Auxiliar de odontologia: Qual a importância desse profissional?

A função do auxiliar de odontologia é antiga, mas só recentemente é que contou com regulamentação por meio da lei 11.889/2008. A legislação apresenta uma série de atividades que são próprias desse profissional e os requisitos que eles devem ter para exercer o trabalho corretamente. O principal deles é contar com o registro profissional junto ao Conselho Federal de Odontologia (CFO) e suas regionais. Para isso, o auxiliar de odontologia deve ter passado por um curso de formação que garanta certificação. Curso este que deve ter carga horária mínima de 300 horas, além da realização de estágio. A própria regulamentação já demonstra a importância desse profissional. O auxiliar de odontologia pode atuar em clínicas e consultórios dentários, em cirurgias odontológicas e também junto à saúde pública em programas da Saúde da Família. Regulamentação que garante a qualificação das pessoas para exercer a função corretamente. Profissional com foco na saúde bucal Apesar das pessoas muitas vezes dissociarem a odontologia da área da saúde, ela faz parte sim deste setor. E como todas as especialidades têm igual importância. A saúde bucal deve estar em dia para o bom funcionamento do corpo como um todo. E o auxiliar de odontologia, assim como o dentista e toda a sua equipe, tem função primordial para manter a saúde bucal de seus pacientes. É ele que vai manter um diálogo mais direto com os pacientes e destacar as atividades necessárias para manter hábitos benéficos que garantam dentes perfeitos e uma boca saudável. Auxiliar de odontologia e os pacientes Como destacamos acima, o auxiliar de odontologia é o profissional que geralmente mantém um contato mais direto com os pacientes das clínicas e consultórios odontológicos. Isso porque entre suas funções está a coleta de informações junto a eles. Preenchimento dos dados, bem como da ficha de anamnese, que é onde ficam as informações a respeito da saúde em geral dos pacientes. Esse contato inicial, se realizado adequadamente, faz com que os pacientes mantenham uma relação de confiança e cordialidade com a equipe como um todo. O que facilita o trabalho posterior do dentista, no atendimento. Junto ao dentista Há ainda a atuação do auxiliar de odontologia junto ao dentista ou cirurgião dentista. Com esse profissional ao lado, o dentista pode focar sua atenção junto ao paciente, sem que haja interferências. Além disso, o profissional auxiliar é apto a realizar todo o trabalho de higienização e esterilização dos materiais utilizados pelos dentistas. Todas essas atividades de responsabilidade do auxiliar de odontologia fazem com que o dentista possa otimizar seus serviços, já que deixa de se preocupar com uma série de questões, tanto burocráticas quanto de organização. Pesquisas comprovam que o rendimento de um dentista que conta com a ajuda de um ou mais auxiliar de odontologia aumentam em mais de 100%. Por esse motivo há dentistas que ampliam suas equipes com a atuação de mais de um auxiliar de odontologia. Assim o paciente passa a ser melhor acolhido e atendido, já que terá sempre alguém que possa responder suas dúvidas. A teoria é importante, mas a prática é tudo! Domine as técnicas de instrumentação, biossegurança e o atendimento de excelência. Inscreva-se no curso que oferece o conhecimento prático que o mercado exige. Domine a Prática do ASB – Saiba Mais
Auxiliar de dentista: Deve-se pagar o adicional de insalubridade?

Vamos dar início a este artigo com a definição da palavra insalubridade. Para ser considerado insalubre o trabalho deve expor seu trabalhador a algum tipo de risco à sua saúde, e com um tempo de exposição ao agente insalubre acima da tolerância prevista pelo Ministério do Trabalho. A lei trabalhista se baseia em três graus de insalubridade para o pagamento do valor adicional ao salário, com diferenciações entre a exposição e os pagamentos. O grau máximo o pagamento é de 40% do salário, o médio 20% e o mínimo o 10%. Mas não é o trabalhador que avalia se está sendo exposto ou não aos agentes nocivos. No caso do auxiliar de dentista, o profissional poderia alegar que está em constante exposição a agentes biológicos e também a radiações ionizantes, conforme a Norma Regulamentadora 15 das atividades e operações insalubres. Isso significaria o enquadramento no grau máximo, de 40%, ou médio com o pagamento de adicional de 20%. Exposição a agentes biológicos devido ao contato constante com pacientes que podem apresentar doenças, e as radiações com a realização do processamento de filmes radiográficos conforme as funções do auxiliar de dentista. Para ser pago o adicional de insalubridade, a profissão deve se enquadrar nas normas previstas em lei para o pagamento, e ainda contar com um laudo realizado por médico ou engenheiro do trabalho, conforme o Ministério do Trabalho preconiza. Nesse laudo constará se a exposição a agentes insalubres está acima dos limites de tolerância permitidos. Risco aos Agentes Biológicos Conforme a legislação trabalhista, para receber o adicional de grau máximo devido a exposição a agentes biológicos, os profissionais têm que estar em contato permanente com estes. A legislação aponta o contato com pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente esterilizados; e com – carnes, glândulas, vísceras, sangue, ossos, couros, pelos e dejeções de animais portadores de doenças infectocontagiosas. No caso do auxiliar de dentista, geralmente, o contato com este risco não é considerado como permanente, e sim eventual. No caso de algum paciente ser portador de doença infectocontagiosa. Sendo assim pode haver discussões quanto ao pagamento de 40% do valor adicional. Ainda no quesito de riscos a agentes biológicos, os trabalhadores podem receber o adicional de insalubridade de grau médio nos casos de atuação permanente com pacientes ou com material infectocontagiante, em estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana. No caso do material do infectocontagiante, o auxiliar de dentista, responsável pela higienização e esterilização de instrumentos, pode ficar em constante contato os agentes. Por este motivo é que o mais comum entre a categoria receber o adicional de grau médio, de 20% sobre o salário. Auxiliar de dentista e as radiações Entre as funções do auxiliar de dentista está ainda o processamento de filme radiográfico. Nesse caso também há questão dos limites de tolerância. Se o profissional é exposto de forma constante que justifique o pagamento do adicional de insalubridade. Essas questões devem ser analisadas durante a perícia do órgão fiscalizador. Equipamentos de Proteção Individual Os profissionais da odontologia, entre eles, o auxiliar de dentista, para evitar ou diminuir o contato com riscos biológicos, ou radiações, é necessário o uso dos Equipamentos de Uso Individuais. Essa utilização também é levada em consideração no laudo realizado pelo médico do trabalho. Como observamos, há alguns fatores da legislação brasileira que devem ser levados em conta quanto ao pagamento ou não do valor adicional de insalubridade. Caso o laudo do Ministério do Trabalho aponte condições adversas, o auxiliar de dentista pode vir a receber o valor. Geralmente, em serviços odontológicos, o de grau médio. Mas a inspeção pode constatar que o local de trabalho há um risco mínimo, portanto dentro dos limites de tolerância e não aceitar o pagamento da insalubridade, apesar da ampla discussão sobre o tema. Se você está começando a atuar na área, verifique o que o Sindicato de sua categoria tem a esclarecer sobre o assunto. Mas lembre-se que para exercer a função de Auxiliar de Dentista o profissional deve contar com um curso de formação e contar com certificado para obter a permissão do Conselho Federal de Odontologia (CFO). Não perca mais tempo esperando! Em poucos meses, você pode estar trabalhando na área que mais cresce na saúde. Garanta uma formação rápida e completa para começar a atuar imediatamente no consultório. Quero Me Formar Rápido e Trabalhar
Curso ASB x Curso TSB: Conheça 3 diferenças

Quer seguir carreira na odontologia, mas está em dúvida sobre as atividades e suas funções? Neste post vamos abordar as diferenças sobre dois cursos que formam profissionais da área. Os cursos de Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e de Técnico de Saúde Bucal (TSB). Mas antes de tratar das diferenças, vamos falar das semelhanças. Os dois cursos podem ser o início de uma carreira de sucesso na área odontológica. Isso porque o profissional terá uma ampla base de conhecimentos para seguir em frente e procurar pelas boas oportunidades. Além disso, ambos os cursos podem ser realizados independente do lugar onde o estudante mora. Não tem instituição que ofereça a capacitação na cidade onde o aluno está? Sem problemas. Há a possibilidade de optar por cursos de educação à distância, os chamados EAD. Ok, este artigo irá tratar das diferenças entre o curso ASB e o curso TSB. Então vamos a elas: Curso técnico e de formação Enquanto o curso ASB é de formação, o curso TSB é técnico. E o que isso quer dizer? Na prática ambos irão formar o aluno para seguir direto para o mercado de trabalho. Mas o curso TSB, como técnico, requer um período maior de dedicação. Geralmente, enquanto o curso TSB demanda cerca de um ano e meio – e uma carga horária mínima de 1.200 horas – para formar profissional, o ASB exige um mínimo de 300 horas de carga horária. E a duração irá depender da instituição ofertante. Como curso técnico, o de TSB tem alguns requisitos a serem cumpridos junto ao Ministério de Educação, já o de formação de um ASB não precisam. Independente disso, os dois devem formar profissionais preparados para a sua profissão, e com certificação adequada. Por isso, pesquise antes de escolher. Apesar dessas diferenças, para se atuar no mercado de trabalho, após o curso ASB ou curso TSB, os profissionais deverão contar com registro no Conselho Federal de Odontologia, e Conselho Regional, de acordo com o Estado de residência. Cargas horárias diferentes para funções diferentes A carga horária do curso TSB é maior devido às funções mais abrangentes desse profissional, que pode vir a supervisionar a atuação do Auxiliar de Saúde Bucal. O Técnico poderá ainda participar da capacitação e treinamento do ASB, bem como de outros agentes voltados à promoção de saúde. Entre as funções diferenciadas do TSB, que será apreendida no curso, está ainda a sua participação em pesquisas e estudos epidemiológicos. Curso TSB e os procedimentos odontológicos Enquanto o curso ASB prepara o profissional para auxiliar os dentistas em todos os procedimentos – desde os burocráticos, como as fichas e cadastros dos pacientes -, bem como no auxílio com os materiais odontológicos, o curso TSB prepara também para procedimentos mais simples junto aos pacientes. A remoção do biofilme, a inserção e distribuição no preparo cavitário de materiais odontológicos na restauração dentária direta, bem como a remoção de suturas, são algumas das funções do TSB que são vedadas ao ASB. Apesar de contar com algumas diferenças, ambos os profissionais devem atuar sob a supervisão do dentista. Seja nas clínicas e consultórios odontológicos, em hospitais ou Postos de Saúde. Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO). Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já
O que é odontologia preventiva?

Foco para evitar o aparecimento das doenças bucais ao invés de focar exclusivamente o tratamento das doenças nos pacientes. É esse o objetivo da Odontologia Preventiva. Isso por meio de orientações e exames realizados periodicamente junto a uma equipe odontológica. Falamos em equipes, pois na odontologia preventiva é essencial a atuação do Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e do Técnico de Saúde Bucal (TSB). Já que entre as funções desses profissionais está a promoção de ações voltadas a saúde bucal e de prevenção de problemas dentários. Aí entram as técnicas de higiene bucal e a prevenção de doenças. A odontologia preventiva também deve estar presente na atuação de outros profissionais da saúde como um todo. No caso das crianças, por exemplo, os pediatras devem estar em sintonia com a atuação dos dentistas para também poder orientar os pais quanto a importância das visitas ao Consultório Odontológico. Um verdadeiro trabalho multidisciplinar. Mas o que envolve a odontologia preventiva? Esse trabalho já está sendo realizado em clínicas e consultórios odontológicos? Confira a seguir: Cuidados básicos A odontologia preventiva envolve desde os cuidados básicos da saúde bucal, como a escovação dos dentes, e até mesmo o processo anterior a ela. A utilização de escovas adequadas também pode prevenir algumas doenças. Para isso a conversa com um bom profissional é indicada. Normalmente, as escovas pequenas com cerdas macias são as mais indicadas. Mas não fique na dúvida. Converse com o seu dentista e equipe. E lembre-se que as escovas dentais devem ser trocadas periodicamente. Quando apresentarem sinais de desgaste ou a cada três meses. Os cuidados básicos também envolvem a utilização do fio ou fita dental. Já que há locais em que as cerdas de sua escova não alcançam. Programas de saúde utilizam preceitos da odontologia Preventiva Programas como Saúde da Família ou Saúde nas Escolas se utilizam dos preceitos da odontologia preventiva. E já colhem resultados. Desde a implantação do programa Brasil Sorridente em 2003 o Brasil contou com uma diminuição significativa nos casos de cáries dentárias. Isso porque por meio de uma equipe multidisciplinar os profissionais da saúde acabam levando orientações para uma faixa da população que antes não tinha o hábito de consultas regulares para avaliar sua saúde. Nesses programas, as orientações são essenciais e com o foco na prevenção de doenças. Pessoas agem como agentes multiplicadores Quando falamos de odontologia preventiva as orientações são essenciais. No caso dos programas citados acima, as famílias e as crianças nas escolas tem um contato frequente com as equipes de saúde básica. Essa frequência é benéfica já que os profissionais da saúde têm mais chances de abordar sobre os cuidados para a prevenção. A repetição é essencial para o aprendizado das boas práticas e cuidados básicos da saúde bucal. Nesses casos, as pessoas que estão sendo ‘educadas’ quanto a odontologia preventiva passam a atuar como agentes multiplicadores da informação apreendida. O que virá em benefício e diminuirá os índices de doenças bucais. Longe de doenças bucais A prevenção pode ser a fim de evitar as cáries dentárias, doenças periodontais, como a gengivite e a periodontite, e até mesmo o câncer bucal. As visitas regulares aos dentistas, aliados a boas práticas, além da realização de exames podem ser primordiais para evitar o aparecimento destas doenças. Além disso, há outras doenças que podem estar relacionadas à saúde bucal. Até mesmo as cardiovasculares podem estar relacionadas a disfunções que se iniciam pela boca. Lembre-se que os sistemas do corpo estão em consonância e uma disfunção pode acarretar outras. Por isso, o cuidado é essencial. Como destacamos, a odontologia preventiva pode ser muito benéfica, evitando que as doenças bucais cheguem ao nosso organismo. Mas ela só será eficiente se houver a colaboração entre equipe odontológica e paciente. De nada adianta um dentista preocupado com a prevenção se o paciente não colaborar. Pronto para construir uma carreira sólida? A área de Saúde Bucal está em constante crescimento e oferece alta empregabilidade. Não fique de fora desse mercado. Comece sua formação profissional com quem é referência. Comece sua Carreira ASB Agora!
Como reduzir a ansiedade e acalmar pacientes que não gostam de ir ao dentista?

Sabemos que a ida ao dentista não é um programa agradável para grande parte das pessoas. Não são somente as crianças que sofrem ao ter que ir a um consultório odontológico. Mas o trauma que faz com que até adultos os temam, muitas vezes, é proveniente da infância, o que faz com que muitos deles também não gostem do profissional da odontologia. Por isso é muito importante os pais saberem lidar com as crianças e mostrá-las que a visita ao dentista é necessária, e não precisa ser desagradável. Alguns até usam a visita aos consultórios como ameaça para que seus filhos não descuidem da saúde bucal. O que não é benéfico para nenhuma das partes. Crianças assustadas podem vir a se tornar adultos traumatizados. Este tipo de paciente tende a dificultar o trabalho da equipe odontológica, já que a extrema ansiedade atrasa os procedimentos, e pode até vir a causar situações de emergência nos consultórios. Profissionais apontam que, grande parte das situações de emergência é proveniente do medo dos pacientes. Além disso, equipes odontológicas sem muita experiência podem ser afetadas com o comportamento causada pela ansiedade, não conseguindo realizar seu trabalho da melhor maneira. Neste artigo vamos dar algumas dicas para que a equipe odontológica saiba como lidar com pacientes que ficam desconfortáveis durante tratamentos odontológicos. Com estas dicas a equipe poderá auxiliar ao reduzir a ansiedade e acalmar pacientes que não gostam de ir ao dentista. Relacionamento com o paciente Uma boa conversa com o paciente já pode ajudar a reduzir a sua ansiedade. Em nosso blog, já destacamos que o pré-atendimento é tão importante quanto os tratamentos em uma clínica odontológica. E essa conversa pode ter início até mesmo antes das consultas. Quando um paciente ansioso liga para marcar atendimento, já podemos sentir se ele está receoso com o encontro. Esse contato é o primeiro passo para passar segurança aos pacientes. Profissional educado, cordial e seguro pode fazer com que os pacientes cheguem mais tranquilos aos consultórios. O mesmo vale ao receber os pacientes no dia de suas consultas. Um atendimento cordial e em um ambiente agradável. Ambiente pode acalmar pacientes Uma decoração adequada pode vir a acalmar pacientes enquanto eles aguardam. Ambientes inadequados, escuros, com móveis e materiais velhos, sujos ou desorganizados podem aumentar a ansiedade quanto a consulta ou tratamento que está por vir. Priorize um ambiente confortável e claro, que remeta a higiene que o paciente espera encontrar em um ambiente voltado à saúde bucal. Tempo de espera deve ser mínimo Deixar o paciente esperando por muito tempo não é um bom negócio para quem quer encontrá-lo calmo durante a consulta. Surgiu imprevisto? Avise o paciente com antecedência sobre o atraso. Além de acalmar pacientes, atendê-lo no horário pode significar retorno e um bom marketing boca a boca. Essencial para a conquista de novos clientes em qualquer negócio. Demonstre profissionalismo e segurança A conduta do dentista e do cirurgião dentista, bem como da equipe odontológica, também é essencial para acalmar pacientes. Os profissionais devem demonstrar confiança no seu trabalho. Dúvidas quanto ao tratamento podem deixar os pacientes ansiosos e inseguros quanto ao profissional escolhido. Como vimos, é fácil acalmar pacientes e acabar com a ansiedade deles durante as consultas odontológicas. Mas também é fácil cometer deslizes e deixá-los nervosos. Uma equipe odontológica preparada e eficiente é primordial para que tudo ocorra da melhor maneira possível. Bom para a equipe e bom para os pacientes, que saem tranquilos do dentista. Não perca mais tempo esperando! Em poucos meses, você pode estar trabalhando na área que mais cresce na saúde. Garanta uma formação rápida e completa para começar a atuar imediatamente no consultório. Quero Me Formar Rápido e Trabalha
5 práticas inadequadas que o ASB não pode executar

Cada profissão exige algumas habilidades das pessoas que as executam. Assim como temos que ter atitudes em determinada posição no mercado de trabalho, há práticas inadequadas, que nunca devemos executar. Sob o risco de sermos tachados de pseudo profissionais. É assim tanto em nossa vida profissional como na pessoal. Temos um código de ética a ser seguido. No campo profissional este código é bem claro, dependendo da categoria. Na vida pessoal seguimos certos valores, passados de geração em geração, de acordo com o ambiente que estamos, e também com a legislação em vigor. Você conhece as práticas que não podem fazer parte de sua rotina como Auxiliar de Saúde Bucal (ASB)? Algumas são óbvias, e comuns em todas as atividades. Mas outras não são de conhecimento comum, e podem acabar prejudicando sua atuação profissional. Confira: 1. Simpáticos sim, invasivos não Já abordamos em artigos anteriores a importância do ASB ao receber os pacientes de clínicas e consultórios odontológicos. Seu papel é essencial para que o paciente se sinta à vontade e confiante com a equipe de saúde bucal e os tratamentos que serão disponibilizados a eles. Mas aqui há uma linha tênue entre ser simpático e solícito ao paciente e ser invasivo. O ASB tem que saber que está ali para atender aos anseios do paciente, e não opinar sobre algum assunto que o paciente comentou ou querer ser um conselheiro. Perguntar sobre a família, sobre a profissão ou como tem passado. Até aí tudo bem. Pois muitas vezes, o paciente quer este contato. O ASB tem que saber ouvir. As práticas inadequadas surgem quando o auxiliar quer passar de ouvinte a orador. Fique atento! 2. Redes sociais durante expediente É básica, mas nem tanto. Muitos profissionais insistem em ficar vidrados em seus celulares durante todo o expediente de trabalho. Ok, sabemos que cabe ao ASB o agendamento e a confirmação de consultas, e o celular passa a ser ferramenta de trabalho. Mas deixe para fazer isso quando não há pacientes por perto, se não der, no mínimo, peça licença. Mas nada de ficar curtindo suas redes sociais enquanto o que deveria estar fazendo é se dedicando ao relacionamento com o paciente. Essa é, com certeza, uma das práticas inadequadas, e muito inadequada. 3. Realizar funções próprias do TSB ou do dentista Como sabemos, as profissões do ASB e do TSB – Técnico de Saúde Bucal – são regulamentadas através da lei 11.889/08. A legislação é clara quanto as funções de cada um desses profissionais. Há aquelas próprias do Auxiliar e as privativas do Técnico. Nenhum profissional pode querer ‘invadir’ o espaço do outro, querendo realizar função diferente da sua. Vale lembrar que os dois profissionais devem atuar sob a supervisão do dentista ou cirurgião dentista. 4. Utilização incorreta do uniforme Sim, em todas as consultas o ASB, assim como todos os integrantes da equipe odontológica, deve estar portando o uniforme completo dos profissionais de saúde. Jaleco, luvas e máscaras. Esse cuidado pode evitar inúmeras doenças. Devemos destacar que o ambiente de um consultório dentário é propício para a proliferação de vírus e bactérias, e que os profissionais da saúde bucal estão em constante contato com patógenos. Microrganismos presentes no sangue, saliva e nas vias aéreas dos pacientes. A utilização correta do uniforme evita a exposição e previne doenças, como hepatites e até o vírus HIV nos consultórios. A incorreta ou a não utilização é uma das práticas inadequadas que podem causar muitos dados a todos da equipe odontológica. 5. Falta de higienização é uma das práticas inadequadas Assim como o uso correto do uniforme pode prevenir doenças, a higienização correta de todos os materiais utilizados também. Por isso que a biossegurança e a higienização são assuntos de destaque durante os cursos ASB. O Auxiliar é o profissional responsável pelo protocolo de biossegurança e deve zelar pela saúde de todos – profissionais e pacientes. Materiais na autoclave para esterilização, correta destinação de resíduos, bem como a manutenção do ambiente como um todo são primordiais para minimizar os riscos de contaminação. Comentamos que entre as práticas inadequadas está a questão da biossegurança entre os consultórios. Essa deveria ser uma questão básica da odontologia, mas infelizmente ainda há locais que negligenciam estas práticas, colocando em risco toda a equipe e o paciente. Cuide da sua saúde e não deixe de utilizar os Equipamentos de Proteção Individual, os EPI’s. Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO). Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já
Preciso ter feito estágio supervisionado de ASB para obter registro?

Em vigor há menos de dez anos no Brasil, a lei que regulamentou as profissões de Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e Técnico de Saúde Bucal (TSB) estabeleceu a obrigatoriedade de cursos para atuação profissional. Mesmo com a regulamentação, há profissionais, principalmente entre os ASB, que continuam exercendo a profissão, mesmo sem o registro profissional. Mas esses profissionais cada vez mais estão sendo fiscalizados pelos órgãos reguladores da área, como o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e suas regionais. Por isso é de suma importância a regulação profissional, com o devido certificado e registro. Além da certificação, os cursos profissionais oferecem qualificação e mais conhecimento na área de saúde bucal. Deixando os Auxiliares mais capacitados para suas funções e procedimentos dos consultórios e clínicas odontológicas. Há também a questão da atualização do conhecimento. Até mesmo os profissionais com anos de prática devem sempre estar em busca de novos conhecimentos, já que em todas as áreas estão em constante transformação devido às novas tecnologias. Estágio Supervisionado de ASB para certificação Dentre as 300 horas obrigatórias do curso, há um mínimo de 60 horas previstas para a realização do estágio supervisionado de ASB. Estágio este obrigatório para obter certificado do curso realizado, e, consequentemente, o registro do Conselho Regional de Odontologia (CRO) do seu estado. No próprio local de trabalho Para aqueles profissionais que já atuam em consultórios e clínicas odontológicas e estão realizando o curso para ficar em dia com o CRO, a questão do estágio supervisionado de ASB é facilitado. A prática pode ser feita no próprio local de trabalho. Além disso, o ASB estará mostrando ao seu chefe, dentista ou cirurgião dentista, que está querendo crescer em sua área, valorizando a sua carreira. Em busca das aulas práticas Mas se você ainda não atua na área da odontologia e precisa realizar o estágio supervisionado de ASB não se preocupe. Hoje, cidades grandes ou pequenas contam com serviços na área. Aqui vale ressaltar que o Brasil é o país que mais conta com cirurgiões dentistas em todo o mundo. Não vai faltar vaga de estágio para realizar. Funções do estagiário E o que vou fazer no estágio supervisionado de ASB? Geralmente os estágios antecipam um pouco da prática que o profissional irá enfrentar após certificação. Ao estagiário, assim como ao profissional Auxiliar de Saúde Bucal cabe o apoio aos dentistas e a todos os seus procedimentos. Podemos citar o contato e o preparo dos pacientes, a seleção e o preparo das moldeiras, o processamento de raio X, a higienização dos materiais utilizados, bem como o ambiente, e a organização das fichas dos pacientes. Enfim, o estágio supervisionado de ASB antecipará o dia a dia do futuro profissional. Se você nunca atuou na área, não precisa ficar assustado, a realização do estágio supervisionado de ASB geralmente é realizado na reta final do curso. Quando o aluno já passou por todas, ou quase todas, as aulas que envolvem a teoria. Então tudo o que tiver que ser feito na prática o ASB já terá visto durante as aulas do seu curso. Pronto para construir uma carreira sólida? A área de Saúde Bucal está em constante crescimento e oferece alta empregabilidade. Não fique de fora desse mercado. Comece sua formação profissional com quem é referência. Comece sua Carreira ASB Agora!
3 vantagens em ser um ASB certificado que convencerão o seu chefe a investir em você

Apesar da certificação ser obrigatória para atuação do Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) desde 2009, ainda não são todos os profissionais atuantes que a possuem. A falta de visibilidade dos dentistas ou cirurgiões dentistas é um dos motivos que faz com que o ASB não procure pela regulamentação. O estímulo do chefe – muitas vezes até investindo em profissionais de sua equipe – é essencial para que os auxiliares procurem por cursos que possibilitem a qualificação e o certificado. Mas quando não há a visibilidade das vantagens do ASB certificado e muito menos o estímulo do chefe, há a necessidade de convencimento da importância da regulamentação junto aos órgãos de fiscalização. Neste artigo vamos apontar algumas vantagens que podem convencer seu chefe sobre a importância de contar com um ASB certificado em sua equipe. Dessa maneira, você estará mostrando o quão importante será o investimento em sua qualificação profissional. 1. Curso ASB possibilita amplos conhecimentos O Auxiliar de Saúde Bucal é essencial para o bom funcionamento de um consultório odontológico. Se ele já é útil e facilitador sem ter realizado uma qualificação para exercer sua profissão, imagina após o Curso ASB? O Curso dá todas as ferramentas para que o ASB atue da melhor maneira possível, com procedimentos e técnicas apropriadas para função. Do atendimento do paciente, aos protocolos de biossegurança, tão importantes para o ambiente, equipe e pacientes. Um ASB certificado poderá garantir a correta higienização, melhorar atendimento, otimizar recursos e tempo de consulta. Pois todas estas questões são abordadas nos Cursos que devem ser feitos para obter certificação e a carteira profissional dos Conselhos Regionais de Odontologia (CRO). 2. Foco na humanização do atendimento Profissionais voltados à promoção da saúde. Antes da regulamentação das atividades do Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e do Técnico de Saúde Bucal (TSB) havia muito preconceito contra estes profissionais. Os dentistas achavam que iriam realizar atividades que concorriam com a deles, e não auxiliavam, como é o caso. Mas tanto o ASB certificado como o TSB irão atuar, sobretudo, na prevenção e promoção da saúde. Função muito importante já que faz parte do processo da humanização do atendimento, requerida dos últimos anos. Hoje, os pacientes querem fazer parte e acompanhar todo o processo. Não são somente um objeto nas mãos dos dentistas. Por isso a humanização dos atendimentos vem sendo amplamente abordada e aplicada nos consultórios. 3. ASB certificado evita complicações com órgãos de fiscalização Além das vantagens elencadas acima, podemos destacar que um ASB certificado evita complicações para o dentista e para a imagem da clínica ou consultório odontológico onde trabalha. Isso porque hoje existe a obrigatoriedade do ASB contar com certificação e carteira profissional para atuar na área. E para validar a regulamentação de 2008, há os órgãos fiscalizadores de cada estado, os Conselhos Regionais de Odontologia (CRO). Os órgãos realizam frequentemente fiscalizações nas clínicas e consultórios odontológicos, e quando há profissionais atuando sem a devida regularização pode resultar em multas. Não perca mais tempo esperando! Em poucos meses, você pode estar trabalhando na área que mais cresce na saúde. Garanta uma formação rápida e completa para começar a atuar imediatamente no consultório. Quero Me Formar Rápido e Trabalhar
5 dicas para prestar os primeiros socorros em odontologia

Como profissionais da saúde, as equipes odontológicas podem se deparar com situações de emergência em seus consultórios e clínicas. Por isso todos aqueles que compõem as equipes devem estar preparados para enfrentar situações que envolvem risco dos pacientes. Conforme especialistas da área, os casos mais comuns encontrados nos consultórios ocorrem devido ao estresse causado pelo medo dos pacientes. Sim, o medo pode virar uma séria complicação. E o medo pode chegar por vários motivos. Algum trauma anterior, o tempo de espera, a aparência do consultório ou o tratamento dado a ele. Um conjunto de situações que devem ser observadas e evitadas. A maioria das emergências pode chegar junto com a ansiedade e o estresse, mas há outros fatores que as acarretam. Então, antes de apontarmos os primeiros socorros, não podemos deixar de falar da importância da anamnese. Que nada mais é uma entrevista com o paciente para verificar seu histórico de saúde. Alergias, remédios que utiliza, doenças que já teve, cirurgias realizadas, histórico familiar. Com este relato em mãos, a equipe odontológica pode evitar o chamado “Suporte Básico da Vida” que deve ser realizado nos primeiros socorros. 1. Mantenha a calma Não deu para evitar, e a emergência surgiu? Ok, a primeira coisa a ser feita por todos os integrantes da equipe é manter a calma. O descontrole pode significar danos maiores aos pacientes. No caso de o paciente estar consciente, a calma das pessoas responsáveis é ainda mais importante. Já que seu bem-estar dependerá da equipe seu atendimento. O dentista, o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) e o Técnico de Saúde Bucal (TSB) devem estar preparados para todo o tipo de situação. 2. Consultórios com kits de primeiros socorros Dentistas discordam do que deve ou não conter nos consultórios para a realização dos primeiros socorros. Mas todos concordam que um kit básico deve fazer parte de seus materiais odontológicos. O kit deve atender ao Suporte Básico da Vida, ou o ABC como é conhecido. O A significa a abertura das vias aéreas, o B uma boa ventilação, e o C a circulação. Dentre os materiais para a realização dos primeiros socorros podemos citar o oxigênio e alguns medicamentos básicos, como anti-histamínicos, para o caso de reações alérgicas, e ansiolíticos, para acalmar os pacientes e a adrenalina. 3. Identificar sinais O corpo do paciente pode dar sinais do que provocou a emergência. Neste caso, cabe a equipe odontológica saber identificar estes sinais para proceder o atendimento. Deve-se ressaltar que as manobras de primeiros socorros devem ser feitas nos três primeiros minutos para se evitar maiores danos aos pacientes. 4. Prestar primeiros socorros no consultório Identificando os sinais e com o kit em mãos, a equipe odontológica pode prestar corretamente os primeiros socorros já no consultório. Por isso a atualização frequente dos profissionais é de suma importância, bem como cursos que incluam as disciplinas de urgências e emergências. Um atendimento eficiente pode salvar vidas ou evitar sequelas. 5. Chamar atendimento qualificado Ao se atuar em equipes, ao primeiro sinal de emergência, um dos integrantes pode e deve chamar por um atendimento médico qualificado. Enquanto o atendimento não chega, os primeiros socorros são feitos. Todos estes procedimentos são simples, mas podem salvar vidas. É importante ressaltar que os profissionais da odontologia não estão a salvo de emergências. E por isso eles devem estar aptos a prestar os primeiros socorros. A teoria é importante, mas a prática é tudo! Domine as técnicas de instrumentação, biossegurança e o atendimento de excelência. Inscreva-se no curso que oferece o conhecimento prático que o mercado exige. Domine a Prática do ASB – Saiba Mais
ASB: aprenda como passar uma boa imagem profissional

Hoje muito se fala nas diferenças entre as pessoas e o respeito que devemos tratar essas diferenças. E aqui não estamos nos referindo a sexo, raça ou religião, não. Porque nestas questões o respeito é indiscutível. Estamos falando da imagem pessoal. Está certo, que cada um deve se sentir à vontade da maneira que bem entender. Mas quando tratamos de perfil profissional não é bem assim que funciona. Todos os profissionais, principalmente aqueles que atuam diretamente com um público, devem ter alguns cuidados para não causar uma má impressão e passar uma boa imagem profissional. E como estamos falando do Auxiliar de Saúde Bucal, que atua diretamente com o público de clínicas e consultórios odontológicos, estes cuidados devem ser seguidos. A seguir vamos dar algumas dicas de como um ASB pode passar uma boa imagem profissional. Acompanhe: A primeira impressão As pessoas, de um modo geral, demoram três segundos para formar opinião sobre outras ao vê-las pela primeira vez. Um estudo divulgado pela Revista americana “Venda Mais” apontou estes escassos segundos para começarmos a julgar e avaliar o que achamos de determinada pessoa. Quer dizer que em poucos segundos você pode passar uma boa imagem profissional, ou uma péssima imagem. Conforme a publicação de 2011, o primeiro impacto compreende o conjunto do que se vê, com 25%, o tom da voz 18%, as palavras utilizadas 14% e a linguagem corporal 10%. Pois é, você tem apenas três para causar uma boa impressão aos pacientes do consultório onde atua. Como se vestir Por isso podemos afirmar que a maneira de se vestir e de se portar é muito importante sim para se passar uma boa imagem profissional. O público espera que a imagem da pessoa que atua em um consultório odontológico seja compatível com seu local de trabalho. Jaleco alinhado e limpo, sapatos também. A questão da higiene e limpeza de um ASB é essencial, já que seu local de trabalho é da área da saúde. Seja homem ou mulher, o Auxiliar deve se preocupar com a aparência. Lembre-se que o sorriso no rosto conta a seu favor. Ainda mais na área da odontologia. Como falar Seguindo a porcentagem apontada no estudo da primeira impressão. O tom da voz e as palavras utilizadas. O mesmo deve valer: a compatibilidade com o local de trabalho. Tom de voz cordial e amigável e a utilização das palavras. No primeiro encontro, de boas-vindas. Como se portar Afeta pouco a percepção da primeira impressão, mas a linguagem corporal também é importante. Tente não parecer ansioso demais ou nervoso com a chegada de novos clientes. Nossos sentimentos transparecem na linguagem corporal. Além disso, nossa linguagem corporal pode transparecer cansaço, preguiça ou desleixo. E nada disso é bom para um ambiente profissional. Mantenha uma postura correta para evitar ser mal interpretado. Interaja, mas sem exageros Vimos que os primeiros três segundos de um encontro são importantes. Em três segundos os pacientes podem achar que o ASB é muito responsável e agradável. Isso com certeza ajudará na imagem da clínica como um todo. Mas o atendimento do ASB irá além da primeira impressão. Então vamos voltar ao uso das palavras. O profissional auxiliar de dentista deve saber responder aos questionamentos dos pacientes. Isso irá ajudá-lo a passar uma boa imagem profissional. Responda, converse, explique. Mas sem exageros. Responda ao que foi questionado. E quando não souber fale. É melhor dar uma resposta correta em uma outra hora do que falar besteira. O paciente aposta na credibilidade da clínica escolhida. Na hora de conversar também não pode haver exageros. O paciente deve se sentir bem no ambiente odontológico. Amigo sim, mas íntimo não. Demonstre organização para passar uma boa imagem profissional Como cabe ao ASB o primeiro contato, bem como o preenchimento de dados pessoais e odontológicos dos pacientes, esta ação também deve passar credibilidade. Nada de se perder no meio de papéis. Demonstre organização durante seus atos e também no ambiente como um todo. Sua qualificação precisa ser levada a sério. Estude em um curso de Auxiliar de Saúde Bucal reconhecido e válido em todo o território nacional para garantir sua inscrição no Conselho Federal de Odontologia (CFO). Curso ASB Reconhecido pelo CFO – Inicie Já