Odontologia preventiva: Conheça 4 maneiras de manter os dentes saudáveis

odontologia preventiva   Melhor prevenir do que remediar. Esta é uma expressão conhecida e que pode ser utilizada em diversas situações. Inclusive para explicar o preceito da Odontologia Preventiva. Para que as doenças bucais não apareçam há inúmeras indicações para o dia a dia de todas as pessoas. Atividades simples, mas que se realizadas de maneira adequada podem prevenir as doenças que mais acometem a cavidade bucal, como as cáries dentárias e as doenças periodontais, e também outras mais sérias, como um câncer bucal por exemplo. Além destas doenças mais conhecidas e mais incidentes, há aquelas que podem ter início devido às alterações na cavidade bucal. Há, inclusive, doenças cardiovasculares que podem ser evitadas se a saúde bucal do paciente estiver em dia. É claro que ninguém quer ficar doente. Além dos incômodos físicos, há os males econômicos. Gastos com medicamentos, com tratamentos e até mesmo com procedimentos cirúrgicos. Se levarmos em conta tudo isso, vamos verificar que a prevenção é muito mais vantajosa, em todos os sentidos. Por isso dedicamos este post às maneiras simples de manter os dentes saudáveis, e seguir o que prevê a odontologia preventiva. Vamos a elas: Escovação correta dos dentes A escovação dos dentes, no mínimo três vezes ao dia, pode parecer uma dica simples demais. Mas é sempre bom reforçar. Há maneiras mecânicas e químicas de se prevenir doenças bucais, e entre as mecânicas a escovação é a mais simples e a mais indicada também, devido a seu êxito. A escovação correta e com a frequência indicada evita o acúmulo do biofilme dentário, e consequentemente a produção de microcolônias de bactérias que resultam na cárie dentária nos dentes, e na doença periodontal no elo de ligamento dos dentes e da gengiva. A escovação é auxiliada ao uso dos dentifrícios – pastas e géis – que utilizam os agentes químicos para evitar as doenças. Neste caso o controle mecânico é aliado ao controle químico, que utiliza agentes que alteram a atuação das bactérias na cavidade bucal. Uso do fio dental O uso do fio dental também faz parte do controle mecânico das doenças bucais, e é uma das maneiras de se manter os dentes saudáveis pela odontologia preventiva. Muitas vezes, a escova dental não alcança todos os locais em que as bactérias estão agindo na cavidade bucal. E somente o uso do fio dental é que vai evitar que o biofilme dentário se acumule, se fixe no esmalte dentário, e se calcifique. A escovação e o fio dental quebram este ciclo e evitam algumas doenças. Cuidados com a alimentação também envolvem a odontologia preventiva Até mesmo as crianças sabem que o açúcar faz mal aos dentes. E esta não é somente história contada pelos pais para que os pequenos não abusem dos doces. Há açúcares que tem potencial de fermentação, e em contato com as bactérias alteram o PH do esmalte dos dentes o que causa a sua desmineralização, e a consequente cárie dentária. Por isso uma dieta balanceada é recomendada na odontologia preventiva. Isso não quer dizer que a odontologia proíba o consumo destes açúcares, mas sim que recomenda que estes não sejam consumidos em horários aleatórios, como no meio da tarde, quando não haverá escovação logo após o consumo. Visitas Regulares ao dentista Estas atividades feitas no dia a dia aliadas a visitas regulares ao dentista garantem o êxito da odontologia preventiva. Além das orientações, o profissional poderá verificar, por meio da investigação, se o paciente está procedendo corretamente à escovação e a higiene bucal. Além disso, há necessidade de realizar a limpeza profunda dos dentes. E isto só pode ser realizado nos consultórios dentários, com profissionais graduados em odontologia. Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO).   Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já  

Odontologia preventiva: Porque é melhor que a curativa?

odontologia preventiva   Quando falamos da Odontologia e seu histórico, podemos encontrar referências nos tempos antigos. O chamado Primeiro Período – estudiosos dividem em cinco esta história – data da pré-história, com sua comprovação baseada em pinturas rupestres. Podemos dizer que a odontologia preventiva data somente do quinto e último período dessa história, a partir do ano de 1950. Antes desta data, era figura comum a dos chamados Tiradentes. Os ‘problemas’ da Odontologia’ eram resolvidos, na maioria das vezes, com as extrações dentárias. A evolução veio primeiramente com os materiais utilizados para as extrações, bem como as cadeiras utilizadas por estes profissionais. As primeiras novidades, inclusive, foram no ramo das próteses dentárias. A história da Odontologia aponta o último período como o das especialidades da área, e também o do início do foco na prevenção de doenças, e não somente na sua forma curativa. Vale lembrar que as profissões da área da saúde eram conhecidas como as que buscavam a ‘arte da cura’. Os benefícios da prevenção foram sendo experimentados e comprovados somente nos últimos anos. Evolução: da cura à prevenção No Brasil, um nome deve ser lembrado quando o assunto é a prevenção da saúde bucal. O cirurgião dentista Edgar Del Passo formado em 1964 pela Universidade Católica de Campinas, fundou em 1967 o Centro de Odontologia Preventiva, e ‘salvou’ milhares de pessoas da extração dentária, prática ainda muito comum na época. Edgar Del Passo também foi um nome importante ao utilizar o Técnico de Saúde Bucal, e o Auxiliar de dentista, no auxílio dos profissionais e na prevenção das doenças bucais. Além disso, o cirurgião compôs a equipe que realizou o primeiro transplante dental em Campinas, no ano de 1972. Apesar de ser encontrados mais facilmente indícios da prática da odontologia preventiva somente nos últimos anos, o francês Pierre Fauchard (1678 – 1761), considerado o pai da Odontologia moderna, já defendia a prevenção. Ele foi o primeiro a estabelecer ligação entre os açúcares e a cárie dentária. Citamos um pouco da história da odontologia para mostrar justamente este processo de evolução. E como os profissionais e estudiosos foram preferindo a maneira preventiva do que a curativa de se tratar doenças. Isto porque a odontologia preventiva tende a ser a melhor opção. Prevenir e quando não há outra opção, curar. Odontologia Preventiva a favor dos pacientes É claro que é preferível contar com uma boca saudável, do que esperar a doença chegar e depois partir para o processo de cura. Hoje, há debates sobre o mercado odontológico, que conta com tratamentos cada vez mais especializados, e cada vez mais modernos. Enquanto há pessoas necessitando e realizando estes tratamentos, o mercado está produzindo e lucrando com isso. Mas, ao contrário da odontologia curativa, a preventiva tende a beneficiar os próprios pacientes. Deixar a cavidade bucal sempre saudável custa menos do que os tratamentos disponíveis. Além disso, geralmente após as doenças bucais aparecerem elas causam uma série de desconfortos aos pacientes. O que pode ser evitado se for utilizado os preceitos da Odontologia Preventiva. Com eles, os pacientes são estimulados à mudança de hábitos, a adoção de práticas de higiene e alimentação que venham a contribuir com a saúde bucal. Isto não quer dizer que a Odontologia Preventiva inutiliza a curativa. Quer dizer que quando, e se, a doença aparecer, ela poderá ser tratada muito mais facilmente com a adoção de hábitos corretos. Pronto para construir uma carreira sólida? A área de Saúde Bucal está em constante crescimento e oferece alta empregabilidade. Não fique de fora desse mercado. Comece sua formação profissional com quem é referência.   Comece sua Carreira ASB Agora!

Controle mecânico do biofilme dentário: Qual é a importância?

controle mecânico do biofilme dentário   O controle mecânico do biofilme dentário é importantíssimo. Muitos acreditam ser a forma mais eficaz de combater a placa, formada pela calcificação das microcolônias de bactérias na cavidade bucal. O controle mecânico nada mais é do que aquele feito pelos próprios pacientes pela sua higiene oral, como a escovação e o uso do fio dental. Por ser realizado pelo próprio paciente, e com mais frequência do que o controle químico, o mecânico é considerado a principal forma de conter o biofilme dentário. Mas para uma higienização completa é primordial a complementação com o controle químico. Esta feita com a utilização de enxaguantes bucais e técnicas utilizadas pelos dentistas, com substâncias que alteram a atividade das bactérias que formam o biofilme. Como já citamos em outros artigos de nosso blog, há naturalmente bactérias que vivem na cavidade bucal, local propício para sua proliferação – quente e úmido. Mas é o não controle do biofilme dentário que preocupa a classe odontológica. O acúmulo da placa é o causador das duas doenças orais mais comuns, entre elas a cárie dentária e a doença periondontal. Controle mecânico do biofilme dentário evita doenças Agentes químicos aliados ao controle mecânico do biofilme dentário evitam o aparecimento das doenças orais.  A escovação diária dos dentes e o uso do fio dental, realizados de forma correta, são as formas de prevenção mais simples da cárie dentária, bem como da gengivite e da periodontite. Mais simples porque é a forma mais acessível de toda a população realizar sua higienização bucal. Simples e barata. Mas há de se destacar que a escovação e o uso do fio dental tem sua forma correta. Estas ‘técnicas’ corretas de higienização podem ser apreendidas com todos os profissionais da odontologia, como dentistas em seus consultórios, e até mesmo com o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e o Técnico de Saúde Bucal (TSB), que integram os programas Saúde da Família e tem acesso mais facilitado pela população em geral. Função minimizada dos agentes químicos Os agentes químicos são muito utilizados para conter a proliferação das bactérias e a sua aglomeração formando as microcolônias que formam a placa bacteriana. Mas pesquisas apontam que esses agentes passam a ter sua função diminuída quando o biofilme já está instalado na estrutura dentária ou nos tecidos da cavidade bucal. Isto porque o biofilme dentário é uma microcolônia organizada de bactérias, que contam com uma matriz de proteção. Cada uma das bactérias contam com uma função específica nesta colônia. A importância do controle mecânico do biofilme dentário se deve justamente a isso, pois é ele que evitará o desenvolvimento de placas, e, portanto, que o núcleo de proteção se desenvolva. Os agentes químicos são utilizados como complemento ao controle mecânico. O controle mecânico do biofilme dentário evita a adesão do biofilme nas estruturas bucais, etapa anterior a sua calcificação. Portanto este controle se torna essencial para que se evite o biofilme, e, consequentemente, as doenças bucais ligadas a ele. É importante ressaltar que logo após a higiene bucal, o biofilme dentário volta a se formar, mas o tempo para que ele ‘amadureça’ e forme uma microcolônia organizada com sua matriz de proteção desenvolvida varia de 24 a 48 horas. Tempo suficiente para que uma nova escovação seja feita e o processo novamente interrompido. Como destacamos, a higiene bucal deve ser feita em conjunto. Utilizar os agentes químicos complementando o controle mecânico do biofilme dentário é a maneira mais adequada para que o paciente consiga manter sua saúde oral. A prevenção é o melhor, isso em todas as áreas da saúde. Não perca mais tempo esperando! Em poucos meses, você pode estar trabalhando na área que mais cresce na saúde. Garanta uma formação rápida e completa para começar a atuar imediatamente no consultório.   Quero Me Formar Rápido e Trabalhar  

Vigilância epidemiológica em saúde bucal: Quais os critérios e como é feito?

vigilância epidemiológica em saúde bucal   É a vigilância epidemiológica que “controla” o risco de doenças de um grupo de pessoas em uma localidade ou de um determinado país. Para isso precisa-se de todas as informações da doença em questão.  Como ela aparece, porque, qual o tratamento, existe cura, onde é mais comum seu aparecimento? Enfim, uma série de informações é necessária para estabelecer o controle das doenças. Além de todas as informações, dados estatísticos são extremamente necessários. São estes números que estabelecerão os critérios para se tratar da doença em foco. A vigilância epidemiológica em saúde bucal irá estabelecer informações, dados e maneiras de controle quanto às doenças da cavidade bucal. Desde doenças mais comuns, como a cárie dentária até a doença periodontal, até o câncer de boca contam com vigilância epidemiológica voltada ao seu acometimento. É ela que será usada como base para ações de prevenção, que evitem, ou diminuam, o aparecimento das doenças. Vamos ver como ela é feita: Pesquisa como ferramenta de conhecimento Para efetivar a vigilância epidemiológica, primeiramente é necessário conhecer os números de incidência das doenças bucais em determinada população. Pode ser de um bairro, de uma cidade e até de um país. São os chamados levantamentos epidemiológicos. No Brasil, o Departamento de Atenção Básica da Coordenação Nacional de Saúde Bucal e da Secretaria de Vigilância à Saúde realiza, a pedido do Ministério da Saúde, desde 1986 amplos estudos epidemiológicos para traçar políticas públicas de atenção à saúde oral. Um destes estudos, o de 1993, foi o que embasou uma importante Política Pública do Governo Federal, a implantação do programa Brasil Sorridente. O estudo identificou um sério problema, a alta incidência de cáries no país. O Governo ouviu a população e depois sugeriu o programa para ‘solucionar’ o problema. Um dos resultados foi uma diminuição dos casos de cárie dentária no Brasil. O programa trouxe outros inúmeros outros benefícios, com a disponibilidade de equipes odontológicas para toda a população. Consulta popular para a vigilância epidemiológica em saúde bucal Já adiantamos acima a etapa seguinte da coleta de informações por meio do levantamento epidemiológico.  As consultas à população também pode ser acrescentada durante a produção de dados da vigilância epidemiológica. No caso de pesquisas realizadas em todo o país, abre-se consulta pública por meio da internet. Toda a população pode se manifestar sobre o tema, opinar, questionar ou acrescentar informações. Esta etapa também pode ser muito construtiva para conter determinada doença ou melhorar determinado serviço ou tratamento. Análise de dados Ouvidas todas as partes é hora da análise. Geralmente os órgãos que realizam os estudos epidemiológicos contam com comissões ou grupos de técnicos e estudiosos para a análise de dados do levantamento, e também da consulta popular. Proposição de projetos para o alcance das soluções Da análise em grupo é que surgem as propostas para o alcance de soluções para o problema encontrado na vigilância epidemiológica em saúde bucal. É importante ressaltar que nem todos os levantamentos contarão com projetos e proposições. O grupo de análise é que verificará a necessidade de ações futuras ou não. Como vimos, há várias etapas que precisam ser cumpridas para a vigilância epidemiológica em saúde bucal. Mas ela é de extrema importância para manter a população livre de acometimentos. Além disso, o levantamento epidemiológico pode indicar maus hábitos, quanto à higienização oral, que pode ser corrigidos através de campanhas. A teoria é importante, mas a prática é tudo! Domine as técnicas de instrumentação, biossegurança e o atendimento de excelência. Inscreva-se no curso que oferece o conhecimento prático que o mercado exige.   Domine a Prática do ASB – Saiba Mais

Doença periodontal: existe uma cura para o problema?

doença periodontal   Apesar da difusão da odontologia preventiva e dos cuidados de saúde bucal, ainda é comum os profissionais da Odontologia se depararem com a doença periodontal. Ao lado da cárie dentária, ela figura como a mais comum entre os pacientes. Elas ocorrem entre 50 e 99% das pessoas na maioria das comunidades, de acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde. Entre as doenças periodontais, estão a gengivite e a periodontite. Elas aparecem devido ao acúmulo de placa bacteriana entre a gengiva e os dentes. Nesse local há um elo que é chamado de ligamento periodontal, daí o nome da doença. Como quaisquer tipos de enfermidades, é preferível a prevenção à doença periodontal. Como já citamos no início deste post, a odontologia preventiva é um ótimo recurso para isso. Uma boca saudável e livre de doenças é possível. Bastam alguns cuidados. Entre os cuidados, uma boa higienização, visitas ao dentista e até hábitos alimentares mais saudáveis. Mas em outro post detalharemos esses cuidados. Neste artigo o objetivo é esclarecer se a doença periodontal tem cura. Vamos lá: O aparecimento da doença periodontal Dentre as doenças bucais e a doença periodontal, a gengivite é uma das mais fáceis de identificar. O inchaço das gengivas, a cor demasiada avermelhada e também o sangramento na hora da escovação e ao passar fio dental. Todas essas são características encontradas em quem está com a gengivite. Já a periodontite é o processo mais avançado da gengivite. As pessoas que não buscam o devido tratamento quando a gengivite aparece, podem vir a ter a periodontite.  A inflamação da gengiva avança e acaba por atingir outras estruturas do dente. Inclusive a que dá a sustentação, podendo acarretar a perda dos dentes. Mas é o profissional graduado da Odontologia a pessoa mais indicada para diagnosticar a doença periodontal. Por meio da sondagem, o dentista irá verificar o tamanho do espaçamento do dente e da gengiva – o chamado sulco gengival. Assim ele identifica a doença e indica o devido tratamento. Tratamentos costumam ter resultados positivos Pois é. Como falamos, a prevenção é o melhor negócio. Mas, respondendo a pergunta que intitula este artigo. A doença periodontal tem cura sim. Em nosso blog já citamos alguns dos tratamentos para a gengivite e para a periodontite. Após o aparecimento da doença, mais vale a busca por tratamentos do que as próteses dentárias, no caso de vir a ocorrer a perda dos dentes com o avanço da periodontite. Os tratamentos costumam ser mais baratos do que as próteses. Mas de nada adianta o paciente buscar pelos tratamentos e abandonar antes de sua total efetividade. Muitos pacientes não concluem os tratamentos e acabam por piorar a situação. Começou tem que terminar, só assim é que se chegará a cura da doença periodontal. Quando a doença é identificada logo no início, os tratamentos são mais simples. A raspagem ou a irrigação podem resolver, mas quando ela avança, as cirurgias odontológicas podem ser necessárias. Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO).   Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já  

Conheça 3 agentes químicos no controle do biofilme dental

controle do biofilme dental Há tempos que os agentes químicos são utilizados para o controle do biofilme dental. Os chamados dentifrícios – os cremes dentais, géis ou pastas -, e os enxaguantes bucais, fazem uso destes agentes para aumentar a efetividade da higienização. Esses agentes são associados às pastas já que é o meio mais utilizado pela população em geral, de fácil acesso e penetração eficaz. Importante ressaltar que os agentes químicos vêm a somar com o controle mecânico do biofilme dental. Este feito com a escovação, o uso do fio dental e com equipamentos utilizados nos consultórios dentários, como curetas e limas, por exemplo. Com o avanço das pesquisas, a cada dia surgem novos agentes químicos que prometem ser mais eficazes, aliados ao controle mecânico. Tanto os profissionais da Odontologia como a população em geral devem ficar atentos quanto às pesquisas e suas comprovações, já que alguns desses agentes químicos utilizados no controle do biofilme dental podem ter seus prós, mas também tem seus contras. E como esses agentes químicos operam para controlar a formação do biofilme? Sabemos que a cavidade bucal é repleta de bactérias. Devemos lembrar que o biofilme é formado por meio de micro colônias. As bactérias se unem e formam um núcleo de proteção. O biofilme é formado então pela calcificação destas micro colônias, o que torna difícil a sua remoção. Neste artigo vamos conhecer alguns dos agentes químicos mais utilizados para o controle do biofilme dental. Há uma infinidade deles sendo estudados, mas vamos aos mais comuns. 1. Utilização da Clorexidina para o controle do biofilme dental Dentre os agentes químicos utilizados nos enxaguantes para o controle do biofilme dental, os mais utilizados são aqueles que eliminam seletivamente as bactérias da cavidade bucal, como a clorexidina. Seletivamente, pois há aquelas bactérias presentes na cavidade oral que não causam mal à saúde e mantém as características ‘normais’ da boca. Mas esses agentes químicos eliminam essas bactérias por um breve período de tempo. Estudos apontam cerca de seis horas após a escovação ou o uso de enxaguantes para nova formação de bactérias. Eliminando as bactérias a cada escovação, a formação das microcolônias é dificultada, e a sua calcificação evitada. Vale destacar ainda que, além dos estudos quanto aos agentes químicos utilizados, há os estudos quanto a quantidade utilizada e os benefícios. A clorexidina é o agente químico mais estudado e o de preferível utilização, já que é atóxico e não poluente. Mas apesar disso, o seu uso a longo prazo pode trazer malefícios, como mancha no esmalte dos dentes, cálculo, além de sensação de queimação. 2. Composição de agentes químicos Agente antimicrobiano, e possível na composição de dentifrícios, o triclosan apresenta vários benefícios para a saúde oral. Age ainda como um antiinflamatório, e não causa desequilíbrios na cavidade bucal. Composto com outros agentes como citrato de zinco, copolímero de ácido maléico e polivinil metil etileno, pirofosfato, apresenta resultados ainda mais satisfatórios no controle do biofilme dental. Essas combinações têm a intenção de prolongar e potencializar os benefícios do triclosan. Outra vantagem da utilização do triclosan é que, pela sua coloração esbranquiçada, não mancha o esmalte dos dentes. 3. Óleos Essenciais Entre os óleos essenciais utilizados na composição de dentifrícios e soluções bucais, estão eucaliptol, timol e mentol. Seu uso se deve por alterar a permeabilidade do biofilme dental, o que auxilia no seu controle. Além de sua função antimicrobiana, apresenta ainda características antiinflamatórias. Esses são apenas alguns agentes químicos utilizados pela indústria odontológica. Há uma infinidade deles em fase de estudos. É importante lembrar que um dos primeiros agentes a ser utilizado, e que hoje é amplamente comercializado na composição da maioria dos produtos de higiene bucal, foi o flúor. Gostou deste post? Acesse o nosso blog. Lá você encontra muita informação sobre Odontologia que pode lhe ajudar.  

Qual é a rotina do ASB no consultório odontológico?

ASB   O Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) atua ao lado de dentistas e cirurgiões dentistas facilitando o seu trabalho junto aos pacientes. Muitas pessoas costumam afirmar que o ASB é o braço direito dos dentistas, pois estes contam com importantes funções para o bom funcionamento de consultórios e clínicas odontológicas. Os profissionais graduados na Odontologia que já contam com um ou mais Auxiliares atuando em sua equipe não deixam de contar com ASB. Mas essa realidade não foi sempre dessa maneira. Antes da regulamentação das atividades desse profissional, havia um preconceito. Alguns dentistas avaliavam que os auxiliares, e também os Técnicos de Saúde Bucal (TSB), poderiam realizar as mesmas atividades que eles, mas com uma menor qualificação. A lei 11.889/2008 surgiu então para regulamentar as atividades do ASB e do TSB e definir as atividades de cada um desses profissionais. A legislação aponta o que um ASB pode ou não realizar em sua atividade profissional. Apesar de ser vedada algumas práticas junto aos pacientes, o ASB conta com uma rotina extensa de trabalho. Sua atuação contempla ações que devem ser realizadas em todas as etapas do atendimento odontológico, antes, durante e depois das consultas. Confira: Antes do atendimento odontológico Antes do atendimento odontológico, a rotina do Auxiliar de Saúde Bucal se resume ao atendimento inicial dos pacientes. Ele pode agendar consultas, confimá-las, tirar as dúvidas dos pacientes e recebê-los no consultório odontológico. Além disso, o auxiliar é responsável pelo preenchimento das fichas com todas as informações necessárias dos pacientes. A organização desse material também faz parte de suas atribuições. Por essa função direta com o paciente, costumamos ressaltar que o ASB pode ser o grande responsável pela fidelização dos clientes de uma clínica. Ainda antes do atendimento odontológico, o auxiliar de saúde bucal deve deixar tudo pronto para o dentista atender ao paciente. Os equipamentos e materiais que serão utilizados durante a consulta devem ser previamente organizados e disponibilizados pelo auxiliar. Rotina do ASB durante as consultas Durante as consultas odontológicas, o ASB deve ficar disponível para o dentista. Anotações necessárias quanto aos tratamentos dos pacientes, processamento de filmes radiográficos, alcançar ao dentista o que ele solicitar. Enfim, serão diversas as solicitações, e o ASB deve estar preparado para todas elas. Para atender o dentista da melhor maneira possível, é muito importante o ASB conhecer todos os procedimentos realizados pelos dentistas. Isso é aprendido durante os cursos de formação do auxiliar de saúde bucal. Depois do atendimento odontológico Após o término do atendimento odontológico, o auxiliar deve realizar as normas de biossegurança do consultório como um todo. Os equipamentos e instrumentos utilizados pelos dentistas durante as consultas devem ser higienizados e esterilizados, quando necessário. E aqueles que não podem ser utilizados novamente devem contar com o descarte adequado. Mas não é somente com os materiais utilizados que o ASB deve se preocupar. O consultório e a equipe odontológica também devem atender as normas de biossegurança. Cabe ao auxiliar essa verificação. Neste post resumimos a rotina do ASB dentro dos consultórios odontológicos. Mas devemos lembrar que esse não é o único local de trabalho possível para esse profissional. Ele pode atuar em hospitais no caso de trabalhar com cirurgiões dentistas e também no Sistema Único de Saúde (SUS) após prestar concursos públicos. Pronto para construir uma carreira sólida? A área de Saúde Bucal está em constante crescimento e oferece alta empregabilidade. Não fique de fora desse mercado. Comece sua formação profissional com quem é referência.   Comece sua Carreira ASB Agora!

Área de saúde: Auxiliar de dentista faz parte da medicina?

área de saúde   Vamos iniciar esse post esclarecendo o verdadeiro nome do auxiliar de dentista. Desde a lei 11.889/2008 que regulamentou a profissão, este profissional passou a ser conhecido como Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). Pelo próprio nome podemos concluir que o ASB é um dos profissionais que atuam na área de saúde. Mas ser da área de saúde significa que faz parte da medicina? O auxiliar de dentista é um profissional voltado à promoção da saúde bucal de pacientes. Eles atuam para que as pessoas realizem da melhor maneira possível à higienização da boca como um todo. Aí entram os cuidados como a escovação dental – no mínimo três vezes ao dia – o uso de fio dental e enxaguantes bucais, além das visitas periódicas ao dentista. Tudo isso é um processo de prevenção de uma série de doenças. Entre elas, as cáries dentárias e as doenças periodontais. Continue acompanhando e entenda sobre o assunto: Saúde bucal e as doenças relacionadas à área de saúde da medicina As cáries dentárias e as doenças periodontais são as mais comuns quando falamos da saúde bucal, mas outras inúmeras podem ser relacionadas a ela. Até mesmo doenças cardiovasculares podem estar relacionadas à higiene bucal. Nesses casos, a área da saúde bucal é ligada a medicina. Mas só se os problemas estiverem além da cavidade bucal e necessitarem de médicos ou especialistas. Caso as doenças sejam na boca, dentes, gengiva ou tecidos, o profissional responsável será o dentista ou o cirurgião dentista. Auxiliar de Dentista faz parte da Odontologia Apesar de em alguns casos a saúde bucal estar ligada à Medicina, o auxiliar de dentista não faz parte desta área. Ele faz parte da área da Odontologia, que cuida dos problemas relacionados à cavidade bucal dos pacientes. Problemas, sua prevenção e os cuidados bucais. Assim como os dentistas, de todas as especialidades, e os técnicos de saúde bucal, o auxiliar de dentista – mesmo sendo da área da saúde – obedece ao Código de Ética da Odontologia. É esse documento que é consultado por Auxiliares de Saúde Bucal para verificar como se deve atuar. Esses profissionais também devem estar registrados junto ao Conselho Federal de Odontologia (CFO) e suas regionais, os Conselhos Regionais de Odontologia (CRO), que contam com sede em cada estado brasileiro. São estes órgãos da área da saúde odontológica que fiscalizam a correta atuação tanto dos auxiliares de dentista quando os demais profissionais da área. Área da saúde requer profissionais capacitados Mesmo não sendo da área da Medicina, o auxiliar de dentista é um profissional da área de saúde. E por esse motivo deve ser bem capacitado. Todos os processos saúde doença, bem como as atividades específicas destes profissionais devem ser apreendidos. Por isso a necessidade do Curso ASB, sua certificação e o registro junto ao CRO. Áreas com processos comuns A área da saúde requer cuidados, não somente dos profissionais, mas também dos pacientes. Aí novamente as áreas da Medicina e da Odontologia contam com processos parecidos. A prevenção, as visitas periódicas aos profissionais, exames, medicamentos, procedimentos cirúrgicos, biossegurança. Todos esses termos e situações são comuns nas duas áreas. Além de tudo isso, todos os profissionais ligados às duas áreas devem ter em mente que cuidam de vidas. Isso também cabe ao auxiliar de dentista. Não é porque ele não realiza procedimentos diretamente junto aos pacientes que os cuidados devem ser menores. Como os demais profissionais eles devem ter noção da área da saúde como um todo. Não perca mais tempo esperando! Em poucos meses, você pode estar trabalhando na área que mais cresce na saúde. Garanta uma formação rápida e completa para começar a atuar imediatamente no consultório.   Quero Me Formar Rápido e Trabalhar  

Auxiliar de dentista: Conheça 3 principais dúvidas sobre a área

auxiliar de dentista   A profissão é antiga, mas suas regras e especificações só foram definidas há alguns anos com a sua regulamentação em 2008. Por ser recente, ainda existem muitas dúvidas sobre as atividades do auxiliar de dentista. E não são somente os profissionais que pretendem ingressar na área de auxiliar de dentista que contam com dúvidas quanto à atividade. Os próprios dentistas – geralmente aqueles que ainda não contam com uma equipe composta por auxiliares – contam com dúvidas. Pesquisadores apontam que no início da regulamentação, muitos profissionais graduados na Odontologia avaliavam que tanto auxiliares quanto técnicos viriam para tomar seu espaço no mercado de trabalho. Mas como era previsto, o técnico e o auxiliar de dentista, só vêm a melhorar as atividades em todas as atuações dos dentistas. Isso só acontece porque há funções específicas dos componentes da equipe odontológica, que não deixam dúvidas sobre a atividade de cada um destes profissionais. A seguir vamos enumerar algumas das principais dúvidas da área. 1.     Funções do auxiliar competem com as do dentista? De acordo com a lei 11.889/2008, que regulamentou as atividades do auxiliar de dentista, esse profissional só pode atuar sob a supervisão de dentistas ou cirurgiões dentistas. Dessa maneira, o auxiliar não compete com as atividades de seu chefe, já que é este que irá definir a sua atuação tanto em clínicas e consultórios, quanto em ambientes hospitalares, em casos de cirurgias. Além disso, são vedadas ao auxiliar de dentista diversas funções que só podem ser realizadas por graduados na Odontologia, como aquelas realizadas na cavidade bucal dos pacientes. Isso porque a qualificação do auxiliar conta com um tempo menor que ao do dentista. Por isso, há grandes diferenciações em suas atividades. A lei 11.889/2008 alterou o nome do auxiliar de dentista. Este passou a ser chamado Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). O auxiliar de dentista era assim chamado antes da obrigatoriedade da sua qualificação. 2.     Auxiliar de dentista precisa de formação? Como citamos acima, o ASB, antes conhecido como auxiliar de dentista, necessita de um curso de formação para atuar nas clínicas e consultórios. Como atua na área da saúde, a profissão necessita de um amplo conhecimento para zelar pelo bem-estar dos pacientes. A formação só não era obrigatória antes da regulamentação de 2008, quando qualquer profissional poderia exercer a atividade de auxiliar de dentista. Aí contava muito a questão da experiência, dos anos de atuação em consultórios. É claro que a experiência continua a ser de grande importância no mercado profissional, mas a certificação é imprescindível para a atividade de auxiliar de dentista. A certificação é conseguida após a conclusão de um curso ASB. 3.     O ASB conta com piso salarial? Apesar de ser comprovada a importância das atividades do auxiliar de dentista e da sua atividade ter sido regulamentada, o profissional ainda não conta com um piso salarial de sua categoria. Há discussões na Câmara Federal e no Senado quanto ao assunto, mas nada de concreto foi estabelecido. Pela falta de um piso salarial, há diferenciações significativas em relação aos salários pagos ao ASB. Essa diferença pode se dar nas diferentes regiões do país ou dependendo do porte das empresas que contratam os profissionais. Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO).   Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já  

Curso de auxiliar de saúde bucal: preciso ter 18 anos para fazer

curso de auxiliar   Para realizar qualquer tipo de curso ou qualificação, devemos consultar anteriormente seus pré-requisitos. São especificações que o candidato deve atender para poder se matricular e concluir determinada capacitação. A idade é um desses pré-requisitos que devemos ficar atentos. Desde os estudos básicos, esse pré-requisito deve ser atendido. Podem ser feitos em qualquer idade, desde que a idade mínima seja atendida. Da mesma maneira funcionam os cursos de formação. Categoria que é incluído o curso de auxiliar de saúde bucal, que forma o pretendente para uma profissão, deixando-o apto para entrar no mercado de trabalho. Jovens em funções de aprendiz Alguns cursos de formação profissional exigem uma idade mínima de 16 anos de seus candidatos. Isso porque para começar a trabalhar qualquer pessoa deve ter essa idade ou mais. A legislação até permite jovens de 14 anos inseridas no mercado de trabalho, mas estas na figura de aprendiz. O Jovem Aprendiz é uma política pública do Governo Federal para inserir os jovens no mercado de trabalho. De acordo com a lei da aprendizagem, empresas de médio a grande porte devem possuir de 5 a 15% de jovens nessa categoria, sendo estudantes de instituições públicas ou privadas. Para trabalhar com carteira assinada, o profissional deve ter no mínimo 16 anos, por isso que alguns cursos de qualificação solicitam essa idade mínima para serem realizados. O curso de Técnico de Saúde Bucal é um dos que exigem o mínimo de 16 anos para sua realização em algumas instituições ofertantes. Outras exigem idade mínima de 18 anos. Além da idade mínima, para se realizar o curso técnico de saúde bucal, o candidato deve ter concluído o ensino médio. Idade mínima para o curso de auxiliar de saúde bucal Para fazer o curso de auxiliar de saúde bucal é necessário o candidato ter uma idade mínima de 18 anos. Esse é um dos pré-requisitos para sua realização, bem como a conclusão do ensino fundamental. Além desses dois pré-requisitos, há a escolha profissional. O curso de auxiliar de saúde bucal formará profissionais para a área da saúde. O Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) é um profissional da Odontologia, portanto da saúde bucal.  Ao escolher esse curso, o candidato deve ter em mente que atuará em prol da saúde humana e diretamente com pacientes. Promoção à saúde e o Curso ASB O contato com os pacientes é uma das funções mais importantes do ASB, já que ele é o profissional responsável pela promoção da saúde e prevenção de doenças na cavidade bucal. Por isso, entre os módulos ensinados no curso de auxiliar de saúde bucal está o processo saúde doença, além da gestão em saúde e as especialidades odontológicas. Após os módulos obrigatórios do curso de auxiliar de saúde bucal, é necessária a realização do estágio supervisionado. Com todas essas etapas concluídas, o aluno recebe o certificado de conclusão do curso ASB e pode solicitar o registro profissional junto ao Conselho Regional de Odontologia (CRO) de seu estado de atuação. A teoria é importante, mas a prática é tudo! Domine as técnicas de instrumentação, biossegurança e o atendimento de excelência. Inscreva-se no curso que oferece o conhecimento prático que o mercado exige.   Domine a Prática do ASB – Saiba Mais

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