretando outros problemas de saúde, como os estomacais, por exemplo. Após uma série de exames, auxiliados pelo uso de tecnologias e programas de computador, a cirurgia ortognática é realizada em centro cirúrgico e sob efeito de anestesia geral. A recuperação dos pacientes pode variar entre 4 a 8 semanas. Traumatologia envolve a cirurgia bucomaxilofacial Casos de trauma na face também podem requerer a cirurgia bucomaxilofacial. Geralmente os mais graves estão ligados a acidentes de trânsito, mas os traumas na face também podem ser provenientes da prática de esportes, por exemplo. Para esses casos, em que há fraturas nos ossos da face, os cirurgiões-dentistas utilizam durante a cirurgia bucomaxilofacial fixações internas com o uso de parafusos e placas de titânio. Como verificamos, são diversos os procedimentos do grupo bucomaxilofacial, portanto suas indicações são variadas. Mas em casos de alterações visíveis, como dores e problemas com a articulação facial, um profissional da odontologia deve ser procurado.  Quero ingressar no Curso ASB!

Como cuidar dos dentes durante a gravidez

Como cuidar dos dentes durante a gravidez

  Descobrir a gravidez é um momento mágico, cheio de alegria e também de muitas dúvidas. O cuidado com os dentes durante as 40 semanas de gestação é fundamental para garantir a saúde bucal da mãe e também do bebê que ainda vai nascer. Nós preparamos um material especial com as dicas que você deve levar em conta ao longo de cada período da gravidez. Primeiro trimestre da gravidez  A primeira medida é contar ao seu dentista que você está grávida. Com base no seu histórico odontológico, ele pode te orientar sobre quais medidas são necessárias pelos próximos meses e o que pode esperar pra depois do parto. Se estiver fazendo clareamento dental, interrompa assim que souber da gravidez. Ainda não há um consenso entre as pesquisas científicas sobre os efeitos desse tipo de tratamento sobre o bebê. Use uma pasta de dente mais suave e uma escova mais macia, para evitar os enjoos matinais. Muitas mulheres precisam testar várias marcas até encontrar uma que não incomode, especialmente pela manhã. Se você estiver sofrendo com enjoos, uma dica valiosa é enxaguar a boca com mais frequência. Desde o início da gravidez, as mulheres ficam mais propensas a desenvolver gengivites. O inchaço é causado pelas mudanças hormonais. Segundo trimestre da gravidez Evite o consumo de doces, mesmo que você esteja com desejo (a gente sabe que é difícil) Inclua muitos alimentos com vitamina C (como suco de laranja e morangos), cálcio (leite e derivados) e vitamina B12 (como peixes e carnes) Fique de olho no chamado granuloma gravídico, que é um tipo de tumor que pode aparecer em 1% das mulheres grávidas. Apesar do nome assustar, não se preocupe, normalmente essa lesão desaparece depois do parto. Só precisa acompanhar com seu dentista. Nessa época, em caso de necessidade, a maioria dos tratamentos odontológicos é liberada, inclusive usando anestesias. É bom lembrar que essa vai ser uma avaliação do seu dentista, de acordo com as condições de cada paciente. Terceiro trimestre da gravidez Agora, nas últimas seis semanas de gestação, é bom evitar os tratamentos dentários. Em caso de urgência e muita dor, consulte seu dentista imediatamente. Aumente os cuidados com a higiene dental do cotidiano, reforce a escovação e não esqueça o fio dental. Já deixe marcada uma consulta com o odontologista pra depois que o bebê nascer.   Quero ingressar no Curso ASB!

Saiba quais as cirurgias odontológicas mais comuns

ASB na Gestão Financeira

  Cirurgias odontológicas ou cirurgias orais são todas aquelas realizadas pelo cirurgião-dentista na cavidade bucal. Elas são indicadas pelos profissionais da Odontologia para prevenir ou reabilitar a saúde bucal dos pacientes. São muitos os procedimentos possíveis de serem realizados pelos cirurgiões-dentistas. Neste post vamos citar algumas das cirurgias odontológicas mais comuns: Cirurgia oral menor A cirurgia oral menor é aquela que pode ser realizada no próprio consultório ou clínica odontológica. São aquelas que envolvem um risco menor e são bem cotidianas. É o caso da extração dentária, por meio da exodontia. A extração do dente do siso é a mais recorrente. O dente do siso aparece após a evolução da arcada dentária dos indivíduos, o que pode trazer complicações aos pacientes. Por este motivo, a retirada está entre as cirurgias odontológicas mais comuns. A cirurgia oral menor geralmente é realizada somente com a aplicação da anestesia local pelo próprio cirurgião-dentista e a recuperação dos pacientes ocorre de forma rápida. Remoções de cistos Os cistos na cavidade bucal podem ter origem congênita (desde o nascimento) ou com o desenvolvimento das estruturas bucais, como dentes e gengivas, por exemplo. Mas em ambos os casos,  a remoção é necessária por meio das cirurgias odontológicas. A retirada de um cisto também é um procedimento considerado simples, com a diferença de que este deve ser enviado para biópsia a fim de investigação. O tratamento posterior dependerá do resultado desta análise. Cirurgias odontológicas gengivais As cirurgias odontológicas gengivais são indicadas para os pacientes que desenvolveram doenças periodontais, que são aquelas nas quais a infecção bacteriana afeta os tecidos gengivais e estruturas ósseas dos dentes. Com o avanço das doenças periodontais ocorre o desenvolvimento da chamada bolsa periodontal, desenvolvida com o acúmulo da placa bacteriana abaixo da linha da gengiva. Nestes casos, a indicação mais comum entre os cirurgiões-dentistas é a realização do ‘retalho gengival’, para limpeza e redução da bolsa. Outras cirurgias odontológicas realizadas em casos de doenças periodontais envolvem a gengivectomia para remoção do excesso do tecido gengival, e a gengivoplastia para remodelagem do tecido gengival que permaneceu saudável após o desenvolvimento da doença. Enxertos ósseos para implantes dentários A colocação de implantes dentários tem crescido bastante entre as cirurgias odontológicas. Esta nova estrutura no osso maxilar envolve diversos cuidados do cirurgião-dentista e sua equipe. Isso porque o osso deve estar bem posicionado e adequado para receber o implante, que envolve o pino metálico e a colocação da coroa. O enxerto ósseo é o procedimento indicado para preparar a boca para receber o implante dentário. Em caso de ossos mandibulares ‘muito finos ou moles’, o implante pode ser malsucedido. Cirurgia ortognática As cirurgias odontológicas ortognáticas são aquelas que alteram a posição da mandíbula dos pacientes. Estas geralmente são realizadas em adultos, já que crianças e jovens podem contar com correções por meio dos aparelhos ortodônticos. A correção se faz necessária quando a posição inadequada causa dores mandibulares e também alterações na mordida dos pacientes. Para o reposicionamento, os cirurgiões-dentistas utilizam placas e parafusos de titânio, mesmo material dos implantes dentários.   Quero ingressar no Curso ASB!

Você sabe lavar as mãos corretamente?

ASB na Gestão Financeira

  Lavar as mãos já é parte do nosso dia a dia. Se você trabalha na área de saúde, é fundamental. Essa é a medida mais simples e mais barata para evitar todo tipo de contaminação, tanto para os pacientes quanto para os profissionais. Na maioria do tempo, quem atua com saúde bucal está usando luvas. Mas isso não diminui a importância de se lavar as mãos corretamente e nos momentos adequados. Tem técnica para lavar as mãos e respeitar esse passo a passo faz toda diferença. Mas antes de explicar – ou relembrar – essa técnica, vamos falar sobre os 5 momentos em que o profissional de saúde deve fazer essa higienização. A orientação é da ANVISA, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Quando lavar as mãos?  Antes de tocar o paciente Antes de realizar procedimento limpo Após exposição a fluidos corporais Depois que tocar o paciente Sempre depois que tocar superfícies próximas ao paciente Em qualquer uma dessas situações, o profissional de saúde – seja ele o próprio dentista ou o auxiliar de saúde bucal – deve lavar as mãos corretamente, uma vez que a higienização protege a equipe dos riscos de contaminação. Pesquisas científicas apontam uma grande variação na adesão dos profissionais de saúde aos procedimentos básicos de limpeza das mãos, entre 16 e 81% das equipes, o que pode favorecer a transmissão cruzada das infecções. Estudos mostram também que quanto maior a necessidade dessa higiene, menor a probabilidade dela ser feita. Os consultórios odontológicos estão no topo dessa exigência, junto com serviços de atendimento de urgência, que também têm contato direto com sangue, saliva e outros fluidos corporais. O que não pode faltar na correta higienização das mãos De acordo com a ANVISA, há basicamente dois tipos de procedimentos para higienizar as mãos, que devem ser seguidos por quem trabalha na área de saúde: usando água e sabonete e usando preparações alcoólicas (como o álcool 70 ou álcool em gel). Vamos explicar como fazer em cada uma delas. 1. Lavar as mãos com água e sabonete – 40 a 60 segundos Molhe as mãos com água. Aplique na palma da mão quantidade suficiente de sabonete líquido para cobrir todas as superfícies das mãos. Friccione as palmas das mãos entre si. Friccione a palma direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa. Entrelace os dedos e friccione os espaços interdigitais. Friccione o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai-e-vem e vice-versa. Friccione o polegar esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando-se de movimento circular e vice-versa. Friccione as polpas digitais e unhas da mão direita contra a palma da mão esquerda, fazendo movimento circular e vice-versa. Enxágüe bem as mãos com água. Seque as mãos com papel toalha descartável. No caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre utilize papel toalha. E pronto, suas mãos estão limpas. 2. Lavar as mãos preparações alcoólicas – 20 a 30 segundos Aplique uma quantidade suficiente de preparação alcoólica em uma mão em forma de concha para cobrir todas as superfícies das mãos. Friccione as palmas das mãos entre si. Friccione a palma direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçando os dedos e vice-versa. Entrelace os dedos e friccione os espaços interdigitais. Friccione o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos, com movimento de vai-e-vem e vice-versa. Friccione o polegar esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando-se de movimento circular e vice-versa. Friccione as polpas digitais e unhas da mão direita contra a palma da mão esquerda, fazendo movimento circular e vice-versa. Quando estiverem secas, suas mãos estarão seguras. Esse vídeo foi feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária especialmente para profissionais de saúde: Veja também: https://cursoasb.com.br/blog/2019/07/01/tsb-pode-atuar-como-asb/

Como escolher o dentista?

🦷 Como se Tornar um Auxiliar de Saúde Bucal: O Guia Completo

  Quais os critérios utilizados pelos pacientes na hora de escolher o dentista? Esta é uma pergunta simples, mas pensar sobre ela pode fazer muita diferença tanto para os pacientes quanto para as equipes que trabalham com saúde bucal. Ao focar em como as pessoas costumam escolher um profissional da Odontologia, os dentistas e seus auxiliares podem direcionar seus esforços para conseguir fidelizar os clientes. Escolher o dentista por indicação Pesquisas da área apontam que em um primeiro momento, a decisão de escolher o dentista parte das indicações. Um amigo ou um familiar que frequentou um dentista e gostou do seu atendimento indica o profissional a outra pessoa, que segue seu conselho. É o famoso marketing boca a boca. E ele só será feito se o atendimento for de qualidade. Ninguém vai indicar um profissional que não o deixou satisfeito. Portanto, o marketing boca a boca tanto pode alavancar como acabar com a clientela de um consultório ou clínica odontológica. Além da indicação feita pelos próprios clientes, ao escolher um dentista o paciente pode levar em conta a indicação de outro profissional. Isso demonstra que outros profissionais da área confiam no serviço prestado pelos colegas, a ponto de indicá-lo a seus próprios pacientes. Mas porque um profissional indicaria outro? Pode ser que a necessidade do paciente seja por uma das diversas especialidades da Odontologia: implantodontia, ortodontia, odontopediatria, periodontia… Atendimento diferenciado Como já apontamos, ninguém indica um profissional que não gostou para outra pessoa. E o que leva a uma pessoa a fazer um marketing positivo, gratuitamente? Em muitos casos, podemos creditar essa propaganda e a escolha do dentista, ao atendimento realizado na clínica odontológica. Uma equipe sincronizada que forneça uma experiência agradável para seus pacientes pode ajudar a atrair e manter a clientela. Hoje uma palavra bastante utilizada na fidelização de clientes é o encantamento. O atendimento precisa ser diferenciado. O básico todo mundo faz, mas quem encanta? Uso de tecnologia como diferencial Encantamento pode até ser uma palavra difícil quando pensamos nos profissionais da odontologia, mas pode sim ser uma estratégia usada para influenciar o cliente a escolher o dentista. Uma das maneiras é apostar no uso das novas tecnologias para deixar de lado o que historicamente afastou muitos clientes dos consultórios, o famoso medo do dentista. Hoje há algumas possibilidades no mercado odontológico para minimizar a dor pelo uso de anestésicos, ou diminuir o ‘pavoroso’ barulho das brocas. O investimento inicial pode ser caro, mas com certeza, trará bons resultados. O preço pode influenciar a escolher o dentista? Sim, o preço de tratamentos e procedimentos pode ser utilizado como critério no momento de escolher o dentista. Mas especialistas garantem: se o preço não estiver vinculado a um bom atendimento e a resultados satisfatórios, logicamente o cliente não permanecerá e logo  escolherá outro profissional. Uma das questões a ser consideradas é que os preços devem estar atrelados a todo o serviço prestado, que vai além de um procedimento, por exemplo. Como citamos neste post, o serviço odontológico é composto de uma série de quesitos, do atendimento inicial do Auxiliar de Saúde Bucal, ao tipo de materiais utilizados. O que os dentistas podem oferecer e se diferenciar é quanto às condições desse pagamento. Como vimos, a escolha do dentista pode ser complexa. Mas se bem avaliada pode trazer muitos benefícios aos consultórios odontológicos. Quero ingressar no Curso ASB!

Aparelhos ortodônticos: veja 5 dicas para manter a higiene em dia

Suba na carreira de Auxiliar em saúde bucal com essas 4 dicas

  Os aparelhos ortodônticos são indicados em diversos casos para melhorar a saúde bucal e manter dentes alinhados, articulações e mastigação corretas. Mas junto com a colocação dos aparelhos ortodônticos – fixos ou não – devem vir outros cuidados, especialmente com a limpeza. A higiene bucal aparelhos ortodônticos requer sim um cuidado maior dos pacientes. Isso porque, com eles, aumentam as estruturas nas quais as placas bacterianas podem se desenvolver: bráquetes, fios metálicos, elásticos. Esses aparatos também devem ser higienizados para evitar o acúmulo de bactérias e o aparecimento das doenças bucais. Além das doenças – como as cáries, gengivite e periodontite, por exemplo – a falta de uma higiene bucal aparelhos ortodônticos pode acarretar incômodos futuros, após a retirada deles. Os dentistas garantem que somente o uso dos aparelhos não traz manchas nos dentes, mas uma higienização inadequada pode sim deixar os dentes manchados. Diferença está na escolha dos materiais Apesar de requerer cuidados especiais, a higiene bucal com aparelhos ortodônticos não tem nada de muito diferente da higienização sem os aparelhos. Escovação, uso do fio dental e de enxaguantes bucais. Esta é a ‘fórmula mágica’ para manter uma boca saudável no dia a dia. A diferença está nos tipos dos materiais a serem escolhidos. É claro que tudo isso será indicado aos pacientes nos consultórios odontológicos. O Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e o próprio ortodontista é que indicarão a melhor maneira e os materiais adequados para a higienização após a colocação do aparelho ortodôntico. Uso de escovas especiais O mercado odontológico está cada vez mais preparado para atender todos os tipos de pacientes e suas especificidades. Com a ortodontia, não poderia ser diferente. Há no mercado escovas próprias para quem usa aparelhos ortodônticos. Com formato diferenciado, ao meio elas têm cerdas menores, as escovas promovem a limpeza, tanto dos bráquetes quanto na estrutura ‘normal’ dos dentes. Mas o uso das escovas especiais não é obrigatório para realizar a higiene bucal com aparelhos ortodônticos. As demais podem ser usadas, mas devem ter cerdas macias. Fio dental com passa fio A dificuldade para passar o fio dental com o aparelho não pode ser um entrave na limpeza dos dentes. Uma boa higiene bucal com aparelhos ortodônticos exige seu uso. Aqui o mercado odontológico também fez a sua parte. Há o chamado passa fio que facilita o trabalho, atuando como uma agulha junto ao fio da costura. O super floss também pode ser utilizado. Enxaguantes para finalizar a limpeza diária O uso dos enxaguantes bucais também é indicado na limpeza completa de quem usa aparelho ortodôntico. Para saber qual o indicado para cada paciente, o melhor é obter informações junto ao profissional que faz o acompanhamento de sua saúde bucal, neste caso o ortodontista e sua equipe. Cuidados com a alimentação A higiene bucal com aparelho ortodôntico vai além de uma boa rotina de limpeza. Deve-se evitar aqueles alimentos que ficam grudados nos dentes. Se não é fácil de retirá-los dos dentes, imagina retirá-los dos bráquetes… Essas são dicas básicas para se manter a higiene bucal com aparelhos ortodônticos, mas que devem ser lembradas e reforçadas sempre. Os aparelhos estão aí para melhorar a saúde bucal das pessoas, e não podem virar um incômodo maior que aquela dorzinha ao apertá-los, né?   Quero ingressar no Curso ASB!

Feridas na boca: saiba o que elas podem significar

Feridas na boca: saiba o que elas podem significar

  As feridas na boca são um incômodo enorme e podem significar um motivo de preocupação. A verdade é que elas podem aparecer em qualquer momento da vida e ter diversas causas, desde uma mordida na região da língua e bochechas, até a indicação de doenças mais graves como um câncer bucal, por exemplo. Para investigar melhor as feridas na boca, o mais indicado é procurar por um especialista para que este possa diagnosticar com precisão e indicar o tratamento adequado. Mas isso não significa sair correndo a qualquer alteração na boca. Geralmente as feridinhas tendem a cicatrizar em um período curto de tempo, de uma a duas semanas, e nestes casos, não seria necessário buscar ajuda de um dentista. Mas, no caso dos problemas persistirem, esse é sim o melhor caminho. Neste artigo vamos elencar algumas das feridas na boca mais comuns que podem aparecer e o que elas podem significar: Aparecimento de aftas Já falamos em nosso blog sobre o aparecimento de aftas na cavidade bucal. Essas feridas na boca são um tipo de lesão benigna, mas que podem causar bastante desconforto. Apesar de recorrentes, ainda não se pode indicar com certeza o porquê de seu aparecimento, salvo em casos de uma mordida acidental na língua ou bochechas, ou quando a pessoa sabe que, ao comer um alimento muito ácido,  aquela afta poderá aparecer em sua boca. Além destas causas, o aparecimento das aftas pode significar outras alterações no corpo, e não somente relacionado à saúde bucal das pessoas. Estas feridas na boca podem aparecer até mesmo devido ao estresse do dia a dia ou alterações hormonais, como no período anterior à menstruação das mulheres. Feridas na boca causadas pela herpes bucal Diferente das aftas, a herpes bucal é contagiosa, e geralmente aparece quando as pessoas estão com a imunidade baixa. As feridas na boca causadas pelo vírus da herpes  são muito comuns. O seu aparecimento, com pequenas bolhas na boca, está ligado a períodos em que a saúde da pessoa está debilitada, mas o vírus acompanha a pessoa durante toda a vida, considerando que não há cura para a herpes, que pode aparecer também no nariz e no queixo. Sapinho Mais conhecida como Sapinho, a candidíase pseudomembranosa também pode ser percebida pelo aparecimento de feridas na boca. O sapinho forma membranas esbranquiçadas, e tem origem por meio de uma infecção por fungo. O sapinho pode surgir com frequência em crianças e pessoas idosas. Além disso, pode indicar outras doenças, como o vírus HIV. Leucoplasia Geralmente associada ao tabagismo, a leucoplasia aparece como uma mancha esbranquiçada na boca. Em 5% dos casos pode vir a se transformar em câncer bucal, mas geralmente desaparece quando a pessoa abandona o hábito de fumar. Câncer bucal Conforme o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer bucal é o que afeta lábios e o interior da cavidade oral. Por isso devem ser observados gengivas, bochechas, céu da boca, língua e assoalho, para verificar se não há feridas na boca que insistem em permanecer. Este tipo de câncer aparece com mais frequência em homens com mais de 40 anos, e os fatores de risco mais frequentes são o tabagismo, o elitismo e a exposição ao sol.   Ainda há diversos tipos de feridas na boca, que podem indicar outras doenças, como as autoimunes, por exemplo. Portanto, na dúvida, o melhor a fazer é procurar ajuda de um especialista e não deixar o problema se agravar.    Quero ingressar no Curso ASB!

5 dicas para cuidar dos dentes das crianças

ASB e a Periodontia

  O cuidados com os dentes das crianças começam muito antes deles aparecerem. Até chegar aquele dia em que a mãe fica toda orgulhosa do primeiro dentinho, os pais devem fazer a limpeza da boca com frequência.  Essa rotina de limpeza também faz com que os pequenos se habituem, e levem a rotina da higiene bucal ao longo de suas vidas. Primeiramente, basta a limpeza com uma gaze envolta no dedo e água, quando ainda não há dentes para fazer a escovação. Também há a possibilidade de utilizar produtos disponíveis no mercado odontológico como lenços umedecidos, que contém soluções higienizadoras como óleos essenciais. Essa limpeza é necessária para evitar o acúmulo de leite na gengiva, bochecha e língua dos bebês. Portanto, deve ser realizada após cada mamada e antes do bebê dormir. 1. Quando os dentes surgem Quando os dentes das crianças começam a surgir, geralmente a partir dos seis meses de vida dos bebês até os seus três anos, os cuidados devem ser diferenciados. A gaze pode ser substituída por uma escova macia apropriada à idade do bebê. O uso dos géis ou pastas dentais também deve ser inserido nesta fase. E a indicação é que contenham flúor desde o início, a diferença será na quantidade de pasta utilizada, já que os bebês ainda não conseguem cuspir. Portanto, uma quantidade mínima é indicada. Junto com os primeiros dentinhos, surge ainda a possibilidade do aparecimento das primeiras cáries dentárias, as chamadas cáries de mamadeira, geralmente entre os dentes incisivos superiores e inferiores. É por esse motivo que o flúor deve ser iniciado desde cedo, para evitar o acúmulo de bactérias e o surgimento das cáries. 2. Procurar um odontopediatra Não há consenso entre os profissionais de quando deve ocorrer a primeira visita ao odontopediatra. Há quem diga que logo que os dentes dos bebês comecem a nascer, ou nos primeiros anos de vida. Mas uma coisa é certa: é muito importante o acompanhamento profissional. Assim, ele poderá verificar a chegada dos primeiros dentes das crianças e orientar os pais quanto aos cuidados corretos para evitar o aparecimento de doenças bucais. 3. Na troca dos dentes das crianças Os dentes decíduos, ou dentes de leite como são chamados, também necessitam do uso do fio dental. A troca pelos dentes permanentes costuma ocorrer por volta dos seis anos. O mais indicado é que os dentes das crianças caiam naturalmente, mas os pais e até elas mesmas podem dar uma ajudinha. 4. O exemplo dos pais Além de auxiliar na escovação dos dentes das crianças. os pais também devem dar o exemplo sobre a importância da higiene bucal. Mostrar aos pequenos a maneira correta de promover a saúde bucal é uma atitude muito benéfica e deve ser feita desde cedo. Explicar os problemas que a falta de higiene acarreta também é indicado. 5. Escovação e limpeza com auxílio Até os cinco anos, é indicado que os pais promovam a escovação dos dentes das crianças. A partir desta idade, conforme odontopediatras, é recomendado que eles comecem a fazer a higiene sozinhos. Mas a última escovação deve continuar sendo de responsabilidade dos pais, até que avaliem que seus filhos estão preparados para fazê-la sozinhos. Desta maneira, é possível manter uma rotina saudável e promover o hábito da higiene bucal dos pequenos para deixar as doenças bucais longe dos dentes das crianças.  Quero ingressar no Curso ASB!

Cigarro faz mal pra boca: veja 3 motivos pra parar de fumar

Cigarro faz mal pra boca: veja 3 motivos pra parar de fumar

  Fumar prejudica a saúde, isso todo mundo sabe. Mas você já parou pra pensar que o cigarro faz mal pra boca? Um em cada quatro homens e uma em cada vinte mulheres são fumantes. Em 2015 eram mais de um bilhão de pessoas no mundo fumando diariamente. Número alto, apesar de tantas campanhas mundiais sobre os riscos trazidos pelo tabagismo. No Brasil, conforme uma pesquisa divulgada neste ano pela revista “The Lancet”, o número de fumantes diminuiu nos últimos 25 anos. Entre os homens caiu de 29 para 12%, e entre as mulheres, de 19 para 8%.  Mesmo assim, o país ainda é o 8° no ranking dos fumantes. Além dos riscos para a saúde geral das pessoas, o tabagismo causa enormes malefícios para a saúde bucal, já que antes de atingir o pulmão, todas as substâncias nocivas do cigarro passam pela cavidade bucal. Por isso, o uso do cigarro faz mal pra boca: aumenta em 25 vezes as chances das pessoas desenvolverem doenças nessa região. Nós separamos três bons motivos que podem te ajudar a decidir parar de fumar: 1. Maior probabilidade de desenvolvimento de doenças periodontais Mais risco de contrair doenças periodontais e menores chances de cura em seus tratamentos estão entre os malefícios para a saúde bucal causados pelo tabagismo. As doenças periodontais, como a gengivite e a periodontite, são causadas pelo acúmulo de bactérias e a retração da gengiva, devido a um processo inflamatório. O cigarro tende a agravar esse processo, o que pode resultar na perda dos dentes. 2. Câncer bucal Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 75 a 90% dos cânceres que acometem a região da cabeça e pescoço são causados pelo tabagismo. O tabagismo, aliado ao consumo do álcool e de maus hábitos alimentares, é responsável por 43% das mortes por câncer. Para diagnosticar o câncer bucal – que pode aparecer nos lábios, bochechas, língua e garganta -, o cirurgião dentista é o profissional mais indicado. Feridas na boca ou manchas podem indicar o início da doença. Quando o diagnóstico é precoce, o tratamento conta com 80% de chances de cura. Os números são alarmantes, e as entidades que atuam em prol da saúde ressaltam que tudo isso é evitável, já que a maioria da população sabe que o cigarro traz malefícios para a saúde bucal. Mesmo assim, 1/3 da população mundial adulta está exposta a esses riscos já que estão entre os fumantes. 3. Dentes amarelados e mau hálito As diversas substâncias presentes no cigarro, entre elas o alcatrão e a nicotina, são responsáveis pela pigmentação nos dentes, aquele aspecto amarelado no esmalte, que as pessoas procuram reverter com o clareamento. Além da coloração, o tabagismo causa o mau-hálito, já que o cigarro está entre as causas da xerostomia. Entre os malefícios para a saúde bucal, o fumo acarreta ainda dificuldade na cicatrização. O que faz com que as pessoas estão em processo de recuperação de algum procedimento cirúrgico apresentem dificuldades menores que os não fumantes.   Quero ingressar no Curso ASB!

7 orientações depois da cirurgia odontológica

7 orientações depois da cirurgia odontológica

  Fiz uma cirurgia odontológica. E agora? Como me cuidar pra melhorar logo e sentir o mínimo incômodo possível? Apesar de ser negligenciado por muitas pessoas, principalmente no caso de cirurgias menores, o pós-operatório é considerado muito importante tanto por profissionais qualificados quanto por estudiosos da área da saúde. Alguns dizem até que as cirurgias não acabam quando o cirurgião as finaliza e sim após a total recuperação dos pacientes. Para que essa etapa não venha a prejudicar todo o trabalho anterior da equipe de saúde que realizou o procedimento, é necessário que o paciente esteja ciente da importância dos cuidados que ele deve ter após as cirurgias, isso porque neste momento ele não terá o acompanhamento profissional a todo momento. Os cuidados incluem todos os tipos de cirurgias, inclusive a cirurgia odontológica. Isso porque o corpo humano irá exigir mais energia neste tempo de recuperação e cicatrização, mesmo com o sistema imunológico afetado com a intervenção. Neste artigo focaremos nas orientações que devem ser passadas para os pacientes pela equipe de saúde após a cirurgia odontológica. 1. Dieta restrita e leve No caso dos procedimentos voltados à saúde bucal, os cuidados com a alimentação são imprescindíveis e podem garantir o seu sucesso. O paciente, depois da cirurgia odontológica, deve seguir as orientações repassadas quanto ao tipo de dieta ideal para sua recuperação. Geralmente as primeiras 48 horas após a cirurgia odontológica exigem uma alimentação mais pastosa e fria, já que alimentos quentes podem causar hemorragias. A alta temperatura causa uma vasodilatação na área tratada pelo procedimento, portanto facilita o sangramento. Assim como o calor dos alimentos pode causar hemorragia, o calor do sol também. Por isso, as orientações da equipe odontológica devem contar ainda com essa restrição. A alimentação do paciente tende a ser normalizada nos dias subsequentes. 2. Período de descanso Evitar atividades que exijam esforço físico e focar no descanso para melhor recuperação do paciente após a cirurgia odontológica. Essa é uma das premissas básicas que devem ser seguidas no pós-operatório. O descanso deve ser ainda com a cabeça em posição mais elevada que o restante do corpo, para evitar grande fluxo sanguíneo, e, portanto, hemorragias. Na hora de dormir, o paciente deve preferir travesseiros mais altos. 3. Compressas podem ajudar na recuperação após a cirurgia odontológica Compressas com gelo, nas primeiras horas após a cirurgia odontológica e com intervalos, podem diminuir o inchaço no local e facilitar a recuperação dos pacientes, além de evitar processos hemorrágicos. A compressa deve ser realizada do lado externo da boca correspondente ao local da intervenção. Em casos de hematomas após a cirurgia odontológica, também pode ser indicada a realização de compressas quentes. Mas isso só depois de determinado período, que deve ser definido pelo cirurgião-dentista, uma vez que – como apontamos – o calor pode acarretar hemorragias logo após a intervenção. 4. Higiene bucal deve ser mantida Mesmo com parte da boca afetada pela cirurgia odontológica, os cuidados com a higiene bucal dos pacientes devem ser mantidos. Isso porque uma higiene inadequada pode provocar em um processo infeccioso, devido a restos alimentares e proliferação de bactérias. É claro que o cuidado no local da intervenção deve ser redobrado, com uma higienização mais suave para evitar sangramentos. Mas o paciente não deve deixar de realizá-la por causa da cirurgia odontológica. Importante também a manutenção do uso de antissépticos bucais para melhorar a higiene bucal. Mas os bochechos devem ter início somente após 24 horas da realização da cirurgia. 5. Medicamentos Os pacientes devem seguir corretamente a prescrição de medicamentos após a cirurgia odontológica, nos horários indicados e com a dose prescrita.  Assim o paciente pode garantir uma recuperação mais rápida e sem processos infecciosos. 6. Não fumar ou ingerir bebidas alcoólicas O álcool e o fumo levam substâncias nocivas ao corpo humano. Portanto, é recomendado que se evite o uso dessas substâncias após a cirurgia odontológica, já que em contato com as feridas decorrentes das cirurgias elas podem causar um processo inflamatório. 7. Em situações adversas, procurar o dentista Sangramento excessivo, febre, dificuldades em abrir a boca ou dores que não cessam com os medicamentos prescritos. Em casos como esses, o paciente deve procurar seu dentista para fazer verificação após a cirurgia odontológica.  Além de passar verbalmente todas essas orientações para o paciente que será submetido à cirurgia odontológica, o cirurgião-dentista deve disponibilizá-las por escrito e com uma linguagem apropriada para o bom entendimento.  Assim o paciente pode segui-las e contar com uma boa recuperação após a cirurgia odontológica.   Quero ingressar no Curso ASB!

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