Você sabe o que é bleachorexia?

bleachorexia   A indústria da beleza nos apresenta diariamente novidades. Novos produtos, novos tratamentos ou procedimentos, são inúmeras as alternativas em busca da beleza ideal. Aliado a isso, as propagandas nos mostram padrões de beleza quase inalcançáveis sem a ajuda dos profissionais que atuam na área da estética. Baseado nestes padrões de beleza que a indústria da beleza vem apresentando um aumento exponencial tanto na oferta quanto na demanda. As pessoas buscam um corpo escultural, o rosto mais belo, os cabelos da moda, além de um sorriso perfeito. Até aí tudo bem. O problema é quando a beleza passa a ser uma verdadeira obsessão, e faz com que as pessoas passem dos limites em busca da perfeição. O que pode acarretar em doenças e compulsões. Como é o caso de pessoas que sofrem de Transtornos Disfórmico Corporal, ou a chamada dismorfofobia. Este transtorno se caracteriza quando uma pessoa se preocupa demasiadamente com algum ‘defeito’ de seu corpo. Muitas vezes enxergado somente por ela. Este transtorno é comum e afeta de 1,7 a 2,4% da população. Um de seus exemplos mais comuns são os casos de anorexia, distúrbio alimentar no qual uma pessoa, mesmo muito magra se enxerga com quilos a mais. Transtorno Disfórmico Corporal na Odontologia A bleachorexia pode ser caracterizada como outra forma do Transtorno Disfórmico Corporal. Esta na área da Odontologia. A bleachorexia é a obsessão por dentes cada vez mais brancos, e, consequentemente por todos os tipos de tratamento oferecidos para isso. Vale destacar que os clareamentos dentários, sejam eles de qualquer tipo, necessitam de um acompanhamento de dentistas, e fazê-los desmedidamente pode causar transtornos, e até mesmo o efeito contrário. Bleachorexia e os problemas na saúde bucal de pacientes Os clareamentos dentários se utilizam de produtos químicos para chegar ao efeito desejado, os dentes mais brancos. O uso excessivo destes produtos causará problemas dentários, como a perda do esmalte dos dentes, o que os deixam mais fracos e quebradiços. Os produtos podem afetar ainda a gengiva dos pacientes. Como dissemos, a obsessão por dentes brancos, a bleachorexia, pode acarretar em dentes mais escurecidos. Isso porque com a destruição do esmalte eles podem ficar com esse aspecto. Hora de procurar ajuda A bleachorexia se deve, e muito, pela facilidade do acesso a produtos que promovem o clareamento dos dentes. O problema é que com esta facilidade, muitas vezes as pessoas não procuram pelo acompanhamento de dentistas para fazê-lo. Sem este acompanhamento o diagnóstico fica mais difícil. Assim como os da anorexia, os pacientes com bleachorexia ficam com uma visão distorcida de si mesmo, avaliando que seus dentes podem ficar ainda mais brancos. Além de procurar por um dentista, um profissional da psicologia também deverá intervir no tratamento deste paciente.   Mais importante que um sorriso perfeito, é a saúde bucal em perfeito estado. As pessoas podem sim buscar por um sorriso mais branco, mas sempre com a orientação de profissionais graduados da Odontologia. São eles que podem indicar o melhor tratamento a ser feito, mesmo se a opção for pelos clareamentos chamados caseiros. A bleachorexia pode trazer diversos problemas, tanto na saúde bucal como na saúde psíquica de pacientes. É um transtorno e precisa de tratamento adequado. Fique atento! Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO).   Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já  

Fio dental: 3 razões para usar diariamente

fio dental   Seu uso já foi até contestado por especialistas norte-americanos, mas os dentistas são enfáticos ao afirmar: O uso do fio dental é essencial para a saúde bucal dos indivíduos, de todos eles, independente de suas idades. Pelo menos no Brasil, profissionais da Odontologia apontam o recurso como parte da rotina diária da higienização, sendo responsável por 40% dela. Alguns apontam até 50%, sendo que os demais 50%, ou 40%, da higiene bucal seriam da responsabilidade da escovação dental. Polêmicas a parte, difícil quem realize esta tarefa da melhor maneira possível. Apesar de indicarem o uso do fio dental após as refeições, os dentistas dizem que uma vez ao dia, após todas as refeições, pode ser o suficiente. Mas mesmo com a recomendação sendo uma vez ao dia, são muitas as pessoas que não são adeptas ao uso do fio dental. Pesquisa encomendada ao Datafolha pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO) em 2016 apontou que 57% dos brasileiros utilizam diariamente o fio dental. Ele alcança mais estruturas que a escova Quando citamos que os dentistas debitam 40 ou 50% da higienização bucal ao fio dental é porque ele alcança locais que somente a escovação não chegaria. Podemos citar com aquela incômoda casquinha da pipoca que pode ficar tempos incomodando se não houver o uso do fio. O mesmo pode acontecer com outros pedaços de comida, sem que estes nos incomodem. Mas eles ficam lá, e mesmo ‘invisíveis’ podem causar doenças bucais. Uso do fio dental evita doenças bucais Higienização bucal mais completa significa uma boca mais saudável. Realizamos a escovação dental com uma frequência média de três vezes ao dia para evitarmos o acúmulo da placa bacteriana nos dentes. A utilização do fio dental deveria ocorrer da mesma forma, automaticamente O uso do fio dental irá evitar o acúmulo da placa bacteriana entre os dentes, e entre os dentes e a gengiva. Portanto o uso do fio dental evitará as doenças decorrentes do acúmulo da placa, como as cáries dentárias, e as doenças periodontais como a gengivite a até mesmo a periodontite. Lembrando que em longo prazo estas doenças podem acarretar ainda a perda dos dentes. Mau hálito pode ser evitado Além de evitar doenças bucais, o uso do fio dental pode conter outro incômodo, a temível halitose, ou mau hálito como é mais conhecido. O mau hálito pode causar inúmeros constrangimentos e até problemas de convívio pessoal. O mau hálito pode aparecer no caso daqueles fragmentos de comida que não foram eficazmente retirados somente com a escova e permaneceram entre os dentes, formando as bactérias causadoras do odor desagradável. Este é mais um motivo para ter como hábito o uso do fio dental. Mas se o uso do fio dental é tão importante porque especialistas norte-americanos o estão dispensando? Os brasileiros explicam: grande parte das pessoas não utiliza de forma adequada o fio dental, portanto estudos feitos com eles não demonstram a total eficácia deste recurso. A utilização do fio dental é importante e deve ser inserida na rotina de higiene bucal de todas as pessoas, já que seu uso é tão simples. Para que os resultados sejam sentidos basta se atentar a maneira mais eficaz de fazê-lo, e sem machucar a gengiva. Vamos relembrar: um pedaço de cerca de 40 cm é suficiente. Enrole o fio de sua preferência em seus dedos médios e insira na cavidade entre seus dentes. As gengivas também requerem a higienização, portanto continue quando o dente alcança-la e dos dois lados. Pronto para construir uma carreira sólida? A área de Saúde Bucal está em constante crescimento e oferece alta empregabilidade. Não fique de fora desse mercado. Comece sua formação profissional com quem é referência.   Comece sua Carreira ASB Agora!

Conheça 3 dicas para cuidar de sua saúde bucal

saúde bucal   Geralmente a primeira característica que observamos nas pessoas são seus dentes. A saúde bucal pode alterar completamente a visão que temos de determinado indivíduo. A pessoa pode ser bonita fisicamente, mas se ao sorrir os dentes não estiverem bem cuidados tendemos a mudar de opinião na mesma hora. Mas a beleza não é a única característica que os dentes alteram nas pessoas. A saúde bucal pode acarretar doenças não só dentárias, mas no organismo como um todo. Mais um motivo para cuidarmos dela corretamente. Devemos ressaltar que os cuidados com a saúde bucal são diários, não se pode descuidar um único dia. Para lhe ajudar a manter a saúde bucal em dia vamos elencar alguns cuidados que devemos ter. Confira: Cuidados básicos da saúde bucal Vamos iniciar com aqueles cuidados básicos que devemos ter diariamente  para manter a saúde bucal. Escovação correta, uso do fio dental e de enxaguantes bucais. A escovação deve ser realizada no mínimo três vezes ao dia. A dica é após as refeições para se evitar que os restos de alimentos permaneçam nos dentes. Já o uso do fio dental e de enxaguantes bucais deve ter frequência diária. Geralmente estes cuidados são feitos a noite, quando as pessoas contam com um tempinho a mais. A escolha pela fita ou fio dental e pelos diversos usos de enxaguantes existentes no mercado é individual, mas vale uma conversa com o dentista para verificar qual o melhor opção para cada pessoa. Escolha de alimentos e a mastigação Desde crianças aprendemos que o açúcar em demasia é prejudicial aos dentes. E isto não é somente conversa para que os pequenos não abusem dos doces. Os açúcares tendem a acelerar o processo de mineralização do biofilme dentário, formando assim as placas. Lembrando ainda que as cáries são doenças resultantes do acúmulo das placas. Não estamos dizendo que as pessoas devem abolir o açúcar da alimentação diária, mas sim evitar seu consumo exagerado para garantir uma boa saúde bucal. Além disso, optar pelo consumo logo após as refeições quando teremos a escovação. Evitar ficar com os dentes expostos aos açúcares por um longo período pode evitar a formação das cáries. Além dos cuidados com a alimentação , uma boa mastigação dos alimentos também pode interferir na saúde bucal. A mastigação incorreta pode acarretar alterações na arcada dentária das pessoas, além de doenças, não somente as bucais. Uma mastigação correta inclui fazer o uso de todos os dentes, já que cada um tem sua função. Também deve ser bilateral, ou seja, feita dos dois lados da boca. Os alimentos devem ser triturados corretamente, formando o bolo alimentar antes de ser engolido para evitar problemas digestivos. Acompanhamento de dentistas Hoje a falta de recursos financeiros não pode justificar o não comparecimento ao dentista. Além das consultas particulares, todas as pessoas podem contar com atendimento de equipes odontológicas por meio dos Postos de Saúde que contam com equipes do Programa Brasil Sorridente. E para garantir uma boa saúde bucal, as visitas periódicas ao dentista são essenciais. Eles podem detectar problemas não visíveis para as pessoas e evitar o aparecimento de doenças. Além disso, as limpezas feitas por estes profissionais também são importantes. Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO).   Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já  

Boa mastigação influencia na sua saúde bucal?

saude bucal   A boca, devido ao ato da mastigação, é onde inicia o sistema digestivo de nosso organismo. Uma boa mastigação consequentemente resultará em um bom processo digestivo. Quando falamos em boa mastigação estamos nos referindo ao uso correto dos dentes, da língua e das bochechas para o processo. Apesar de ser uma ação mecânica dos indivíduos, a mastigação deveria ser um procedimento mais pensado pelas pessoas para que seja feita da melhor forma. Uma boa mastigação pode trazer diversos benefícios ao nosso organismo, e não somente ao sistema digestivo. Disfunções podem ter consequências no organismo como um todo. É claro que ao envolver a os dentes, a língua e a cavidade bucal de uma forma geral, a mastigação certamente também influenciará na saúde bucal das pessoas. Aquelas que não fazem a trituração dos alimentos de maneira correta poderão ter alguns problemas relacionados à saúde. Uso correto dos dentes para a mastigação O uso correto dos dentes é determinante na saúde bucal dos indivíduos. Mas como saber se estamos usando corretamente nossa arcada dentária? É simples. O processo de mastigação deve ser realizado em ambos os lados da boca, é a chamada mastigação bilateral. Além disso, os movimentos devem passar de verticais para os rotacionais a medida que o bolo alimentar se forma. Caso somente um dos lados seja utilizado para a mastigação, a saúde bucal acaba sendo prejudicada, já que haverá desgaste maior nos dentes somente do lado em que está sendo mais utilizado. Além da bilateralidade, há a questão da função de cada grupo de dentes na mastigação. Os incisivos servem para cortar os alimentos, os pré-molares para o processo de trituração, e os molares para a chamada pulverização dos alimentos, quando estes se tornam minúsculas partículas antes da formação do bolo alimentar. Mastigação errônea aumenta incidência de cáries Além do desgaste prematuro dos dentes, uma mastigação incorreta irá aumentar a incidência de cáries dentárias, e assim comprometer ainda mais a saúde bucal. O acúmulo do tártaro é percebido por pesquisadores no lado da boca em que não é muito utilizado na mastigação, no caso dela ser unilateral. A mastigação unilateral também irá acarretar em uma perda óssea do lado não mastigante, já que este não será trabalhado. No processo bilateral, todas as estruturas da boca serão utilizadas e, portanto, fortalecidas. Boa mastigação beneficia saúde bucal e do organismo Não é somente a saúde bucal que é beneficiada com uma mastigação correta. Como citamos, ela é o primeiro passo do sistema digestivo. No caso dela ser feita erroneamente pode causar de azia até a gastrite.Alguns tipos de dores de cabeça e até da coluna podem estar relacionadas a mastigação incorreta. Estudos apontam ainda a má mastigação como um dos fatores da obesidade. O cérebro humano conta com um tempo para processar a alimentação até a saciedade. Com uma mastigação errada, sem que os alimentos sejam devidamente triturados e processados, não há tempo para que o corpo sinta-se saciado. Mastigação errada pode ter causa em disfunções da cavidade bucal A mastigação incorreta pode ser a causadora de problemas relacionados à saúde bucal, mas o inverso também pode ocorrer. Uma má oclusão ou próteses mal colocadas podem fazer com que a mastigação seja realizada de maneira incorreta. A perda de dentes também será determinante no processo, já que cada um deles conta com funções específicas para a mastigação. Para que a mastigação não acarrete problemas relacionados à saúde, a percepção do processo é uma ótima opção. Pesquisadores apontam entre as causas da mastigação incorreta, a correria do dia a dia das pessoas e aos alimentos da atualidade, que não favorecem uma boa trituração. Pronto para construir uma carreira sólida? A área de Saúde Bucal está em constante crescimento e oferece alta empregabilidade. Não fique de fora desse mercado. Comece sua formação profissional com quem é referência.   Comece sua Carreira ASB Agora!  

A utilização de fluoretos ajuda na prevenção da cárie?

utilização de fluoretos   Falou-se em flúor, logo as pessoas lembram-se da prevenção da cárie. Flúor é como as pessoas se referem ao íon de flúor, utilizado amplamente pela odontologia para a prevenção da cárie dentária. Mas o nome correto do íon de flúor é fluoreto. Essa popularização da utilização de fluoretos se deu após um longo processo de estudos do seu uso e benefícios para a odontologia. Como uma das políticas públicas mais importantes da área. A utilização da água fluoretada na maioria das redes de abastecimento do país. Essa medida se deu após menção em 1952 no 10° Congresso Nacional de Higiene em Belo Horizonte, e discussão no 1° Conferência Nacional de Saúde Bucal em 1986. Com os debates e a recomendação de entidades ligadas à Odontologia, a fluoretação da água como pilar da prevenção da cárie foi aprovada junto à Política Nacional de Saúde Bucal em 1988. Mas o processo de fluoretação de água teve início já em 1953 no Brasil. Com a cidade de Baixo Guandu no Espírito Santo a ter sua rede de abastecimento com íon flúor. Utilização de fluoretos no mundo A fluoretação da água da rede de abastecimento não é exclusividade do Brasil. Ela iniciou nos estados Unidos e no Canadá em 1945 após amplos estudos e também discussões sobre o tema. Na época havia uma corrente que apontava que essa era uma ‘estratégia’ do Governo para deixar a população doente, em um processo em massa. Passada a polêmica, outros países adotaram a medida da utilização de fluoretos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou em um estudo publicado em 2003 que a fluoretação na rede de abastecimento era utilizado em 53 países atingindo cerca de 400 milhões de pessoas. Apesar dessa ampla utilização, o Brasil apresenta o segundo maior sistema de fluoretação de água na rede de abastecimento público. O flúor na prevenção da cárie Somente esses dados da ampla utilização mundial já apontam a comprovação de que a utilização de fluoretos ajuda na prevenção da cárie. Estudos apontam diminuição de 60% da cárie com a água fluoretada. Mas essa comprovação de que o flúor previne a doença bucal trouxe uma popularização de seu uso no meio odontológico. Uso do flúor em dentifrícios, enxaguantes bucais, em materiais odontológicos, além da aplicação tópica em consultórios dentários. Isso trouxe a pauta outra discussão sobre o tema. A quantidade utilizada para a prevenção. Pois a utilização de fluoretos acima da adequada acarreta a fluorose. Doença bucal causada pelo excesso de exposição de flúor. Como o flúor age na cavidade bucal Mas por que a utilização de fluoretos é benéfica na prevenção da cárie? O íon flúor atua na reversão parcial da perda de minerais dos dentes. Essa perda de minerais acontece com a ação das bactérias presentes na cavidade bucal. Essas bactérias, em contato com açúcares fermentáveis, causam a desmineralização. A desmineralização é um processo contínuo na cavidade bucal, que em níveis extremos causa a cárie dentária. Atuando na reversão parcial, o íon flúor não permite que a desmineralização avance, portanto, a utilização de fluoretos ajuda na sua prevenção. Vale destacar a escovação com dentifrícios fluoretados. Mesmo uma escovação adequada pode deixar remanescentes de biofilme dentários. E o flúor permanece agindo após o processo da escovação. Assim auxilia diminuindo a exposição de açúcares fermentáveis no biofilme remanescente. É correto dizer que a utilização de fluoretos previne a cárie, mas quando a doença já está instalada o íon não ajuda a reverter o processo. A teoria é importante, mas a prática é tudo! Domine as técnicas de instrumentação, biossegurança e o atendimento de excelência. Inscreva-se no curso que oferece o conhecimento prático que o mercado exige.   Domine a Prática do ASB – Saiba Mais

2 diferentes opções para o controle químico do biofilme dental

biofilme dental   Em nosso blog já explicamos como operam alguns agentes químicos para o controle do biofilme dental. Vamos lembrar que, para conter o biofilme, há duas maneiras utilizadas pela população em geral, e otimizadas frequentemente pela indústria odontológica, o controle químico e o controle mecânico. O controle mecânico é feito pela escovação dentária e o uso de fio dental. Nos consultórios dentários ele é feito com a raspagem supragengival, recomendada a cada seis meses para os pacientes. Já no controle químico, as pessoas utilizam de produtos que saem das indústrias com o objetivo de conter o biofilme dental. Estas já pensadas e testadas em prol da saúde bucal. O biofilme dental está presente naturalmente na cavidade bucal de todas as pessoas. Quando falamos de controle do biofilme, nos referimos ao avanço das bactérias para que elas não estabeleçam um núcleo de proteção e avancem na formação da placa, acarretando doenças bucais como a cárie dentária e as doenças periodontais. Em diversas vezes, é possível fazer uso tanto do controle mecânico, quanto do químico conjuntamente para otimizar as formas de controle. O caso mais comum é na escovação quando aliamos os dentifrícios para o controle mecânico. A seguir citaremos algumas das diferentes opções utilizadas para o controle químico do biofilme dental. Pastas, géis ou cremes para o controle do biofilme dental A opção mais utilizada pela população em geral são as pastas, géis ou cremes dentais. Estes são utilizados diariamente para controlar o biofilme dental, e aliados ao processo mecânico da escovação, feito no mínimo três vezes ao dia. Entre os agentes químicos mais utilizados na fabricação das pastas, géis ou cremes, está o triclosan, que, aliados a outros componentes, propõe a redução do biofilme. Este não é o agente químico mais eficiente, mas é o permitido nos géis para a escovação. Também na escovação, os fluoretos são agentes químicos bastante utilizados. Soluções para bochecho Nas soluções para bochecho, está presente o agente químico mais eficaz para se conter o biofilme dental: a clorexidina. Estas soluções antissépticas atuam como uma barreira provisória de proteção nos dentes. Após um período determinado da utilização dos enxaguantes bucais, as bactérias nocivas aos dentes voltam ase formar e a se juntar para a formação das microcolônias. A clorexidina continua ser amplamente estudada na Odontologia, já que, apesar de seus benefícios, seu uso a longo prazo pode ser prejudicial. Também em soluções para bochecho, podem ser encontrados outro agente químico, ainda pouco utilizado para o controle do biofilme dental, os óleos essenciais, que apresentam características antimicrobianas e anti-inflamatórias. Atualmente, encontrados no mercado somente com a marca Listerine. Estas duas são as formas mais comumente utilizadas pela população em geral no controle químico do biofilme dental. Apesar de sua complexidade estas substâncias presentes dos dentifrícios e enxaguantes bucais são consideradas como coadjuvantes para conter a placa bacteriana. Sendo a forma mais eficaz o controle mecânico. Pronto para construir uma carreira sólida? A área de Saúde Bucal está em constante crescimento e oferece alta empregabilidade. Não fique de fora desse mercado. Comece sua formação profissional com quem é referência.   Comece sua Carreira ASB Agora!

Mau hálito: Conheça 5 formas de combatê-lo

mau hálito   O mau hálito pode trazer diversos transtornos na vida de uma pessoa. Seja na vida social ou amorosa, esta questão pode significar limitações para quem sofre de halitose – o mau hálito crônico. Pessoas podem até ficar mais introvertidas e temerem o contato com outras, já que em uma simples conversa é possível detectar o problema. O mau hálito pode até significar uma má higiene bucal, mas ele pode estar associado a outras questões que vão além de uma boa escovação. As pessoas que sofrem com a halitose devem procurar a ajuda de profissionais para que este problema não acabe afetando mais severamente suas vidas. O profissional mais indicado para detectar as causas do mau hálito é o dentista. Mas para evitar aquele cheiro desagradável na cavidade bucal as pessoas podem adotar hábitos saudáveis no seu dia a dia. Neste artigo vamos mostrar algumas formas de combater a halitose. Acompanhe: Diga não ao tabagismo Além de diversos problemas para a saúde, o tabagismo também está entre os causadores do mau hálito. O cheiro desagradável está associado a algumas das quatro mil substâncias nocivas presentes no cigarro, que causam problemas não só na cavidade bucal, mas em todo o corpo dos fumantes. Em fumantes, a halitose se deve a alterações na superfície da língua, que passam a reter mais partículas. Além disso, o tabagismo acarreta a chamada ‘boca seca’, outra causa frequente do mau hálito. A boca seca pode aparecer também devido a ingestão de alguns medicamentos. A boca seca é associada ao mau hálito, pois a saliva colabora com a higienização da boca, inibindo a proliferação das bactérias. A falta de saliva, portanto, faz com que o número de bactérias aumente na boca acarretando o mau hálito. Bebidas alcoólicas também estão associadas ao mau hálito As bebidas alcoólicas também podem causar o temível mau hálito. Elas contribuem de diversas formas para o odor na cavidade bucal. Um deles seria a desidratação que causa no corpo, e também na boca provocando a boca seca. Além disso, o álcool apresenta efeito nocivo por onde passa. No esôfago pode causar azia e refluxo e no estômago aumenta o ácido gástrico. Todos estes fatores colaboram para o aparecimento do mau hálito. Portanto evite abusar das bebidas alcoólicas. Higiene bucal completa Uma higiene bucal completa também pode ajudar no combate ao mau hálito. Como falamos acima, o aumento do número de bactérias na boca estão entre as causas da halitose, e para evitar essa proliferação nada melhor que uma boa escovação dentária. Além da escovação, o uso do fio dental é importante, pois com ele é possível retirar as partículas que não foram alcançadas com a escova. Lembre que os restos de alimentos podem permanecer na boca caso não haja uma boa higienização. Restos de alimentos aliados a proliferação de bactérias certamente resultarão no mau hálito. Uma boa higiene bucal também pode evitar o aparecimento de doenças bucais, como as periodontais, por exemplo. E estas também estão entre as causas da halitose. Escovação da língua  Uma etapa muito importante da higiene bucal e que ajuda a combater o mau hálito é a escovação da língua. Apesar de ser muito importante este é um hábito que não é adotado por muitas pessoas. A língua é o espaço com mais concentração de bactérias, e se não há limpeza adequada acaba ficando com aspecto esbranquiçado, ocasionando a chamada saburra lingual, outra causa frequente da halitose. Visitas periódicas ao dentista Todas as práticas acima devem ser adotadas e aliadas às visitas periódicas ao dentista. É ele o profissional que irá apontar as causas do mau hálito, que, como dissemos, pode estar relacionado a diversos fatores. Alguns deles podem até não estar relacionados a cavidade bucal, mas sim a outras infecções do organismo. Com certeza ao adotar todos estes hábitos as pessoas passam longe do mau hálito. É importante ressaltar que a halitose pode aparecer também conforme o consumo de alguns alimentos. Mas o odor tende a passar conforme o organismo processa este alimento. Um exemplo disso é o alho. . Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO).   Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já

Odontologia preventiva: Conheça 4 maneiras de manter os dentes saudáveis

odontologia preventiva   Melhor prevenir do que remediar. Esta é uma expressão conhecida e que pode ser utilizada em diversas situações. Inclusive para explicar o preceito da Odontologia Preventiva. Para que as doenças bucais não apareçam há inúmeras indicações para o dia a dia de todas as pessoas. Atividades simples, mas que se realizadas de maneira adequada podem prevenir as doenças que mais acometem a cavidade bucal, como as cáries dentárias e as doenças periodontais, e também outras mais sérias, como um câncer bucal por exemplo. Além destas doenças mais conhecidas e mais incidentes, há aquelas que podem ter início devido às alterações na cavidade bucal. Há, inclusive, doenças cardiovasculares que podem ser evitadas se a saúde bucal do paciente estiver em dia. É claro que ninguém quer ficar doente. Além dos incômodos físicos, há os males econômicos. Gastos com medicamentos, com tratamentos e até mesmo com procedimentos cirúrgicos. Se levarmos em conta tudo isso, vamos verificar que a prevenção é muito mais vantajosa, em todos os sentidos. Por isso dedicamos este post às maneiras simples de manter os dentes saudáveis, e seguir o que prevê a odontologia preventiva. Vamos a elas: Escovação correta dos dentes A escovação dos dentes, no mínimo três vezes ao dia, pode parecer uma dica simples demais. Mas é sempre bom reforçar. Há maneiras mecânicas e químicas de se prevenir doenças bucais, e entre as mecânicas a escovação é a mais simples e a mais indicada também, devido a seu êxito. A escovação correta e com a frequência indicada evita o acúmulo do biofilme dentário, e consequentemente a produção de microcolônias de bactérias que resultam na cárie dentária nos dentes, e na doença periodontal no elo de ligamento dos dentes e da gengiva. A escovação é auxiliada ao uso dos dentifrícios – pastas e géis – que utilizam os agentes químicos para evitar as doenças. Neste caso o controle mecânico é aliado ao controle químico, que utiliza agentes que alteram a atuação das bactérias na cavidade bucal. Uso do fio dental O uso do fio dental também faz parte do controle mecânico das doenças bucais, e é uma das maneiras de se manter os dentes saudáveis pela odontologia preventiva. Muitas vezes, a escova dental não alcança todos os locais em que as bactérias estão agindo na cavidade bucal. E somente o uso do fio dental é que vai evitar que o biofilme dentário se acumule, se fixe no esmalte dentário, e se calcifique. A escovação e o fio dental quebram este ciclo e evitam algumas doenças. Cuidados com a alimentação também envolvem a odontologia preventiva Até mesmo as crianças sabem que o açúcar faz mal aos dentes. E esta não é somente história contada pelos pais para que os pequenos não abusem dos doces. Há açúcares que tem potencial de fermentação, e em contato com as bactérias alteram o PH do esmalte dos dentes o que causa a sua desmineralização, e a consequente cárie dentária. Por isso uma dieta balanceada é recomendada na odontologia preventiva. Isso não quer dizer que a odontologia proíba o consumo destes açúcares, mas sim que recomenda que estes não sejam consumidos em horários aleatórios, como no meio da tarde, quando não haverá escovação logo após o consumo. Visitas Regulares ao dentista Estas atividades feitas no dia a dia aliadas a visitas regulares ao dentista garantem o êxito da odontologia preventiva. Além das orientações, o profissional poderá verificar, por meio da investigação, se o paciente está procedendo corretamente à escovação e a higiene bucal. Além disso, há necessidade de realizar a limpeza profunda dos dentes. E isto só pode ser realizado nos consultórios dentários, com profissionais graduados em odontologia. Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO).   Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já  

Odontologia preventiva: Porque é melhor que a curativa?

odontologia preventiva   Quando falamos da Odontologia e seu histórico, podemos encontrar referências nos tempos antigos. O chamado Primeiro Período – estudiosos dividem em cinco esta história – data da pré-história, com sua comprovação baseada em pinturas rupestres. Podemos dizer que a odontologia preventiva data somente do quinto e último período dessa história, a partir do ano de 1950. Antes desta data, era figura comum a dos chamados Tiradentes. Os ‘problemas’ da Odontologia’ eram resolvidos, na maioria das vezes, com as extrações dentárias. A evolução veio primeiramente com os materiais utilizados para as extrações, bem como as cadeiras utilizadas por estes profissionais. As primeiras novidades, inclusive, foram no ramo das próteses dentárias. A história da Odontologia aponta o último período como o das especialidades da área, e também o do início do foco na prevenção de doenças, e não somente na sua forma curativa. Vale lembrar que as profissões da área da saúde eram conhecidas como as que buscavam a ‘arte da cura’. Os benefícios da prevenção foram sendo experimentados e comprovados somente nos últimos anos. Evolução: da cura à prevenção No Brasil, um nome deve ser lembrado quando o assunto é a prevenção da saúde bucal. O cirurgião dentista Edgar Del Passo formado em 1964 pela Universidade Católica de Campinas, fundou em 1967 o Centro de Odontologia Preventiva, e ‘salvou’ milhares de pessoas da extração dentária, prática ainda muito comum na época. Edgar Del Passo também foi um nome importante ao utilizar o Técnico de Saúde Bucal, e o Auxiliar de dentista, no auxílio dos profissionais e na prevenção das doenças bucais. Além disso, o cirurgião compôs a equipe que realizou o primeiro transplante dental em Campinas, no ano de 1972. Apesar de ser encontrados mais facilmente indícios da prática da odontologia preventiva somente nos últimos anos, o francês Pierre Fauchard (1678 – 1761), considerado o pai da Odontologia moderna, já defendia a prevenção. Ele foi o primeiro a estabelecer ligação entre os açúcares e a cárie dentária. Citamos um pouco da história da odontologia para mostrar justamente este processo de evolução. E como os profissionais e estudiosos foram preferindo a maneira preventiva do que a curativa de se tratar doenças. Isto porque a odontologia preventiva tende a ser a melhor opção. Prevenir e quando não há outra opção, curar. Odontologia Preventiva a favor dos pacientes É claro que é preferível contar com uma boca saudável, do que esperar a doença chegar e depois partir para o processo de cura. Hoje, há debates sobre o mercado odontológico, que conta com tratamentos cada vez mais especializados, e cada vez mais modernos. Enquanto há pessoas necessitando e realizando estes tratamentos, o mercado está produzindo e lucrando com isso. Mas, ao contrário da odontologia curativa, a preventiva tende a beneficiar os próprios pacientes. Deixar a cavidade bucal sempre saudável custa menos do que os tratamentos disponíveis. Além disso, geralmente após as doenças bucais aparecerem elas causam uma série de desconfortos aos pacientes. O que pode ser evitado se for utilizado os preceitos da Odontologia Preventiva. Com eles, os pacientes são estimulados à mudança de hábitos, a adoção de práticas de higiene e alimentação que venham a contribuir com a saúde bucal. Isto não quer dizer que a Odontologia Preventiva inutiliza a curativa. Quer dizer que quando, e se, a doença aparecer, ela poderá ser tratada muito mais facilmente com a adoção de hábitos corretos. Pronto para construir uma carreira sólida? A área de Saúde Bucal está em constante crescimento e oferece alta empregabilidade. Não fique de fora desse mercado. Comece sua formação profissional com quem é referência.   Comece sua Carreira ASB Agora!

Controle mecânico do biofilme dentário: Qual é a importância?

controle mecânico do biofilme dentário   O controle mecânico do biofilme dentário é importantíssimo. Muitos acreditam ser a forma mais eficaz de combater a placa, formada pela calcificação das microcolônias de bactérias na cavidade bucal. O controle mecânico nada mais é do que aquele feito pelos próprios pacientes pela sua higiene oral, como a escovação e o uso do fio dental. Por ser realizado pelo próprio paciente, e com mais frequência do que o controle químico, o mecânico é considerado a principal forma de conter o biofilme dentário. Mas para uma higienização completa é primordial a complementação com o controle químico. Esta feita com a utilização de enxaguantes bucais e técnicas utilizadas pelos dentistas, com substâncias que alteram a atividade das bactérias que formam o biofilme. Como já citamos em outros artigos de nosso blog, há naturalmente bactérias que vivem na cavidade bucal, local propício para sua proliferação – quente e úmido. Mas é o não controle do biofilme dentário que preocupa a classe odontológica. O acúmulo da placa é o causador das duas doenças orais mais comuns, entre elas a cárie dentária e a doença periondontal. Controle mecânico do biofilme dentário evita doenças Agentes químicos aliados ao controle mecânico do biofilme dentário evitam o aparecimento das doenças orais.  A escovação diária dos dentes e o uso do fio dental, realizados de forma correta, são as formas de prevenção mais simples da cárie dentária, bem como da gengivite e da periodontite. Mais simples porque é a forma mais acessível de toda a população realizar sua higienização bucal. Simples e barata. Mas há de se destacar que a escovação e o uso do fio dental tem sua forma correta. Estas ‘técnicas’ corretas de higienização podem ser apreendidas com todos os profissionais da odontologia, como dentistas em seus consultórios, e até mesmo com o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e o Técnico de Saúde Bucal (TSB), que integram os programas Saúde da Família e tem acesso mais facilitado pela população em geral. Função minimizada dos agentes químicos Os agentes químicos são muito utilizados para conter a proliferação das bactérias e a sua aglomeração formando as microcolônias que formam a placa bacteriana. Mas pesquisas apontam que esses agentes passam a ter sua função diminuída quando o biofilme já está instalado na estrutura dentária ou nos tecidos da cavidade bucal. Isto porque o biofilme dentário é uma microcolônia organizada de bactérias, que contam com uma matriz de proteção. Cada uma das bactérias contam com uma função específica nesta colônia. A importância do controle mecânico do biofilme dentário se deve justamente a isso, pois é ele que evitará o desenvolvimento de placas, e, portanto, que o núcleo de proteção se desenvolva. Os agentes químicos são utilizados como complemento ao controle mecânico. O controle mecânico do biofilme dentário evita a adesão do biofilme nas estruturas bucais, etapa anterior a sua calcificação. Portanto este controle se torna essencial para que se evite o biofilme, e, consequentemente, as doenças bucais ligadas a ele. É importante ressaltar que logo após a higiene bucal, o biofilme dentário volta a se formar, mas o tempo para que ele ‘amadureça’ e forme uma microcolônia organizada com sua matriz de proteção desenvolvida varia de 24 a 48 horas. Tempo suficiente para que uma nova escovação seja feita e o processo novamente interrompido. Como destacamos, a higiene bucal deve ser feita em conjunto. Utilizar os agentes químicos complementando o controle mecânico do biofilme dentário é a maneira mais adequada para que o paciente consiga manter sua saúde oral. A prevenção é o melhor, isso em todas as áreas da saúde. Não perca mais tempo esperando! Em poucos meses, você pode estar trabalhando na área que mais cresce na saúde. Garanta uma formação rápida e completa para começar a atuar imediatamente no consultório.   Quero Me Formar Rápido e Trabalhar  

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