O que saber antes de começar um curso de instrumentador

Começar um curso de instrumentador cirúrgico pode ser uma chance para você se destacar no mercado. Hoje, a Odontologia avança a passos largos ao lado do desenvolvimento da tecnologia: são novos tratamentos para doenças bucais, novos procedimentos estéticos, novos tipos de cirurgias… Para acompanhar essas mudanças, são necessários profissionais bem preparados. 3 coisas para saber antes de começar um curso de instrumentador Nest post desta quarta-feira, reunimos três coisas importantes que você deve saber antes de começar a especialização de Instrumentador Cirúrgico em Odontologia (ICO). A primeira é começar um curso de instrumentador que seja completo. Hoje, existem instituições que o oferecem a capacitação a distância, com conclusão em seis meses. E como escolher a melhor entre tantas opções? A dica mais importante é selecionar um que seja reconhecido pelos principais órgãos da Odontologia, como a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e o Conselho Federal de Odontologia (CFO). Aqui do blog, nós já falamos detalhadamente como fazer a escolha correta. Quem está interessado em começar um curso de instrumentador também deve saber que a especialização oferece a possibilidade de trabalhar em diferentes lugares, como clínicas e consultórios dentários, ambientes cirúrgicos de hospitais e empresas que se dedicam à fabricação e montagem dos instrumentos odontológicos. É importante lembrarmos que, nos ambientes cirúrgicos de hospitais, é preciso ter a formação em outro curso na área da saúde, como em Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e Técnico de Saúde Bucal (TSB), para atuar como ICO. Por fim, ressaltamos que começar um curso de instrumentador pode incrementar a sua renda, já que a profissão oferece a possibilidade de trabalhar em tempo integral ou como freelancer. Se você trabalha como auxiliar de dentista em um consultório, por exemplo, pode prestar serviço para outros locais como ICO. Por procedimento, um Instrumentador Cirúrgico em Odontologia pode ganhar de R$ 200 a R$ 450 – os valores dependem, claro, do local de trabalho e da complexidade da intervenção. Pronto, agora que você sabe dessas três coisas importantes, já pode começar um curso de instrumentador. Quero ingressar no Curso ASB!
3 dicas para o instrumentador conservar seus materiais

No dia a dia, é função do Instrumentador Cirúrgico em Odontologia (ICO) cuidar da manutenção dos itens utilizados durante a cirurgia. É ele quem deve separá-los, entregá-los no momento certo para o dentista, limpá-los, esterilizá-los e armazená-los corretamente. Neste post, damos 3 dicas para o instrumentador conservar seus materiais durante o processo de esterilização. Limpeza rigorosa para o instrumentador conservar seus materiais A limpeza rigorosa dos materiais odontológicos é indispensável para o instrumentador conservar seus materiais. A presença de óleos, gorduras, sangue, pus e outras secreções, por exemplo, protege os micro-organismos contaminantes na hora de esterilização. De uniforme, lave todos os itens com soluções desencrostantes e faça o enxágue abundante em água potável e corrente. Uma dica é observar a natureza dos artigos e o grau de sujeira. Evite misturá-los! Embalagem correta para o instrumentador conservar seus materiais A embalagem correta também é importante para o instrumentador conservar seus materiais. Na hora de embalar para esterilização, os utensílios devem estar limpos, secos e separados – os itens que tiverem defeitos precisam ser substituídos. Os invólucros devem permitir o contato dos artigos com o esterilizante, bem como mantê-los livres de micróbios durante a estocagem. Os materiais devem ser preparados, montados e embalados conforme o tipo de invólucro e o processo de esterilização indicado. É importante não misturar instrumentos metálicos, bandejas, bacias e artigos de borracha com roupas. Também é recomendado desmontar seringas e empacotar luvas com uma gaze dentro do punho. Pinças, tesouras e outros instrumentais de hastes duplas precisam ficar abertos com ganchos especiais. Estocagem adequada para o instrumentador conservar seus materiais A estocagem dos pacotes, depois da esterilização, precisa ser feita em condições ambientais adequadas. Os pacotes esterilizados devem ter a data de vencimento da esterilização; os de vencimentos mais próximos devem sair primeiro do estoque. É recomendado que o profissionaol, todos os dias, avalie as condições de estocagem e faça o reprocessamento dos pacotes que estiverem vencidos. Sinais de contaminação, corrosão ou desgaste não podem passar despercebidos para o instrumentador conservar seus materiais. Quero ingressar no Curso ASB!
Doenças contagiosas no consultório: veja as mais comuns

Um Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) que lava bem as mãos, que usa uniforme, que opta por materiais descartáveis e que esteriliza corretamente os instrumentos odontológicos evita, com esses bons hábitos, uma série de doenças contagiosas no consultório. Esses cuidados protegem, além da equipe, os pacientes. Mas você sabe a quais doenças contagiosas os ASBs estão mais expostos no consultório? – Gripe O vírus da gripe fica no ar e, assim, pode ser transmitido até mesmo durante uma conversa com o paciente. Essa é a doença mais comum de ser passada no consultório, especialmente na época de frio. Para evitá-la, é importante que os profissionais estejam com a vacinação em dia. O cuidado também deve ser redobrado na hora entrar em contato com objetos que tocaram a saliva de quem está doente. – Tuberculose A tuberculoso afeta o pulmão e, assim como a gripe, também é uma doença transmitida pelo ar. Se o paciente estiver tossindo muito, a chance de contaminação fica ainda maior. A transmissão ainda pode ocorrer pelo contato direto com instrumentos utilizados no paciente. – Hepatite As hepatites B e C também aparecem na lista de doenças contagiosas no consultório. A transmissão ocorre quando o auxiliar de dentista entra em contato com o sangue contaminado – por isso, a importância das luvas. A hepatite ataca o fígado e pode trazer consequências graves caso não seja tratada adequadamente. – Sífilis A sífilis é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST). A transmissão ocorre, assim como a hepatite, pelo contato desprotegido com o sangue do paciente doente. Caso não seja tratada, ela pode trazer complicações como problemas psiquiátricos, paralisias e abortos espontâneos em grávidas. – Aids Caso não tome os cuidados necessário, o Auxiliar de Saúde Bucal também pode contrair Aids no trabalho. O vírus HIV é transmitido pelo contato do sangue com feridas mucosas. A doença não tem cura e afeta, principalmente, a imunidade do doente. Prevenindo doenças contagiosas no consultório A exposição às doenças que nós citamos acima é praticamente inevitável, não? Veja abaixo alguns cuidados para não dar bobeira: Mantenha o seu cartão de vacinas atualizado; Use o equipamento de proteção completo: luvas, touca, máscara e óculos; Faça o descarte correto do material contaminado descartável; Lave e esterilize corretamente os instrumentos contaminados, de forma a eliminar os vírus e bactérias.
Como o ASB pode tornar o atendimento mais humanizado?

A era digital trouxe novos padrões de interação social e, assim como em outros ambientes, impactou na relação entre o paciente e a equipe do consultório odontológico. Nessa transformação, porém, o que tem gerado muitas reclamações é a falta de um atendimento mais humanizado. Não é difícil encontrar profissionais que mal interagem com quem está na cadeira porque estão focados demais em apenas resolver o problema que lhes foi apresentado. A falta de um atendimento mais humanizado, entretanto, interfere na satisfação e, por consequência, na fidelização dos pacientes. Atendimento mais humanizado = diálogo Mas qual a melhor maneira de o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB), em parceria com o dentista, tornar o atendimento mais humanizado no consultório odontológico? A resposta está no diálogo. A conversa é fundamental para um atendimento humanizado. Fale de igual para igual com o paciente. Com o dentista, explique, por exemplo, quais riscos o tratamento que ele deve fazer pode ter. Há profissionais que preferem não apontar as possíveis complicações por medo de preocupar demais o paciente. Assim, acabam dizendo apenas que tudo vai ficar bem – o que está longe de ser o ideal. O ideal é nivelar as expectativas, os riscos e a realidade de um procedimento. Há pacientes que reclamam por não ter tido as suas expectativas atendidas, o que pode ser facilmente resolvido com um diálogo prévio. Por isso, reforçamos: converse com o paciente. Bata um papo antes e depois de todos os procedimentos. Diga sempre o que deve ser feito, o que ele pode esperar e dê um feedback depois, sempre ao lado do dentista. Só ouvindo o paciente é que você vai saber dos medos e das dúvidas que ele tem e, assim, deixar o atendimento mais humanizado e, como bônus, a clientela mais fiel. Quero ingressar no Curso ASB!
O que faz um instrumentador em odontologia?

A rotina do Instrumentador Cirúrgico em Odontologia (ICO) é intensa. Ele é o responsável por uma cirurgia mais segura, tanto para o paciente, quanto para toda a equipe do consultório odontológico. Também é esse profissional quem cuida da esterilização. Neste post, falamos sobre Afinal, o que faz um instrumentador? 1 – Paramentação do instrumentador e da equipe Primeiro, o instrumentador verifica se ele e toda a equipe com a qual trabalha estão paramentados corretamente para o início do procedimento. O uniforme dos profissionais deve incluir avental, luvas, gorro, óculos – os chamados Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). 2 – Separação dos instrumentos odontológicos Na sequência, o instrumentador precisa saber qual a cirurgia que o espera para, assim, separar os materiais que devem ser colocados na mesa cirúrgica. A mesa cirúrgica tem os quadrantes divididos nas quatro etapas da cirurgia: exérese, diérese, hemostasia e síntese. A montagem, geralmente, é feita com base na ordem dos instrumentos utilizados pelo dentista. ele , porém, deve ficar atento ao processo e acompanhar todos os passos do cirurgião caso mudanças aconteçam. Quando o procedimento é mais complexo, o profissional também pode recorrer à montagem da mesa auxiliar. 3 – Esterilização de todos os materiais Depois da cirurgia, o instrumentador precisa esterilizar com atenção todos os materiais. Nem sempre o dentista usa todos os instrumentos separados. Na hora da esterilização, porém, é preciso que todos os instrumentos que ficaram sob a bandeja durante a consulta sejam bem higienizados, tenham sido utilizados ou não. Isso porque, caso contrário, é bem possível que um contamine o outro mesmo sem que tenha havido o contato direto. Quero ingressar no Curso ASB!
3 profissionais que podem investir no curso de instrumentador

A especialização de Instrumentador Cirúrgico em Odontologia (ICO) pode ser feita por qualquer pessoa. Ela é mais recomendada, porém, para quem já trabalha na área da saúde. No post desta segunda-feira, listamos ao menos três profissionais que podem investir no curso de instrumentador para incrementar a sua formação. Será que você está entre eles? Confira abaixo: Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) Um dos profissionais que mais aposta na especialização de instrumentador cirúrgico é o Auxiliar de Saúde Bucal. Isso porque, no dia a dia, ele já está bem acostumado a trabalhar com o dentista e com a rotina em um consultório odontológico. Com essa nova formação, o ASB consegue, além de adquirir novos conhecimento, avançar na carreira e ganhar mais. Técnico de Saúde Bucal (TSB) Assim como o Auxiliar de Saúde Bucal, o Técnico em Saúde Bucal também está entre o profissionais que podem investir no curso de instrumentador. A vivência com dentistas em clínicas e em consultórios conta pontos a favor do TSB, que encontra nessa especialização uma possibilidade de crescimento no ramo e de obter um salário maior. Auxiliares e Técnicos de Enfermagem Apesar de não ser tão comum assim, Auxiliares e Técnicos de Enfermagem também podem buscar essa formação para migrar para a odontologia ou, ainda, para conseguir uma renda extra no final do mês. É comum que o instrumentador receba por cirurgia feita. A aptidão que esses dois profissionais da saúde já possuem para realizar atividades nos centros cirúrgicos de hospitais contribui muito na hora de conquistar uma vaga como Instrumentador Cirúrgico em Odontologia.
Por que o auxiliar de dentista deve usar uniforme?

A contaminação cruzada ocorre quando o dentista, o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) ou outro membro da equipe faz o transporte de vírus e bactérias de um objeto infectado para outro que não está. Isso é facilitado quando o profissional não está equipado corretamente. É por esse motivo que o auxiliar de dentista deve usar uniforme, sim! Hospitais, consultórios e clínicas odontológicos e outros locais que responsáveis pela saúde da população têm manuais de biossegurança. Essas publicações instruem os profissionais sobre como esterilizar os instrumentos utilizados no dia a dia e também dão outros tipos de orientações para evitar a contaminação cruzada no ambiente de trabalho. Uma das medidas de biossegurança do manual de Odontologia diz que jalecos, aventais, luvas, máscaras são de uso obrigatório em clínicas e consultórios. Isso para impedir que o sangue e as secreções do paciente – que podem estar afetados ou não – entrem em contato direto com a pele do ASB, que por sua vez, pode ser contaminado e/ou acabar infeccionando outro paciente. Bem perigoso, né?! Auxiliar de dentista deve usar uniforme sempre higienizado Todo esse uniforme profissional deve ser frequentemente higienizado para realmente não virar um bom meio de propagação de microrganismos. As luvas, por exemplo, devem ser trocadas a cada atendimento. Já os jalecos precisam ser de manga comprida e de gola alta para garantir a proteção de todas as áreas – a troca pode ser diária ou logo que houver a presença visível de fluidos. É importante também não se esquecer da esterilização das vestimentas contra radiação! Organização e padrão Secundariamente, o auxiliar de dentista deve usar uniforme também para organização e padronização do consultório odontológico. Um jaleco com o nome e a função do profissional é importantíssimo para o paciente que chega para a sua primeira consulta e ainda não sabe quem é quem ali. Vale lembrar que o auxiliar de dentista deve usar uniforme apenas no ambiente de trabalho por questões sanitárias! Quero ingressar no Curso ASB!
3 dicas para subir na carreira de ASB depois de formado

Avançar na carreira é o desejo de muitos profissionais que já estão empregados ou ainda procuram um trabalho. A qualificação é um dos segredos para isso. Se você já concluiu o curso de Auxiliar de Saúde Bucal e, agora, tenta subir na carreira de ASB, veja as três dicas que nós separamos para ajudar. Para subir na carreira de ASB, mantenha-se atualizado Manter-se atualizado é importante em qualquer profissão. Sempre que puder, participe de eventos, de workshops e de palestras; leia mais sobre a área odontológica para se manter atualizado; e amplie o networking – incluindo outros profissionais e estudantes da área na sua rede de contatos. Tenha um currículo atraente O currículo é o cartão de visitas do profissional. Ele precisar estar sempre atraente e atualizado. Se você está em busca de uma vaga, liste no currículo as suas experiências profissionais mais recentes, usando dados como as datas de admissão e de saída do emprego, o nome da empresa que trabalhava e o cargo que ocupava. De maneira breve, fale das suas realizações e dos seus projetos, ressaltando as suas conquistas. Também inclua informações sobre a sua formação. Para subir na carreira de ASB, vá além do que lhe é pedido Sair da sua zona de conforto é fundamental para subir na carreira de ASB. Que tal explorar novas atividades dentro do seu emprego mesmo? Cuidar das redes sociais, por exemplo, pode ser um diferencial. Cada vez mais, os consultórios têm apostado no Facebook para fazer marketing digital. Por meio dele, é possível – além de atrair novos clientes e fidelizar os atuais – aumentar a visibilidade do negócio e divulgar a marca.
O que não pode faltar em um prontuário odontológico?

De acordo com o Código de Ética Odontológica, “é obrigatória a elaboração e manutenção de forma legível e atualizada de prontuário e a sua conservação em arquivo próprio, seja de forma física ou virtual”. Mas você, que é Auxiliar de Saúde Bucal (ASB), sabe o que não pode faltar em um prontuário? O prontuário odontológico reúne todos os arquivos elaborados durante o tratamento do paciente. Ele possui validade legal e protege o dentista, por exemplo, de um eventual problema na Justiça. Para ajudar quem trabalha na área, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) listou o que não pode faltar em um prontuário. 1 – A ficha clínica A ficha clínica é o documento mais completo sobre o tratamento do paciente. Nela, é possível encontrar a identificação do profissional e do paciente, a anamnese, o exame clínico, o plano de tratamento, a evolução e as intercorrências do tratamento. Veja abaixo mais detalhes sobre cada item: Identificação do profissional: é obrigatório em todos os impressos constar o nome do profissional, a profissão (cirurgião-dentista, no caso) e o número de inscrição no Conselho Regional de Odontologia (CRO); Identificação do paciente: o CFO recomenda registrar o nome completo do paciente, o número do documento de identidade, o Cadastro Individual de Contribuinte, a data de nascimento, a naturalidade, a nacionalidade, o estado civil, o sexo, além de endereços pessoais e profissionais completos; Anamnese: é registro da história clínica do paciente até o momento do tratamento. A sugestão é que esse documento contenha a queixa principal/motivo da visita do paciente, a evolução da doença atual e o histórico médico/odontológico; Exame clínico: são os exames intra-oral e extra-oral, que permitem o “reconhecimento dos sinais e sintomas objetivos das alterações encontradas no campo bucomaxilo-facial e, ao mesmo tempo, deve conduzir o examinador à obtenção das informações gerais da saúde do paciente”; Plano de tratamento: descrição detalhada dos procedimentos propostos, dos materiais que devem ser utilizados e dos elementos bucais envolvidos. Evolução e intercorrência do tratamento: é importante registrar todos os passos do tratamento, com a descrição precisa dos elementos dentários e faces coronárias ou regiões envolvidas, e os materiais usados. Ainda devem ser anotadas alterações do planejamento inicial, as faltas às consultas e as orientações adicionais, sempre com a solicitação da assinatura do paciente ou do seu representante legal. 2 – Os documentos suplementares Na lista de o que não pode faltar em um prontuário também estão os documentos que podem ser elaborados durante o atendimento ao paciente, desde que a situação os requeira. São eles: receitas, atestados, contrato de locação de serviços odontológicos e exames complementares. Veja abaixo mais detalhes sobre cada item: Receitas: devem ser feitas de acordo com o papel receituário, impresso de acordo com as normas do disposto no Código de Ética Odontológica e formuladas em consonância com determinações legais. Atestado: é constituído pelos seguintes elementos: o profissional competente para atestar e o paciente (ambos devidamente identificados), o fato odontológico e as consequências desse fato, sendo redigido, geralmente, no bloco de receituário. Contrato de locação de serviços odontológicos: embora não seja obrigatório, o CFO recomenda que seja feito um contrato com termos que têm como objetivo proteger os pacientes e os profissionais. Exames complementares: aqui podem ser colocadas radiografias e fotografias devidamente rotuladas, além de moldes e outros exames não contemplados até o momento. O prontuário pertence ao paciente, mas a guarda é do dentista. Caso o paciente peça o documento, a recomendação é: entregue, mas faça com que ele assine um termo para provar, se necessário, que fez a retirada. Também é possível oferecer uma cópia do prontuário, no mesmo esquema da assinatura como prova. Quero ingressar no Curso ASB!
3 habilidades importantes para o instrumentador

Na busca por novos talentos, recrutadores têm exigido, cada vez mais, que os candidatos possuam certas aptidões profissionais. Você, que é Instrumentador Cirúrgico em Odontologia (ICO), sabe o que tem sido mais valorizado na contratação? No post desta segunda-feira, falamos de 3 habilidades importantes para o instrumentador impressionar na entrevista de emprego. Organização A capacidade de organização é uma das habilidades importantes para o instrumentador. É uma qualidade que, na verdade, é bem vista em qualquer área. Na saúde, mais especificamente no caso do Instrumentador Cirúrgico em Odontologia, organizar-se é fundamental devido à infinidade de instrumentos odontológicos com que o profissional precisa lidar no dia a dia. É importante lembrar que, na hora da cirurgia, porém, ele precisa seguir a organização imposta pelo cirurgião-dentista. Geralmente, a montagem da mesa obedece aos tempos cirúrgicos. Em quadrantes, os instrumentos são separados para cada fase da cirurgia: diérese, hemostasia, exérese e síntese. Trabalho em equipe O instrumentador cirúrgico trabalha, na maior parte das vezes, em equipe nas clínicas, nos consultórios e nos centros cirúrgicos. Ações individualistas não são bem vistas no dia a dia – é preciso trabalhar em harmonia com o cirurgião-dentista e com os outros membros da equipe. Até porque, durante o atendimento, o ICO atua quase que como uma extensão do dentista. Assim, um bom trabalho em conjunto é imprescindível a todos, especialmente para o paciente, que pode ter um procedimento mais rápido e eficiente. Conhecimento técnico Além de saber como organizar todo o seu material, é importante que o Instrumentador Cirúrgico em Odontologia conheça bem todos os instrumentos que utiliza no dia a dia: os seus nomes, para quê servem, em quais procedimentos devem ser utilizados… O conhecimento técnico – que faz parte dessas habilidades importantes para o instrumentador – também inclui saber como cuidar bem de todos os objetos – como esterilizá-los de forma eficiente, por exemplo. É claro que nem todo ICO “nasce” com essas capacidades que nós listamos. É importante, porém, que ele trabalhe no dia a dia para que possa desenvolvê-las da melhor maneira e, assim, impulsionar a sua carreira. Quero ingressar no Curso ASB!