Dor na articulação da boca? Saiba mais sobre a DTM

Dor na articulação da boca: É mais comum do que se pensa: mais de 2 milhões de brasileiros sofrem com aquela dor na articulação da boca, que aparece bem na mandíbula. O nome desse problema é Disfunção Temporomandibular. Mas antes de falarmos de DTM, temos que explicar outra sigla: a ATM. A Articulação Temporomandibular ou ATM é a responsável pelos movimentos da boca, tanto para cima e para baixo quanto de um lado e do outro. É a ATM que liga a mandíbula aos ossos temporais da face, por isso esse nome que parece complicado. A DTM é quando ocorre uma disfunção da ATM, que prejudica a articulação bucal e traz muito incômodo. Por se tratar da articulação mais complexa do ser humano e propiciar uma diversidade de movimentos, a disfunção bucal pode ser acarretada por mais de um fator, e ser de difícil percepção até mesmo para os profissionais da Odontologia. A articulação permite que diversos setores da face atuem em conjunto, seja para falar, mastigar e até mesmo bocejar. Mandíbula, ossos, músculos, ligamentos e discos. Sim, há discos que permitem os movimentos da boca. E tudo isso pode ser afetado em caso de DTM.Veja também: retração gengival Quais fatores podem facilitar aparecimento da DTM Para fazer a identificação do que pode acarretar a disfunção bucal da ATM, o cirurgião-dentista, na maioria das vezes, se baseia no histórico do paciente. Se este apresenta má-oclusão, mastigação errônea ou bruxismo, por exemplo. Tudo isso pode colaborar e acarretar casos de DTM. Outros hábitos, como ‘segurar’ o queixo, mascar chicletes e roer unhas, em demasia, também podem facilitar o aparecimento da disfunção bucal da ATM. Dor na articulação da boca: Nos consultórios odontológicos, em casos que o histórico e o exame clínico não são suficientes para diagnosticar como DTM, o cirurgião-dentista pode solicitar exames complementares, como raios-X, tomografia ou ressonância magnética. Sintomas da disfunção bucal Alguns sintomas são comuns em casos de dor na articulação da boca: dores de cabeça, no pescoço e no ouvido podem aparecer com frequência. Além disso, o paciente com DTM pode perceber estalos ao movimentar a boca, e até mesmo um travamento ao tentar fecha-la. Tratamentos indicados pelo cirurgião-dentista Os dentistas podem identificar as causas e com isso indicar o melhor tratamento para a disfunção bucal de ATM. Tratamento que, na maioria das vezes, tende somente a aliviar os sintomas da DTM e não curá-la, pois ainda não há uma cura para o distúrbio. Entre os tratamentos que podem ser indicados estão o uso de medicamentos para aliviar a dor e a tensão provocada nos dentes, e também a utilização dos protetores bucais, se a DTM for causada pelo bruxismo, por exemplo. Em casos mais agravantes, os profissionais podem indicar ainda a realização das cirurgias bucomaxilares. Ainda há casos em que a DTM pode demandar a presença de outros profissionais para o seu tratamento, como por exemplo exercícios de fonoaudiologia e fisioterapia. Isso para estimular o músculo e a articulação temporomandibular. Dor na articulação da boca: Fique atento aos sintomas, e procure um dentista para comprovar o diagnóstico. Sentir dor na articulação da boca não é normal. Aquela enxaqueca frequente ou a pressão atrás dos olhos podem estar sendo provocados por uma disfunção bucal da ATM. <a href="http://<p><a class="openFormButton" href="#">Quero ingressar no Curso ASB!</a> Quero ingressar no Curso ASB!
Você sabe o que é xerostomia?

O termo xerostomia pode não ser usual, mas muita gente sofre com esse problema. Xerostomia é o mesmo que ‘boca seca’. Ela é comum em um dia muito quente ou após a realização de exercícios físicos, mas pode indicar algumas doenças e acarretar outras, caso o sintoma venha a persistir. Normalmente, um indivíduo tende a produzir de um litro a um litro e meio de saliva por dia. Produção importantíssima para manter a sua saúde bucal, já que promove uma limpeza natural da cavidade bucal. Portanto, a saliva ajuda a diminuir a incidência de cáries e outras doenças bucais. Se a produção adequada ajuda manter a higienização, a falta dela pode acarretar problemas, como o mau hálito, dificuldades na mastigação e deglutição, pigarros e feridas na boca. Causas da xerostomia Mas porque a xerostomia aparece? Os profissionais da saúde apontam inúmeros fatores, entre eles doenças como diabetes ou problemas nas glândulas salivares. Nestes casos, o tratamento deve ser focado na doença a que a boca seca estiver relacionada. Alguns outros hábitos também podem estar relacionados à xerostomia: tabagismo, mastigação diminuída, além do uso de medicamentos podem estar entre as causas da chamada ‘boca seca’. Devido aos efeitos dos medicamentos é que os sintomas da xerostomia são muitas vezes associados e aparecem com mais frequência entre as pessoas da terceira idade. Pesquisas indicam que mais de 500 medicamentos têm a xerostomia como efeito colateral, inclusive as mais frequentemente prescritas pelos médicos. Nestes casos, a indicação para tratar o problema da boca seca seria conversar com o médico para trocar a medicação prescrita. Mas, infelizmente, isso não será possível em todos os casos como por exemplo no tratamento contra o câncer. A radioterapia e a quimioterapia podem acarretar uma diminuição de até 90% do fluxo salivar. O que fazer para aumentar a produção da saliva? Quando a xerostomia não está associada a doenças, alguns tratamentos podem ser indicados para amenizar a sensação de boca seca e aumentar a produção de saliva na boca. Como a ingerir água ao longo do dia e mascar chicletes ou comer balas sem açúcar. Os dentistas podem indicar ainda a aplicação de flúor no consultório dentário periodicamente para evitar o aparecimento de cáries e doenças periodontais, já que com a boca seca aumenta a probabilidade de formação da placa bacteriana. Além disso, os pacientes com xerostomia devem redobrar os cuidados com a higiene bucal, e não pular nenhuma etapa, como o fio dental e o uso de enxaguantes. Estes também podem ser indicados pelos dentistas, já que hoje há no mercado diversas possibilidades de produtos, com variadas funções. Mercado odontológico conta com saliva artificial Para tentar reverter os casos de xerostomia e diminuir os problemas causados, o mercado odontológico conta com a saliva artificial. Há produtos disponíveis no mercado com as mesmas propriedades da saliva humana. Os dentistas também podem prescrever o uso de produtos manipulados para serem borrifados na boca ao longo do dia. Mas especialistas destacam que o seu efeito é paliativo, e que não trata a causa do problema. Como vimos, a xerostomia pode afetar muita gente. O melhor a ser feito é contar sempre com o acompanhamento de um profissional capacitado da Odontologia, para evitar que o problema se agrave. Quero ingressar no Curso ASB!
Como o ASB deve guardar os documentos dos pacientes

Documentos não faltam nos consultórios e clínicas odontológicas. A cada novo paciente, novas fichas, novos exames, novas prescrições. E todos eles devem estar devidamente armazenados para que os dentistas tenham sempre em mãos o histórico de seus clientes. Além disso, todos esses documentos devem fazer parte do prontuário odontológico que, mesmo após o término do tratamento do paciente, deve ser guardado por um período mínimo de cinco anos. O que beneficia o próprio profissional no caso de um novo atendimento. O retorno do paciente está sendo cada vez mais valorizado pelos profissionais, que buscam a fidelização dos clientes. O prontuário odontológico também poderá ser requerido a qualquer momento pelos pacientes – dentro do período estipulado, para tirar alguma dúvida. Nas clínicas e consultórios odontológicos, o profissional responsável pela organização e armazenamento de todos estes documentos é o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). Neste artigo preparamos algumas dicas para que ASB possa guardar os documentos dos pacientes e facilitar o trabalho dentro das clínicas. Acompanhe: 1. Local adequado para arquivo Em consultórios odontológicos menores, ainda é comum que o prontuário odontológico seja guardado em pastas, contendo vários papéis. Mas isso requer bastante organização para o ASB guardar os documentos dos pacientes. Perder um exame? Nem pensar. Nestes casos, é importante que o Auxiliar de Saúde Bucal mantenha somente um local específico para o armazenamento de pastas, como um armário de arquivo, por exemplo. As pastas devem ser divididas por pacientes para facilitar buscas posteriores, de preferência por ordem alfabética. 2. Organização diária Já pensou chegar um paciente e o ASB correr procurar sua ficha de anamnese e prescrições? Não vai pegar bem e isso pode até prejudicar a conquista da fidelidade do cliente. Portanto, o ASB deve ainda organizar os documentos diariamente, deixando-os separados para estarem nas mãos do dentista na hora de receber o paciente. 3. Digitalização Em casos de consultórios maiores, ou clínicas odontológicas que contam com mais profissionais, o armazenamento de papéis é um desafio muito grande. Isso porque ele pode comprometer o espaço físico utilizado para o empreendimento, pelo número de documentos. Por isso, dentistas estão dando preferência pela digitalização dos documentos odontológicos. Para os exames, o processo fica até facilitado, já que muitos inclusive já contam com resultados na hora por meio do computador. Basta armazená-los adequadamente. Aqui a dica também é criar pastas com o nome dos pacientes. Para os demais documentos e prescrições que necessitam de assinaturas, a digitalização se faz necessária. Em um primeiro momento gerará um novo trabalho para o Auxiliar, mas facilitará e muito o processo do ASB guardar documentos dos pacientes, e depois encontrá-lo. No entanto, esse procedimento deve ser feito com calma e critério. Cada documento deve ser nomeado adequadamente para que não haja confusão posterior. Em casos de esquecimentos ao salvar, algum documento importante pode ficar perdido em meio a tantos outros. 4. Utilização de softwares pode facilitar armazenamento e busca A digitalização de documentos também pode ser substituída nos casos de consultórios e clínicas odontológicas utilizarem algum tipo de software de gestão. Alguns deles geram os documentos virtualmente, facilitando assim o processo do ASB guardar os documentos dos pacientes. Como vimos é muito importante o ASB guardar os documentos dos pacientes com critérios específicos e de forma organizada. Vale lembrar que ao armazená-los em computadores e também virtualmente, a segurança é aumentada, já que documentos físicos podem ser mais facilmente avariados. Quero ingressar no Curso ASB!
Dentes do siso: preciso tirar os meus?

Os dentes do siso são os terceiros molares da cavidade bucal. Na maioria das pessoas, eles são os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos. É comum nos consultórios e clínicas odontológicas serem feitas as extrações dos quatro dentes do siso. Mas todo mundo necessita passar por esse procedimento? Neste artigo vamos contar quem necessita fazer a extração dentária dos terceiros molares, e o que a sua chegada pode acarretar na saúde bucal. Os dentes do siso podem chegar silenciosamente, sem que as pessoas percebam a sua presença na cavidade bucal, portanto, sem a necessidade de extração. Mas geralmente, não é isso que acontece. 1. Apinhamento dos dentes Como os dentes do siso aparecem tardiamente na cavidade bucal, todas as estruturas já se apresentam formadas. Por isso é que, na maioria das vezes, não há espaço necessário para que os terceiros molares sejam mantidos na boca dos pacientes. Sem espaço para o seu crescimento, os dentes do siso acabam empurrando os demais, ao forçar passagem para sair da estrutura óssea e eclodir fora da gengiva. Ao empurrar os demais dentes, os terceiros molares podem acarretar o seu apinhamento, deixando-os um por cima do outro, e, portanto, tortos. O apinhamento dos dentes é um dos problemas mais comuns da Odontologia. Geralmente aparece na infância, após a troca de dentes. E pode ser consertado com o uso de aparelhos ortodônticos. Como os dentes do siso costumam aparecer após o período da infância, o seu crescimento pode prejudicar o trabalho já feito pelo profissional ortodontista. Portanto, o acompanhamento da saúde bucal com as visitas periódicas ao dentista é de suma importância. 2. Dentes do siso inclusos Acima citamos os casos em que os dentes do siso forçam o crescimento e aparecem na cavidade bucal. Mas há situações nas quais, mesmo ao forçar seu aparecimento, não há espaço suficiente. Isso acarreta a inclusão, que é quando o dente fica preso na gengiva, na estrutura óssea ou próximo a outros dentes. Os dentes do siso inclusos podem causar incômodos, como inflamações, dores e inchaço. Portanto, o melhor a fazer é optar pela extração junto a um profissional capacitado. Leia também: https://cursoasb.com.br/blog/2020/11/13/cuidados-apos-tirar-o-siso/ 3. Aparecimento de cistos Como os cistos na cavidade bucal podem aparecer junto com o crescimento de novas estruturas, eles podem vir junto com a erupção dos dentes do siso. Nestes casos, o cirurgião-dentista terá que realizar procedimento tanto para a extração do terceiro molar, como para a remoção do cisto. Após removidos, os cistos são enviados para biópsia. Desta maneira, o cirurgião-dentista pode se certificar de sua natureza, benigna ou não, e indicar novos tratamentos. Como verificamos, os dentes do siso podem trazer diversas complicações à saúde bucal das pessoas. Para evitá-las ou amenizá-las, os dentistas costumam indicar a remoção. A indicação é de que, sempre que possível, seja feita a retirada antes dos 20 anos, quando os dentes ainda apresentam as raízes menores. Mas tudo isso depende da avaliação do cirurgião-dentista. Com o acompanhamento, o profissional pode verificar quando, e se, será necessária a remoção. Algumas poucas pessoas podem não contar com o aparecimento dos dentes do siso, mas os casos são raros. Quero ingressar no Curso ASB!
Aftas: Por que elas aparecem e o que fazer?

Aftas são um tipo de lesão na cavidade bucal. Apesar de serem benignas, elas causam bastante desconforto pra quem tem as lesões com frequência. As aftas podem aparecer em todas as idades, sendo mais comum entre crianças e jovens. O aparecimento das lesões costuma ser mais raro com a idade, porque a mucosa da boca vai ficando mais grossa com o passar dos anos. Mas porque as aftas costumam aparecer? Geralmente, surgem graças à baixa imunidade do organismo. Quando a imunidade está mais enfraquecida é que costumam aparecer as famosas bolinhas esbranquiçadas – e doloridas – na cavidade bucal. A ingestão de alguns tipos de alimentos, especialmente os mais ácidos, pode agravar o problema. Até mesmo o estado emocional pode facilitar o desenvolvimento das aftas. Causas recorrentes das aftas Estresse, Tensão Pré-Menstrual (TPM), poucas horas de sono, refluxo gastroesofágico, deficiência de vitaminas, fumo, e também traumas locais, como uma mordida, ou feridas provenientes do uso de aparelhos ortodônticos, por exemplo. Todos esses fatores podem estar entre os causadores das aftas. Com tantos causadores, fica fácil entender porque é tão comum o aparecimento das lesões. De 20 a 35% da população terá ao menos uma afta ao longo da vida. Alimentos ácidos podem estar entre as causas Quando as pessoas apresentam predisposição a ter aftas após a ingestão de alimentos ácidos, como frutas, por exemplo, a associação quanto ao aparecimento da lesão pode ser mais facilitada. Nestes casos, a dica para evitar o incômodo, ou minimizar as chances de incidência, é fazer o enxágue bucal com água após a refeição. Isso também será benéfico para evitar a erosão dentária pela ingestão de alimentos ácidos. Mesmo quando a causa é outra, a ingestão destes alimentos quando a pessoa está com aftas também não é indicada. Isso porque eles podem piorar aquele incômodo das lesões. É indicado procurar um dentista em caso de aftas frequentes Geralmente as aftas tendem a desaparecer em pouco tempo, de uma semana a dez dias. Mas há casos em que elas podem demorar mais para sumir. Isso pode ocorrer quando elas são maiores e mais profundas. Mas se a frequência do aparecimento das lesões for grande e houver demora de seu desaparecimento, é indicado procurar pelo dentista. É ele quem irá identificar se o aparecimento das aftas pode estar associado a outros problemas. Além disso, o profissional da Odontologia pode indicar o tratamento da laserterapia para diminuir a incidência, amenizar o desconforto e antecipar a cicatrização das aftas. Medicamentos funcionam? Os medicamentos existentes nas farmácias costumam agir somente para antecipar a cicatrização das aftas, ou amenizar o incômodo que elas causam. Quanto aos tratamentos caseiros, é importante ressaltar que não há comprovação quanto a eficácia de nenhum deles. Alguns podem até piorar os quadros de inflamação. Aquela história de que o bicarbonato de sódio é um ótimo remédio pode até piorar a situação. Isso porque muitas pessoas costumam colocar o pó diretamente nas lesões, o que não é nada indicado. Conforme especialistas, o ideal é diluir o conteúdo em água e realizar o bochecho. As aftas podem aparecer por diversos motivos e em todas as pessoas. Se elas forem mais que um incômodo momentâneo, é importante procurar por ajuda profissional. Uma boa higiene bucal também é sempre indicada. <a href="http://<p><a class="openFormButton" href="#">Quero ingressar no Curso ASB!</a> Quero ingressar no Curso ASB!
Dentes saudáveis na melhor idade

Por um bom tempo, foi comum associar automaticamente idosos a dentadura. Mas felizmente não é mais assim. É possível ter dentes saudáveis na melhor idade, com medidas simples que começam bem antes dela chegar. A população idosa no Brasil não para de crescer. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já são mais de 19 milhões de pessoas com mais de 60 anos no país, ou seja, mais de 14% da população. Este número deve quadruplicar até 2060. Grande parte destas estatísticas se deve a melhoria da qualidade de vida da população. Mas será que a qualidade de vida pode ser vista em todos os aspectos da saúde dos idosos? Um levantamento realizado em 2010 pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) apontou que quase 80% dos idosos brasileiros tinha menos de 20 dentes. Além disso, o estudo constatou que metade das pessoas entrevistadas, entre 35 e 45 anos, já havia perdido ao menos 12 dentes. Há alguns anos, a perda da dentição até poderia ser vista como natural, já que a única solução era a remoção dos dentes. Mas hoje em dia não. Veja como ter dentes saudáveis na melhor idade: 1. Prevenção deve apresentar resultados futuros No caminho pra melhorar essa realidade apontada pela pesquisa, o acesso aos profissionais da Odontologia está mais facilitado devido aos programas implantados no Sistema Único de Saúde (SUS), como o Brasil Sorridente, por exemplo. Com as novas políticas públicas e com equipes da Odontologia atuando em Postos de Saúde, as crianças e os jovens tendem a dar mais importância à saúde bucal, chegando à melhor idade com dentes mais saudáveis. 2. Cuidados com a higiene bucal para garantir dentes saudáveis na melhor idade Para contar com dentes saudáveis na melhor idade, os cuidados com a higiene bucal devem ser redobrados. Conforme especialistas, os procedimentos básicos devem ser os mesmos: escovação, uso do fio dental e do enxaguante bucal. A diferença é que, com o passar dos anos, os dentes podem ficar mais afastados e, por isso, o uso de escovas interdentais pode ser recomendado. Outra questão que merece atenção entre os idosos, é o problema relacionado ao uso de medicamentos, que pode acarretar a chamada ‘boca seca’ e trazer com ela outros problemas bucais. Nestes casos, é aconselhável a troca dos medicamentos com orientação médica. 3. Higienização de próteses Como percebemos na pesquisa da USP, é grande a população idosa que conta com dentes já extraídos. Portanto, devem utilizar próteses no local dos dentes faltantes. É importante ressaltar que as próteses também devem ser higienizadas frequentemente, para que não sejam foco de bactérias e causadoras de doenças. Para isso, o idoso deve contar com uma escova apropriada. Importante: vá ao dentista E para manter os dentes saudáveis na melhor idade, o acompanhamento do dentista é essencial. Ainda são poucos no país os profissionais da Odontogeriatria, mas a classe está em discussão e estuda a melhor forma de inserir a especialidade nas graduações, para assim formar novos profissionais. O envelhecimento da população é uma tendência, portanto há a necessidade da especialização. Todos os profissionais da saúde devem estar preparados para melhor atender os idosos, inclusive os profissionais ligados à saúde bucal. Devemos lembrar ainda que manter os dentes saudáveis na melhor idade, é essencial para a saúde em geral dos idosos. Mantendo a função mastigatória da melhor maneira possível, a terceira idade consegue manter uma dieta equilibrada e, portanto, saúde para evitar outras doenças. Quero ingressar no Curso ASB!
Você já ouviu falar da Odontologia Desportiva?

Odontologia Desportiva Com certeza você já viu algum dos jogadores de futebol dos grandes times ou os boxeadores utilizando protetores bucais. Essa prática começou a ser utilizada a pouco tempo com a Odontologia Desportiva, mas vem se popularizando entre os atletas, e não somente os do futebol ou do boxe. Elas servem para reduzir os riscos do impacto com o esporte, mas também tem outras funções. Estudos apontam que problemas de saúde bucal prejudicam o desempenho dos atletas durante a prática esportiva. Pesquisadores da Unicamp dizem que o desempenho dos esportistas pode diminuir em até 21% se houver alguma alteração na cavidade bucal. Uma das alterações que pode diminuir o desempenho dos atletas, e que é corrigida com o uso da placa dentária que citamos no início desse artigo, é a má-oclusão. Uma disfunção na mordida acarreta alterações em todo o corpo do atleta. Até as dores na coluna podem ter sua causa iniciada na boca. Respiração bucal exige esforço extra Além disso, a respiração é afetada com a má-oclusão, e o uso da placa auxilia com uma melhoria significativa. Ao contar com dificuldade na respiração, as pessoas acabam por respirar pela boca, o que exige um esforço extra. Situação nada favorável para os atletas, que devem concentrar todos os seus esforços nas competições. O protetor bucal e a redução dos riscos do impacto Como destacamos, o uso do protetor bucal pelos atletas ajuda a reduzir, e muito, os riscos do impacto que algumas modalidades esportivas trazem. Conforme a Academia Norte-Americana de Odontologia Desportiva, o uso de protetores bucais reduz em até 80% o risco de perda dentária durante a prática esportiva. Apesar deste dado, ainda são poucos os atletas que utilizam os protetores bucais. No Brasil, o uso só é obrigatório na prática esportiva do boxe. Países da Europa e também os Estados Unidos já ampliaram a obrigatoriedade para outros esportes que oferecem riscos. Esportes acarretam traumas orofaciais E por ainda não ser uma prática convencional nos esportes é que ocorre grande parte dos traumas orofaciais. Sendo a terceira maior causa vista nos hospitais. Conforme a Associação Brasileira de Odontologia Desportiva (Abrodesp), varia de 33% a 56% as chances dos atletas contarem com contusões ao longo da carreira. Número esse que poderia diminuir significativamente se o uso dos protetores bucais fosse mais recorrente entre os atletas. Importante ressaltar que os protetores bucais mais adequados são aqueles confeccionados pelos profissionais da Odontologia, respeitando os moldes da cavidade bucal de cada atleta. Odontologia Desportiva além dos protetores bucais Apesar de importantíssimo, não é somente quanto ao uso de protetores bucais que o trabalho da Odontologia Desportiva tem relevância. A saúde geral do indivíduo depende de todos os demais sistemas do organismo, e também de sua saúde bucal. Especialistas apontam que a simples rotina de higiene bucal pode afetar a vida dos atletas. Isso porque uma boca mais propensa a infecções pode acarretar em uma pré-disposição para outras infecções do organismo e ainda prejudicar a recuperação em casos de lesões, por exemplo. Focando no melhor desempenho dos atletas, e em todas as situações relatadas no artigo, é que muitos profissionais estão se especializando na Odontologia Desportiva. No Brasil, a discussão ainda é recente, mas está tomando corpo por meio da Abrodesp, e das Comissões criadas para debater o tema nos Conselhos Regionais de Odontologia (CRO’s). Quero ingressar no Curso ASB!
ASB: Saiba como otimizar o tempo do dentista

otimizar o tempo Correndo contra o tempo. É assim que a maioria dos profissionais se sente em relação as horas, ou o passar delas. A rotina do dia a dia – cada vez mais intensa -, o tempo gasto no trânsito, e as distrações diárias. Tudo isso contribui cada vez mais para a nossa pressa diária. Conhecemos de cor aquele ditado: “a pressa é inimiga da perfeição”. Mas fica cada vez mais difícil realizar as atividades diárias com a devida calma. E como fugir da rotina atribulado, em um mundo em que todos parecem correr contra o tempo? Uma boa dica, e que pode fazer toda a diferença, é a organização de uma agenda. Ela é importante na vida de todos, mas há profissionais que dependem inteiramente dela. É o caso dos dentistas, que devem seguir suas agendas para os atendimentos dos pacientes. Nos consultórios odontológicos, a agenda exerce papel fundamental e pode fazer toda a diferença além de otimizar o tempo do dentista. Geralmente o profissional que realiza a organização da agenda nas clínicas dentárias é o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). Esse post é para ajudar o ASB na organização desse instrumento essencial e que irá otimizar o tempo do dentista, se bem organizada. Acompanhe: Uma agenda organizada para otimizar o tempo do dentista Com toda a certeza, a função da agenda não pode ser minimizada nos consultórios e clínicas odontológicas. Um erro pode desencadear uma série de problemas. Atrasos nas consultas e pacientes impacientes. Nada bom, não é? Essa situação, além de não ser favorável à imagem do profissional, será maléfica para a vida pessoal do dentista, que ficará comprometida se não houver a devida organização. Por isso, o ASB deve apostar na organização da agenda para otimizar o tempo do dentista. Tempo e intervalo entre as consultas Cada tipo de atendimento em um consultório odontológico demandará um tempo específico. A primeira consulta de um paciente pode demorar mais que uma simples limpeza, por exemplo. O ASB deve saber a duração média de todos os procedimentos para poder organizar a agenda e otimizar o tempo do dentista. Além de anotar o horário e o nome do paciente, o ASB deverá anotar o tipo de procedimento para que o tempo da consulta não seja subestimado, acarretando o chamado efeito cascata na agenda do dentista. Além do tempo durante as consultas, é necessário ainda o Auxiliar deixar sempre um intervalo entre elas. Isso porque podem ocorrer situações de última hora e que precisam ser resolvidas, como um paciente que chega com uma fratura dental, por exemplo. Se não houver um intervalo, o dentista com certeza irá se atrasar em casos de urgência. O intervalo também é válido para aqueles procedimentos que demoram um tempo a mais para serem realizados. Nos caso em que este intervalo não seja preenchido, o dentista e sua equipe podem aproveitar para fazer verificações de outros setores do consultório, como o administrativo, por exemplo. Sem atraso dos clientes Como a pressa está em todos os lugares e com todas as pessoas, é normal que ocorram alguns atrasos, não só entre os dentistas, mas também entre os pacientes. Mas essa situação não é nada favorável se o ASB está tentando formas de otimizar o tempo do dentista. Para tentar diminuir a incidência de atrasos entre os pacientes, o ASB deve conversar previamente com eles sobre a pontualidade prezada no consultório. Os lembretes enviados anteriormente a eles, via telefone ou redes sociais, podem ser bem vindos. Uma agenda eficiente pode melhorar o atendimento como um todo nos consultórios odontológicos. Ela pode gerar uma relação de confiança entre as parte, além de otimizar o tempo dos dentistas. Quero ingressar no Curso ASB!
Quais os 3 alimentos que causam a erosão dentária?

Ao expormos nossos dentes a alimentos muito ácidos provocamos a chamada erosão dentária. Ela ocorre com o desgaste do esmalte dos dentes – camada mais superficial, deixando exposta sua estrutura mais interna, a dentina. Essa situação acarreta inúmeros problemas de saúde bucal, já expostos em nosso blog, sendo o mais comum deles, a sensibilidade nos dentes. Além da sensibilidade, os dentes costumam ficar com a aparência mais amarelada com a erosão. Isso porque é esta a coloração da dentina, que fica mais exposta. Os alimentos são os principais causadores da erosão dentária, mas ela pode ser causada ainda por problemas digestivos, nos quais os ácidos retornam à cavidade bucal, como o refluxo gastrointestinal, por exemplo. Disfunções alimentares, como a bulimia e a anorexia, também podem ser apontadas. Neste artigo, vamos citar quais os principais alimentos causadores da erosão dentária. Podem ser eles os causadores de sua sensibilidade dentária, ou da aparência amarelada de seu sorriso. Fique atento, para que a erosão dentária não se torne um problema mais grave e afete a sua saúde bucal: 1. Frutas cítricas Limão, maracujá, abacaxi, manga, caju, uva, morango. A lista das frutas com PH mais ácido pode ser bem extensa. Mas tenho que deixar de comer as frutas para evitar a erosão dentária? Nada disso. Para evitar maiores danos, os profissionais da odontologia estão recomendando a escovação dos dentes cerca de 30 minutos após a ingestão de alimentos mais ácidos. Nestes casos, o processo abrasivo só tende a aumentar caso haja a escovação dental logo após a ingestão de alimentos considerados ácidos. Por isso a recomendação. Um estudo apontou que pessoas que ingerem frutas cítricas duas vezes ou mais ao dia apresentam chances 37 vezes maiores de apresentar a erosão dentária. Portanto os cuidados devem ser redobrados. 2.Vinagres e molhos para saladas Por apresentar PH ácido, os vinagres e os molhos usados para saladas também estão entre os causadores da erosão dentária. O mesmo estudo citado acima aponta que o consumo deles apenas uma vez por semana aumenta em 10 vezes a ocorrência do processo abrasivo nos dentes. 3.Bebidas e a erosão dentária Refrigerantes, sucos ácidos, vinhos, istônicos, e até o chá gelado. A lista das bebidas que podem causar a erosão dentária é bem extensa. Já faz um tempo que as bebidas gaseificadas estão na lista das bebidas não recomendadas, pois além de problemas com a saúde bucal, ela pode acarretar outros para a saúde em geral de seus adeptos. Mas como citamos a outros que também podem causar a abrasão na parte dura dos dentes. É alto o grau da erosão com o uso frequente de isotônicos ou energéticos, por exemplo. O efeito corrosivo pode iniciar em apenas cinco dias, se a ingestão for frequente. Nestes casos, a recomendação mais adequada seria a ingestão moderada dessas bebidas. Mas o uso de canudinhos pode amenizar seus efeitos, pelo menos quanto a saúde bucal. O canudo evita o contato direto das bebidas com a estrutura dos dentes, levando-as diretamente ao final da boca. Com a diminuição das cáries dentárias no Brasil, a erosão dentária é que vem preocupando os profissionais da odontologia. Estudo feito pela USP apontou que ela já atinge 51,6% das crianças em idades pré-escolares. Dado muito preocupante, já que nessa fase os pais teriam o controle da alimentação dos filhos. Quero ingressar no Curso ASB!
Você escova a língua? Saiba o que a falta desse hábito pode acarretar

escovação lingual Já falamos aqui em nosso blog que milhares de bactérias habitam nossa boca. E boa parte delas tendem a ficar na superfície da língua. Seu aspecto rugoso faz com que essas bactérias se fixem e permaneçam por mais tempo no local. Apesar de ser um ambiente propício para a proliferação desses bichinhos, não são todas as pessoas que mantém o hábito faz a escovação lingual. Se você está entre as pessoas que não costuma escovar a língua, o recomendado pelos profissionais da Odontologia é que o hábito se inicie o mais breve possível. Desta maneira você consegue evitar a proliferação das bactérias. É importante ressaltar que inúmeras das bactérias são comuns em nossa boca, mas a higiene bucal deve ser mantida com frequência para que elas não formem colônias que venham a ser transformadas em doenças bucais. E a escovação lingual deve fazer parte da rotina de higiene bucal. Falta da escovação lingual pode acarretar a halitose Um dos problemas mais comuns para quem não escova a língua é o famoso mau hálito, a halitose. O acúmulo de bactérias e também dos restos de comida na superfície da língua forma uma crosta branca, a chamada saburra. Esta responsável pelo mau cheiro exalado da boca de muitas pessoas por aí. Mas devemos destacar que o mau hálito também pode ser causado por muitos outros fatores. Uma língua saudável deve ser rosada. Especialistas destacam que um aspecto esbranquiçado pode até ser comum, mesmo para quem escova a língua. Mas uma camada mais grossa branca, a saburra, é sinal de que a higiene bucal deve ser melhorada. Não escova a língua? O hábito ajuda a evitar a cárie Além da halitose, ao escovar a língua você estará evitando outras doenças, como a cárie dentária. Como citamos acima, uma língua saudável tem o aspecto rosado, e costuma ser mais lisa. Ao não escovar a sua superfície, o acúmulo de sujeiras pode levar a um processo descamatório. Esta descamação é comum para quem não escova a língua, mas acaba acarretando um outro problema: a diminuição da saliva na boca. Já citamos que a saliva é muito importante para manter a saúde bucal. Ela promove uma limpeza natural na cavidade. E pessoas com a chamada ‘boca seca’ tendem a ter mais propensão para o desenvolvimento das cáries dentárias. Especialistas orientam sobre maneira correta Muitas pessoas debitam a falta do hábito de escovar a língua no incômodo que sentem ao realizar a higienização completa. Mas se você sente este incômodo ao realizar a limpeza lingual com sua escova dental, há outros meios que podem ser usados. Há no mercado odontológico, limpadores e raspadores específicos para promover a higiene da superfície da língua. Estes podem ser utilizados ainda após a limpeza com a escova, para varrer o que restou na superfície da língua e promover uma limpeza mais completa. Importante ressaltar que a ânsia de vômito relatada por quem não escova a língua tende a ser amenizada a medida em que a pessoa vai se habituando com esta etapa da higiene bucal. Portanto, não desista nas primeiras tentativas. E você, escova a língua corretamente? Este hábito pode prevenir o aparecimento da temida halitose e outras doenças como citamos neste post. Quero ingressar no Curso ASB!